IX Encontro Estadual de História da ANPUH-RN

Saberes Históricos e Contemporaneidades

UERN - Campus de Mossoró, 17 a 20 de novembro de 2020

  1. Início
  2. Sobre
  3. Programação
  4. Mesas Redondas
  5. Simpósios
  6. Minicursos
  7. Cronograma
  8. Inscrições
  9. Anais
  10. Equipe
  11. Trabalhos Inovadores
  12. Sobre Mossoró
  13. Ata de Reunião
  14. RESUMOS APROVADOS PARA COMUNICAÇÃO ORAL EM SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
  15. Caderno de Resumos
  16. Monitoria do Evento
  17. Trabalhos Completos

O IX Encontro Estadual de História da ANPUH-RN terá como tema Saberes Históricos e Contemporaneidades. Diante dos desafios postos no presente tanto ao ensino quanto à pesquisa histórica, a temática suscita debates em torno das questões contemporâneas que, a todo instante, ajudam a compor e nortear a produção e a circulação dos saberes históricos.

Devido à pandemia, o evento será online (online em negrito), ao invés de Campus de Mossoró da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte como previsto inicialmente. A data inicial também mudou de 02 a 05 de junho de 2020, para 17 a 20 de novembro de 2020

A programação, composta de duas Conferências, doze Mesas Redondas, vinte Simpósios Temáticos e seis Minicursos, traz como novidade os Diálogos Contemporâneos, que tem como objetivo integrar o evento estadual da ANPUH à comunidade. Por tudo isso, o evento contará com debates que contemplarão diversos recortes temáticos e cronológicos, além de discussões em torno do ensino, da pesquisa e da extensão em História e ciências afins.

Estejam todas e todos convidados!

Desejamos um excelente evento!

Comissão Organizadora do IX EEH


PROGRAMAÇÃO DO IX EEH – ANPUH/RN*

17/11 (terça-feira) 18/11 (quarta-feira) 19/11 (quinta-feira) 20/11 (Sexta-feira)
7h45 – 9h45 - Minicursos e Oficinas Minicursos e Oficinas Minicursos e Oficinas
10h – 12h30 - Mesas Redondas Mesas Redondas Mesas Redondas
14h – 18h -

Minicursos e Oficinas
Simpósios Temáticos Simpósios Temáticos 14h – 16h30 Simpósios Temáticos
16h30 – 18h30 ASSEMBLEIA DA ANPUH/RN
18:30 – 19:30 - Atividades Culturais Lançamento de Livros
19:30 – 21:30 Conferência de Abertura
Prof.ª. Drª. Márcia Motta (UFF)
DIÁLOGOS CONTEMPORÂNEOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO DIÁLOGOS CONTEMPORÂNEOS LEILANE ASSUNÇÃO Conferência de Encerramento
Prof.ª. Drª. Maria João Vaz (IUL)


*sujeito à alterações

CADERNOS DE RESUMO COM ISBN


         


Normas para trabalho completo

NORMAS PARA ENVIO DO TRABALHO COMPLETO

(PARA APRESENTADORES DE TRABALHO)

Informações para a elaboração dos resumos:

Título do resumo em CAIXA ALTA e em negrito; fonte Times New Roman, tamanho 12; com nome do autor alinhado à direita e as seguintes informações abaixo: titulação, instituição e e-mail do autor.
Texto do resumo (para publicação nos anais): fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento simples; máximo de 15 linhas e 3 palavras-chave. OBS.: Esse resumo se refere ao que será publicado em anais, quando não for publciado o trabalho completo, não ao resumo da inscrição, cuja orientação para elaboração está em Inscriçôes.

Instruções para a submissão dos trabalhos completos:
- Os arquivos devem ser em formato .doc (“documento de Word”) e enviados exclusivamente por meio do email do evento, indicando Simpósio Temático no assunto do email.
- O prazo para envio dos textos é 08 de fevereiro.
Instruções sobre a forma do texto completo:
  1. O texto precisa ter entre 10 páginas no mínimo e 15 páginas no máximo, com referências bibliográficas.
  2. Formato: A4;
  3. Fonte: Times New Roman;
  4. Tamanho: 12;
  5. Espaçamento: 1,5;
  6. Margens: superior e inferior 2,5; esquerda e direita 3,0;
  7. Alinhamento: justificado;
  8. Título em maiúsculo, centralizado e em negrito;
  9. Nome do(s) autor(es) alinhado à direita depois de uma linha de espaço do título;
  10. Vinculação institucional, logo abaixo do(s) nome(s) do(s) autor(es), também alinhado à direita;
  11. Endereço eletrônico logo abaixo da vinculação institucional;
  12. Citações com até 3 (três) linhas deverão vir no corpo do texto, sem itálico, com chamada autor-data entre parênteses. As citações com mais de 3 (três) linhas devem vir fora do corpo do texto, tamanho 10, com recuo de 4 cm;
  13. Caso o trabalho contenha imagens, estas deverão estar em 300 dpi no formato TIF ou JPEG e colocadas no próprio texto.
  14. As indicações bibliográficas no corpo do texto, colocadas entre parênteses, deverão se resumir ao último sobrenome da autoria, à data de publicação da obra e à página, quando necessário (SILVA, 2003, p. 13). Se o nome da autoria estiver citado no corpo do texto, indicam-se, entre parênteses, apenas a data e a página. Notas de rodapé, apenas em caráter de explicação;
  15. As referências bibliográficas finais devem seguir as recomendações da ABNT.
 

A Comissão Organizadora do IX Encontro Estadual de História da ANPUH-RN - 2020, torna público o edital de seleção de monitores para colaborar no referido evento, conforme as normas e condições nele explicitadas. O prazo para inscrição será até o dia 29/10, a contar da presente data (26/10). A divulgação dos monitores escolhidos ocorrerá no dia 30/10. Esperamos contar com a participação de todos vocês, alunos e alunas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, para enriquecer e promover o nosso IX Encontro da melhor forma.
Atenciosamente,
Coordenação do IX Encontro Estadual de História da ANPUH-RN.

         


Levantamento de pousadas e hotéis em Mossoró
Pousada Mossoró Avenida Wilson Rosado 54, Aeroporto, Mossoró, CEP 56907-860,
Pousada Asa Branca Avenida Wilson Rosado 1650 A, Aeroporto, Mossoró, RN, 59607-051.
Hotel Zenilândia Rua Souza Machado, Mossoró, CEP 59600-110.
Pousada Ruta Del Sol Rua Hermes de Castro Santos, 80, Bairro Costa e Silva Casa, Mossoró, CEP 59625-515.
Hotel Casa Blanca Av. Presidente Dutra, 1453, Mossoró, CEP 59600-000.
Studio West Flat Mossoró Av João da Escócia, Ed. West Flat, Mossoró, CEP 59612-045.
Hotel Imperial Rua Santos Dumont, 237 , Mossoró, CEP 59600-170.
Chalé Executivo Apart Hotel Rua Bernardino Martins Veras, 28, Mossoró, CEP 59625-614.
Hotel Villaoeste Av. Presidente Dutra, 870, Ilha de Santa Luzia, Mossoró, CEP 59625000.
Vitória Palace Hotel Rua Lucas Evangelista de Morais, 1100, Mossoró, CEP 59612-085.
West Flat Mossoró 2095 Avenida João da Escóssia 1001, Mossoró, CEP 59612-045.
Hotel Ibis Rua Manoel Hemeterio 10, Mossoró, CEP 59631 020
Hotel Executivo Boulevard 1078 Avenida Alberto Maranhão, Centro, Mossoró, CEP 59600-195.
Thermas Hotel & Resort Avenida Lauro Monte, 2001, Mossoró, 59619-000.  
Garbos Trade Hotel Av Lauro Monte, 1301, Mossoró, CEP 59619-000.
Hotel Sabino Palace Av. Presidente Dutra, 1744, Mossoró, CEP 59631-000
 
Hotéis e pousadas mais próximas ao local do evento
Pousada Ruta Del Sol (84) 2142-2064
Hotel Casa Blanca (84) 3321-6538
Chalé Executivo Apart Hotel (84) 3312-1839
Hotel Villaoeste (84) 3323-0300
Hotel Ibis (84) 3422-6422
Hotel Imperial (Centro) (84) 3316-2210
Hotel Executivo Boulevard (Centro) (84) 3317-0042
Hotel Zenilândia (Centro) (84) 3321-2949
 

ATA DA REUNIÃO

DATA 26 DE ABRIL DE 2019



Publicação de obra premiada. Após discussões com os presentes, o encaminhamento dado foi de submeter a publicação da obra pela editora da UERN e viabilizar duas edições da obra: e-book e impressa.
Situação legal da diretoria. O presidente resumiu como está a situação jurídica da ANPUH/RN repassando os encaminhamentos necessários para a sua resolução que prevê a reunião de 30% dos associados a fim de convocar uma Junta provisória para promover novas eleições que legalize a situação da diretoria do biênio 2018-2020.
Situação financeira da ANPUH/RN.  O presidente apresenta o trabalho do contador responsável pelas finanças da ANPUH/RN, que atua enviando os boletos de custo de serviço mensalmente. Os membros da diretoria questionam a necessidade do trabalho mensal do contador e a importância da declaração de imposto de renda realizada pela associação. Thiago levantou a necessidade de averiguar o contrato do contador para discutirmos as cláusulas que embasam os seus serviços e consultar outro profissional ligado à área de consultoria para associações. O presidente se prontificou em entrar em contato com o contador a fim de ter conhecimento sobre as contas do ano passado relativas à associação. A diretoria decidiu que o encaminhamento da pauta será a consulta a outro profissional e a observação do contrato e suas cláusulas com o profissional atual.  Jovelina sugeriu o estabelecimento de um cronograma para definirmos a elaboração do abaixo assinado para convocação da Assembleia, a formação da junta provisória com os associados presentes na assembleia para a convocação das eleições.  O cronograma foi pré-estabelecido com as seguintes datas: até o dia 28 de abril de 2019 a diretoria enviará um e-mail aos associados a fim de esclarecer a situação atual da ANPUH/RN; até o dia 01 de maio, a diretoria vai redigir o texto a ser encaminhado pelo abaixo assinado; posteriormente, deverá viabilizar as assinaturas de 1/5 de associados  com data prevista até o dia 06 de maio de 2019; no dia 17 de maio de 2019 realizar a assembleia e constituir a junta provisória. Já sobre a realização das eleições, a Assembleia decidirá os prazos, uma vez que compete a esta deliberar acerca dos casos omissos ou não previstos na lei ou no Estatuto da ANPUH/RN. Ações da ANPUH-RN (atuais e futuras) na defesa da educação pública e democrática. O presidente esclarece que a ANPUH/RN faz parte da Frente pela Educação Democrática e que foi pensado na prática de intervenções dos locais onde tem a ANPUH com objetivo de construir um diálogo com o público da comunidade escolar das regiões, principalmente, discentes dos institutos federais. IX Encontro Estadual de História da ANPUH/RN.
O presidente propõe a realização do IX encontro da ANPUH na semana dos dias 10 a 13 de junho. Os demais membros da diretoria questionam o cronograma de datas para o evento, tendo em vista a existência do feriado do dia 11 de junho, que poderia implicar o esvaziamento do evento, tanto do público de inscritos quanto de alunos da UERN para atuar como monitores. Thiago lança uma nova proposta de data de evento, sendo realizado do dia 02 a 05 de junho de 2020. Em votação, a maioria decidi por realizar o IX Encontro Estadual de História da ANPUH/RN na primeira semana de junho e encaminha, para Leonardo e para Jovelina, a tentativa de incluir a semana do evento no calendário acadêmico da UERN.  A programação geral é discutida pela diretoria e fica definido a duração de quatro dias de realização do evento, proporcionando as atividades de minicurso, oficinas, nove mesas redondas ocorrendo concomitantemente ocorrendo no turno matutino (três em cada dia), para o turno vespertino, ficam estabelecidos a realização de simpósios temáticos e, para o turno da noite, ocorrerão atividades de lançamento de livro, dois diálogos contemporâneos voltados para movimentos sociais no campo e para educação e as conferencias (abertura e encerramento). A diretoria discutiu os nomes que irão compor as conferências de abertura e de encerramento. Para a primeira conferência, fica estabelecido no nome da professora Márcia Motta. Para a conferência de encerramento, a diretoria votou unanimemente a participação da professora Maria João Vaz (ISCTE, Lisboa, Portugal). Foi decidido que o tema do IX Encontro Estadual da ANPUH será definido a partir do tema geral norteado pela ANPUH nacional.

- Editais de fomento à eventos


Comissão Organizadora do Evento
Profª. Aryana Lima Costa (UERN/Mossoró)
Prof. Carlos Eduardo Martins Torcato (UERN/Mossoró)
Profª. Jovelina Silva dos Santos (UERN/Assu)
Prof. Leonardo Cândido Rolim (UERN/Mossoró)
Profª Lívia Brenda da Silva Barbosa (UERN/Mossoró)
Profª. Maiara Juliana Gonçalves da Silva (EAJ/UFRN)
Prof. Thiago Alves Dias (UFRN)

EMENTAS DOS MINICURSOS

MC 1 – História da África e Literatura
Prof. Me. Arthur Fernandes da Costa Duarte
Objetivos:
  • Compreender as relações entre História da África e Literatura
  • Discutir a interação entre as áreas da História e da Literatura a partir da perspectiva africana
  • Avaliar a contribuição da Literatura africana para novas formas de compreender a realidade-mundo.
Justificativa: Há algumas décadas a relação entre História e Literatura vem se estreitando, com diversos trabalhos lançando mão dessa aproximação e abordagem. O minicurso se propõe a dialogar com essa tradição que vem se formando além de acrescentar o olhar da perspectiva africana a essa esfera de análise. Abordar a construção desses campos, sobretudo do último, em realidades pós-coloniais e avaliar as possibilidades e perspectivas que essas construções narrativas podem conceder ao olhar do historiador.
Carga horária: 6 horas.
Conteúdo:
  • História e literatura, abordagens.
  • História da África a partir da literatura
  • Literatura pós-colonial africana e história, intersecções.
Bibliografia básica
ACHEBE, Chinua. O mundo se despedaça. São Paulo: Companhia das letras, 2009.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. A historiadora obstinada. In: No seu pescoço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 212-233.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Meio-sol amarelo. São Paulo: Companhia das letras, 2016.


MC 2 – Introdução à pesquisa histórica em Arquivos Eclesiásticos
Ms. Cláudio Correia de Oliveira Neto
Poliana Cláudia Martins da Silva Dantas
EMENTA:
Conceito de Arquivo Eclesiástico; Caracterização de um Arquivo Eclesiástico; Legislação canônica e brasileira sobre Arquivos Eclesiásticos; A relação dos Arquivos Eclesiásticos com a Historiografia produzida e as pesquisas na área; Articulação entre Teoria e Prática na gestão documental; Estudo de caso sobre o Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal (AMAN); História do AMAN; Quadro de arranjo do AMAN; Protocolo de pesquisa; Guia do acervo AMAN; Catálogo do Jornal “A Ordem”; Inventário dos livros de registros paroquiais; Possibilidades de pesquisa no AMAN.
JUSTIFICATIVA:
As documentações são as fontes de toda a História, e os arquivos que as guardam são lugares privilegiados. Há uma relação de dependência entre os arquivos que temos acesso e o conhecimento histórico que possuímos. Quanto mais arquivos organizados tivermos mais produziremos. Cada arquivo guarda em si suas particularidades que ora podem auxiliar, ora atrapalhar seus usuários. As pesquisadoras e pesquisadores precisam então superar as pedras do caminho que aparecem nos arquivos que consultam. Entre os arquivos mais complexos temos os Arquivos Eclesiásticos. Uma pessoa que desconhece os meandros dos Arquivos Eclesiásticos terá muita dificuldade em sua pesquisa. É necessário atentar para a vastidão temporal e espacial da Igreja Católica, a estrutura organizacional da mesma que é simultaneamente hierarquizada e autônoma. Além de levar em consideração que há toda uma dimensão teológica nos Arquivos Eclesiásticos uma vez que são compreendidos como um rastro de Jesus Cristo que serve a um proposito evangelizador e uma referência temporal para as ações da Igreja. É necessário portanto para uma melhor fruição uma capacitação dos usuários e usuárias. Visando colaborar com a capacitação dos usufrutuários e usufrutuárias propomos o presente minicurso. Devido a diversidade de configurações dos Arquivos Eclesiásticos optamos por tomar como estudo de caso o Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal. A Igreja norte-rio-grandense na segunda metade do século XX passa por uma experiência sui generis que modifica todo o pensamento católico. Tal mudança estava alinhada com as ideias progressistas da Santa Sé como um todo no plano internacional. Natal vira protagonista com o  Movimento de Natal (1943-1964) que é a primeira iniciativa da igreja no enfrentamento prático as desigualdade socais;  as experiência das  Irmãs Vigárias (1964), primeira vez na história do catolicismo que mulheres assumem a gestão de paróquias;  a Campanha da Fraternidade (1965); o Programa de Educação Política (1972-1988), que tenta construir uma nova cultura política no Rio Grande do Norte entre tantas outras iniciativas. Todo esse rico processo deu origem a um belo acervo que foram se acumulando ao longo do tempo sem serem organizados. É no ano de 2006 que a Arquidiocese de Natal firma um convênio com o Departamento de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com o objetivo de organizar e disponibilizar ao público. O primeiro passo foi a realização de um diagnóstico que apontou para as péssimas condições de guarda documental. Em seguida começou a fase de higienização documental, descrição documental e uma reforma no espaço físico. Durante está etapa o Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal (AMAN) começou a receber bastante material, o que fez com que a higienização só fosse concluída em 2013. Nos anos de 2014 e 2015 começou a classificação e ordenação da documentação. O Arquivo se encontra no momento na fase de produção de seus instrumentos de pesquisa: guia, catálogos e inventários do acervo. O Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal conta com um rico e vasto acervo documental sobre ação da Arquidiocese de Natal no auxílio a comunidades carentes. A documentação abrange as atividades administrativas, pastorais e eclesiásticas com recorte temporal que vai de 1889 até 2010, livros de registro dos séculos XVII-XX, e a coleção dos periódicos do Jornal “A Ordem” e “L'Observatorie Romano” das décadas de 1930-1960.  São documentos de diversas tipologias e que registram a atuação da Igreja, numa média de 350 mil documentos, distribuídos em 628 caixas-arquivos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
  1. Conceito e caracterização dos Arquivos Eclesiásticos;
  2. Os arquivos eclesiásticos na legislação canônica e brasileira;
  3. Arquivos Eclesiásticos e sua relação com a Historiografia e as pesquisas na área;
  4. Gestão de Documentos: seus desafios e possibilidades;
  5. História do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal;
  6. Organização do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal;
  7. Instrumentos de pesquisa do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal;
  8. Possibilidades de pesquisa do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal.
OBJETIVO GERAL: Capacitar a comunidade acadêmica para maior fruição dos Arquivos Eclesiásticos aumentando a maior produtividade das pesquisas na área.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
  1. Promover a pesquisa acadêmica;
  2. Refletir sobre a relação arquivo e historiografia;
  3. Apresentar a estrutura e o acervo do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal para a comunidade acadêmica
  4. Apresentar instrumentos que facilitem a pesquisa das historiadoras e historiadores;
  5. Incentivar a pesquisa no acervo do Arquivo Metropolitano da Arquidiocese de Natal.
BIBLIOGRAFIA:
ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Política Pública de Arquivos e Gestão Documental do Estado de São Paulo. 2 ed. Ver. E ampl. São Paulo: Arquivo Público do Estado, 2014.
BERTO, João Paulo. As especificidades das Bibliotecas e Arquivos Eclesiásticos no Brasil: apontamentos históricos para uma política de gestão integrada. História e-História, Campinas, 8 mar. 2012. Disponível em http://www,historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=alunos&id=429 Acesso 02 Fev 2019.
BERNARDES, Ieda Pimenta; DELATORRE, Hilda. Gestão Documental Aplicada. São Paulo: Arquivo Público do Estado, 2008.
CARTA PASTORAL A formação dos futuros presbíteros à atenção para os Bens Culturais da Igreja. 15 de outubro de 1992.
CARTA PASTORAL A função pastoral dos Arquivos Eclesiásticos, 2 de fevereiro de 1997
CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO, promulgado por João Paulo II, Papa. 4 ed. Ver. Lisboa: Conferência Episcopal Portuguesa, 2007.
DERRIDA, Jacques. Mal de Arquivo: uma impressão freudiana. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.
LOPES, Uberman dos Santos. Arquivos e a organização da gestão documental. Revista ACB, Santa Catarina, v.9, nº1, 2004.


MC 4 – Das tumbas tebanas aos templos de milhões de anos: teoria da agência e memória cultural aplicadas ao Egito Antigo
Prof. Arthur Rodrigues Fabrício[1]
Prof. Pedro Hugo Canto Núñez[2]
Objetivos:
  • Demonstrar como o Egito Antigo pode ser analisado pelo viés das teorias de agência e de memória cultural;
  • Discutir funcionalidades dos templos. complexos de culto divinos e reais, ao longo da história egípcia, com ênfase no Reino Novo do Egito Antigo;
  • Ampliar os conhecimentos sobre as tumbas tebanas, com ênfase nas estruturas de particulares;
  • Apresentar perspectivas científicas atuais, mais amplas e enriquecedoras, sobre as crenças funerárias egípcias.
  • Debater a importância dos templos e tumbas na composição da paisagem religiosa tebana e nas dinâmicas socioculturais da antiga cidade.
Justificativa:
A antiga de cidade de Tebas, moderna Luxor, no Alto Egito, foi por diferentes épocas, durante o Reino Médio (1980 – 1760 a.C.) e o Reino Novo (1539 – 1077 a.C.), a capital administrativa de todo o Egito, considerada por diversos especialistas como a principal cidade daquela região. Mesmo quando faraós reinantes moveram a capital para outras localidades, como Itjtawy, na região do Faium, na XII dinastia (1939 – 1760 a.C.), e Pi-Ramessés, no Baixo Egito, na XIX (1292 – 1191 a.C.), Tebas, ou, como era conhecida, niwt - ‘A Cidade’, manteve sua importância central de capital religiosa do império. Lá, séculos a fio, construiu-se uma portentosa cidade, que se estendia ao longo das duas margens do Nilo, produzindo uma complexa paisagem religiosa, que afetava as e era afetada pelas dinâmicas sociais e religiosas da localidade.
Este breve curso propõe apresentar para seus ouvintes dois tipos de estruturas centrais à esta paisagem tebana durante o Reino Novo: 1) os templos erigidos pelos monarcas, tanto na margem oeste quanto na leste, enfatizando os complexos de culto reais, voltados ao culto da imagem e memória do faraó reinante; e 2) as tumbas de particulares da elite, que compunham a necrópole de Tebas na margem oeste do rio Nilo.
O minicurso, por sua vez, justifica-se pela abrangência de temas e conceitos a serem explorados, bem como por sua relevância e centralidade em relação ao próprio estudo da história egípcia. Abordar-se-á, por meio de uma vasta diversidade de fontes e documentos, questões que cercam e perpassam as crenças funerárias, a paisagem, a arquitetura e a monumentalidade egípcia, festivais e participação popular, memória e agência, sendo estes últimos dois conceitos que nortearão, respectivamente, os dois encontros propostos para este evento.
Carga horária: 6 horas.
Conteúdo:
Aula 1: Templos reais, templos divinos: pensando os templos egípcios por meio da teoria de memória cultural – 3 horas;
Aula 2: Tumbas tebanas de particulares: teoria da agência aplicada ao Egito Antigo – 3 horas.
Bibliografia básica:
ANSCHUETZ, Kurt F.; WILSHUSEN, Richard H.; SCHEICK, Cherie L.  An Archaeology of Landscapes: perspectives and Directions, Journal of Archaeological Research, v. 9, n. 2, p. 157-211, 2011.
ASSMANN, Jan. Death and Salvation in Ancient Egypt. Ithaca: Cornell University Press, 2005.
CARDOSO, Ciro F. S. Construção de Monumentos Régios e Simbolização do espaço no antigo Egito (Reino Novo, séculos XVI-XI a.C.). Revista Mundo Antigo (NEHMAAT-UFF/PUCG), Campos dos Goytacazes (RJ), ano 1, v.1, nº1, p. 29-54, Junho, 2012.
DAVID, Rosalie. Religião e Magia no Antigo Egito. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
DONADONI, Sergio. (org.) O Homem Egípcio. Lisboa: Editorial Presença, 1994, p. 239-262.
HORNUNG, Erik. Idea into Image: essays on ancient egyptian thought. New York: Timken, 1992.
INGOLD, Tim. The Temporality of the Landscape. World Archaeology, Vol. 25, No. 2, Conceptions of Time and Ancient Society (Oct.,1993), p. 152-174.
KEMP, Barry. Temple and town in Ancient Egypt. In: UCKO, Peter J. (et al, org.). Man, Settlements and Urbanism. London: Duckworth, 1972, p. 657-680.
______. Ancient Egypt: Anatomy of a Civilization. New York: Routledge, 2018.
MOELLER, Nadine. The Archaeology of Urbanism in Ancient Egypt: from the Predynastic Period to the End of the Middle Kingdom. Cambridge: Cambridge University Press, 2016.
PEREYRA, Violeta (et al, org.). Espacios de interpretación en la necrópolis tebana. Buenos Aires: s/ed., 2018.
POLIGNAC, F. de; SCHEID, J. Qu’est-ce qu’un «paysage religieux»? Représentations  cultuelles de l’espace dans les sociétés anciennes. Revue de L’histoire des Religions, 227 – 4/2010, p. 427- 434.
REEVES, Nicholas; WILKINSON, Richard H. The Complete Valley of the Kings: Tombs and Treasures of Egypt’s Greatest Pharaohs. New York: Thames & Hudson, 2000.
SHAFER, B. E. (org.). Temples of Ancient Egypt. Ithaca: Cornell University Press, 1997.
SHAW, Ian (org.). The Oxford History of Ancient Egypt. Oxford: Oxford University Press, 2000.
SNAPE, Steven R. Egyptian Temples. Buckinghamshire: Shire Publications, 1996.
WILKINSON, Richard H. The Complete Temples of Ancient Egypt. London: Thames & Hudson, 2000.

[1] Doutorando em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
[2] Mestrando em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.


MC 5 – O Livro Didático de História: pesquisas e possibilidades
Prof. Ms. Jandson Bernardo Soares
Prof. Matheus Oliveira da Silva
Conteúdo:
  • Surgimento e panorama das pesquisas sobre livros didáticos de História no Brasil;
  • Surgimento e panorama das narrativas de síntese sobre o livro didático de História;
  • O livro didático como fonte para a pesquisa no Ensino de história – possibilidades e atividade prática
Objetivos:
  • Identificar como o livro didático de História tem sido tratado pelas pesquisas no Brasil, entre os anos 1970 e 2013;
  • Analisar a constituição do livro didático como fonte de pesquisa para o Ensino de História;
  • Fomentar novas abordagens de pesquisa a partir desse objeto.
Justificativas:
Este minicurso parte de quatro importantes aspectos que norteiam seus objetivos. O primeiro deles é assimilar que a compreensão a respeito das formas como as pesquisas sobre o livro didático de história no Brasil, entre 1970 e 2018, o tratam, abre novos caminhos para pesquisas, seja ampliando o leque de abordagens, seja lançando um olhar crítico sobre as perspectivas hegemônicas. Optou-se por operacionalizar por esse recorte temporal em virtude de entender que a década de 70 foi um momento de constituição sistemática e ininterrupta, até os dias atuais, sobre esse tema, inicialmente realizado em grande medida a partir da fundação dos programas de pós-graduação. Já o marco final representa a intenção de aproximar-se ao máximo das discussões atuais. Em segundo lugar, analisar historicamente essas pesquisas permite visualizar quais eram as demandas postas ao ensino de História e como estas mesmas demandas alcançaram esse material. Isso demonstra como o livro didático não está isolado na sociedade e, nem tampouco, no universo escolar, mas que ele se conecta aos valores sociais e às disputas políticas e acadêmicas, por exemplo. O que se sabe acerca das referidas pesquisas é que há uma abordagem hegemônica, que está centrada nos conteúdos substantivos dos livros. Esta característica é ditada, em geral, pelas narrativas de síntese advindas de determinados centros de produção. Assim, o exercício proposto por este minicurso contribui ao posicionamento perante tais narrativas e, sobretudo, perante os impactos que causam no que se escreve sobre os livros didáticos de história – quais recortes, sujeitos, elementos do livro e referências são privilegiados nas escolhas dos pesquisadores. Finalmente, esse espaço se pretende como um momento em que os participantes poderão fazer um trabalho guiado sobre aspectos do livro didático que podem ser indicadores de possíveis problemáticas e, ao mesmo tempo, fontes para a pesquisa histórica. Nesse ponto, a ideia é reconhecer o livro para além de sua individualidade, compreendendo-o como uma unidade que envolve o diálogo entre várias linguagens, políticas educacionais, propostas metodológicas, concepções de ensino e educação.
REFERÊNCIAS:
BITENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
CAIMI, Flávia Heloísa. O que sabemos (e o que não sabemos) sobre o livro didático de História. In: GALZERANI, Maria Carolina Bovério; BUENO, João Batista Gonçalves; PINTO JR., Arnaldo (Org.). Paisagens da pesquisa contemporânea sobre o livro didático de história. Campinas: Centro de Memória/ Unicamp, 2013. p. 35-52.
CHOPPIN, Alain. O historiador e o livro escolar. Revista História da Educação, São Paulo, ASPHE/FaE/UTPel, abr. 2002.
DEIRÓ, Maria de Lourdes Chagas. As belas mentiras: a ideologia subjacente. São Paulo: Moraes, 1978.
FARIA, Ana Lúcia G. de. Ideologia no Livro Didático. 11. ed. São Paulo: Cortez, 1995.
FILGUEIRAS, Juliana Miranda. O estudo dos programas e livros didáticos de História pelo CBPE: a análise do professor Guy de Hollanda. Disponível em: <http://ojs.fe.unicamp.br/ged/FEH/article /viewFile/4931/3909>. Acesso em: 30 abr. 2017.
FONSECA,  Thais  Nívia  de  Lima  e.  História  &  ensino  de  História.  2  ed.  Belo Horizonte: Autêntica, 2004, 120 p.
GALZERANI, Maria Carolina Bovério. Livros didáticos: cenários de pesquisa e práticas de ensino do Brasil. In: _____; BUENO, João Batista Gonçalves; PINTO JR., Arnaldo (Org.). Paisagens da pesquisa contemporânea sobre o livro didático de história. Campinas: Centro de Memória/Unicamp, 2013. p. 53-76.
GASPARELLO, Arlette M. Construtores de identidades: os compêndios de História do  Brasil  do  Colégio  Pedro  II  (1838-1920).  Tese  (Doutorado  em  Educação) Programa de Pós-Graduação em Educação: História, Política, Sociedade. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2002, 305f.
JULIA,  Dominique.  A  cultura  escolar  como  objeto  histórico.  Revista  Brasileira  de História da Educação. Campinas, n. 1, p. 9-43, 2001.
MOREIRA, Kênia Hilda. Um mapeamento das pesquisas sobre o livro didático de História na Região Sudeste: 1980 a 2000, p. 168. Dissertação (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-graduação em Educação Escolar, Universidade Paulista, Araraquara, 2006.
SCHMIDT, Maria Auxiliadora Moreira dos Santos. História do ensino de história no Brasil: uma proposta de periodização.  Revista História da Educação. Porto Alegre, v.16, n.37, p.73-91, maio/ago. 2012.
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SOARES, Jandson Bernardo. As produções sobre livros didáticos de História no Brasil: um estudo sobre as pesquisas de análise de conteúdo entre as décadas de 1970 e 2010. Monografia (Licenciatura em História) – Departamento de História, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
VESENTINI, Carlos. Escola e Livro Didático de História. In: SILVA, Marcos A. da (Org.) Repensando a História. São Paulo: Marco Zero, 1984.


MC 6 – Patrimônios outros e diversos: necessidade de reconhecimento e preservação
Prof. Almir Félix Batista de Oliveira – Doutor em História (PUC-SP) – Bolsista PNPD/CAPES/PPGTUR/CCSA/UFRN.
Ementa: Os últimos vinte anos de preservação do patrimônio cultural brasileiro; A necessidade de reconhecimentos da pluralidade de patrimônios em face da diversidade cultural; O Decreto 3551/2000 e os outros patrimônios; Outros patrimônios culturais e as diversas áreas de conhecimento como a História e o Turismo.
Palavras-chave: Patrimônio cultural brasileiro; Patrimônios Outros e Diversos; Reconhecimento e Preservação.
Justificativa: A preservação do patrimônio cultural no Brasil data do final da década de 1930 e muita coisa foi preservada de lá para cá, evidentemente que poderia ter sido muito mais. Com o advento da Constituição Federal Brasileira de 1988 e da conformação de um novo conceito de Patrimônio Cultural inscrito nesta uma questão ganhou grande relevância que foi o da preservação do Imaterial. Justifica-se assim a existência dessa proposta e por tanto desse minicurso para que possa ser apresentado/discutido com os alunos, futuros licenciados e bacharéis em História como em outras áreas sobre essas novas formas de definição, apresentação e preservação do patrimônio, levando-se em conta a questão da diversidade.
Forma de desenvolvimento do curso:
O Curso se desenvolverá nos três dias programados pela organização do evento sempre com uma exposição teórica inicial e, em seguida, a apresentação de materiais (vídeos, dossiês etc.) e discussão.
Objetivos:
  • - Discutir as formas de preservação do patrimônio cultural brasileiro nos últimos vinte anos e sua relação com diversas áreas do conhecimento a exemplo da História e do Turismo;
  • - Discutir o Decreto 3.551/2000 e a preservação de outros patrimônios;
  • - Apresentar exemplos de outros patrimônios preservados e os usos pelas diversas áreas do conhecimento a exemplos da História e do Turismo.
Carga Horária: 6 horas/aula.
Programa:
1º Dia (Primeira Sessão):
  • 1- O conceito de Patrimônio Cultural Brasileiro: algumas considerações;
  • 2- História da preservação do patrimônio cultural brasileiro: os últimos 20 anos;
  • 3- Apresentação de Documentário;
2º Dia (Segunda Sessão):
  • 4- O patrimônio cultural brasileiro e o Decreto 3.551/2000;
  • 5- O patrimônio cultural brasileiro e o Inventário Nacional de Referência Cultural;
  • 6- Apresentação de Dossiês;
3º Dia (Segunda Sessão):
  • 7- Exemplos de outros patrimônios preservados e os usos pelas diversas áreas do conhecimento a exemplos da História e do Turismo;
  • 8- O Caso das Rendeiras de Ponta Negra – Natal – RN;
  • 9-Encerramento
Equipamentos necessários:
Data Show; Caixas de Som; Notebook.
Bibliografia:
ABREU, Regina, CHAGAS, Regina (Orgs.). Memória e Patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
ABREU, Regina, DODEBEI, Vera (Orgs.). E o patrimônio? Rio de Janeiro: Contracapa; PPMS/UNIRIO, 2008.
BARRIO, Ángel Espina, MOTTA, Antonio e GOMES, Mário Hélio (Orgs.). Inovação Cultural, Patrimônio e Educação. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2010.
BARROSO, Véra Lucia Maciel [et al.] Ensino de História: desafios contemporâneos. Porto Alegre: EST; EXCLAMAÇÃO; ANPUH-RS, 2010.
CANCLINI, N. G. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2003.
CENTRO DE MEMÓRIA DO OESTE DE SANTA CATARINA. Cadernos do CEOM. Educação Patrimonial e Fontes Históricas. Ano 14. N.º 12. Chapecó: Argos, 2000.
CENTRO DE MEMÓRIA DO OESTE DE SANTA CATARINA. Cadernos do CEOM. Educação Patrimonial. Ano 20. N.º 26. Chapecó: Argos, 2007.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade/ Editora da UNESP, 2001.
CHUVA, Márcia. Os arquitetos da memória. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2009.
FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; MinC/IPHAN, 2005.
GIL, Carmem Zeli de Vargas & TRINDADE, Rhuan Targino Zaleski (Orgs.). Patrimônio Cultural e Ensino de História. Porto Alegre: Edelbra, 2014.
HORTA, Maria de Lourdes P.; GRUNBERG, Evelina; MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico de Educação Patrimonial. Brasília: IPHAN, Museu Imperial, 1999.
LÖWY, Michael. Walter Benjamin: aviso de incêndio – uma leitura das teses “sobre o conceito de História”. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.
MAGALHÃES, Aloísio. E Triunfo? A questão dos bens culturais no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
MATTOZZI, Ivo. Currículo de História e educação para o patrimônio. In: Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 47, p. 135-155, jun. 2008.
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Patrimônio, memória e ensino de história. In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de, CAINELLI, Marlene Rosa e OLIVEIRA, Almir Félix Batista de (Orgs.). Ensino de história: múltiplos ensinos em múltiplos espaços. Natal: EDFURN, 2008
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. A preservação do patrimônio imaterial como afirmação de outras etnicidades. In: Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH: São Paulo, julho 2011.
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Memória, história e patrimônio histórico. Políticas públicas e a preservação do patrimônio histórico. Aracaju: Editora da UFS, 2012.
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. O patrimônio cultural e os livros didáticos de História ou de como se constrói o sentimento de pertencimento (Brasil - 2000-2015). São Paulo: Programa de Pós-Graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), 2016 (Tese de Doutorado).
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Educação Patrimonial. In: FERREIRA, Marieta de Morais & OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2019.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. O Direito ao Passado – Uma Discussão Necessária à Formação do Profissional de História. Aracaju: Editora UFS, 2011.
POULOT, Dominique. Uma história do patrimônio no Ocidente: séculos XVIII-XXI. São Paulo: Estação Liberdade: 2009.
SIMÃO, Maria Cristina Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
SOARES, André Luis Ramos (Org.). Educação Patrimonial: relatos e experiências. Santa Maria: Ed. UFSM, 2003.


MC 7 Relações étnico-raciais e ensino de História: currículo e materiais didáticos na Educação Básica
Jefferson Pereira da Silva[1]
Objetivos:
  • Discutir os usos e possibilidades de trabalho com materiais e recursos didáticos em sala de aula no que se refere à promoção de uma educação antirracista;
  • Refletir sobre o processo de implementação das leis e diretrizes curriculares que versam sobre o ensino da história e cultura da África e dos afro-brasileiros.
  Conteúdo:
  • Contextualização das políticas públicas que buscam promover o combate ao racismo na educação brasileira;
  • Livros didáticos, paradidáticos e produção audiovisual como materiais de uma educação antirracista;
  • Materiais e recursos didáticos em sala de aula – atividade prática.
Justificativas
A obrigatoriedade do estudo da história e cultura da África e dos afro-brasileiros em toda rede básica de ensino se efetivou como política pública nacional no ano de 2003, por intermédio da Lei de nº 10.639. Assim como nos aponta Tânia Müller e Wilma Coelho, “apesar da vitoriosa aprovação da Lei nº 10.639/2003, é necessário pensar não só na sua implantação, mas também na sua implementação” (2013, p. 43). Esse é um ponto fundamental na discussão, uma vez que tal determinação provocou uma reconfiguração não só nas instituições escolares que, por exemplo, incluíram no calendário o Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro). Outras modificações também foram necessárias e, no caso desse minicurso, merece destaque os espaços de formação docente, abarcando seja as faculdades e universidades públicas e privadas, seja os cursos de formação continuada promovidos por secretarias estudais e municipais. Tanto os professores que terminaram suas formações antes da promulgação da lei quanto os que se formaram depois, ou ainda os que estão em fase de conclusão, precisam estar atentos também ao que é produzido na cultura histórica, tanto dos produtos que foram elaborados primordialmente para fins didáticos quanto dos que não o foram. Nesse sentido, o presente minicurso objetiva discutir os usos e possibilidades de trabalho com materiais e recursos didáticos em sala de aula no que se refere à promoção de uma educação antirracista.

Referências bibliográficas
BRASIL. Lei n°10.639, de 9 de Janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências.
BRASIL. Lei n°11.645, de 10 de Março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de Janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
CONCEIÇÃO, Maria Telvira da. O trabalho em sala de aula com a história e a cultura afro-brasileira no ensino de história. In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (Org.). Coleção Explorando o Ensino: História (Ensino Fundamental). 21. ed. Brasília/DF: Ministério da Educação, 2010. p. 131 – 158.
D’ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multi-culturalismo: racismos e anti-racismos no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2009.
DOMINGUES, Petrônio. Movimento Negro Brasileiro: alguns apontamentos históricos. Tempo [online]. 2007, vol.12, n.23, p. 100-122. FREITAS, Itamar. Valores como objeto da aprendizagem histórica. In: BUENO, André; ESTACHESKI, Dulceli; CREMA, Everton [orgs.]. Para um novo amanhã: visões sobre aprendizagem histórica. Rio de Janeiro/União da Vitória: Edição LAPHIS/Sobre Ontens, 2016. p. 107 – 116.
GOMES, Nilma Lino. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações étnico-raciais no Brasil: uma breve discussão. In: BRASIL. Ministério da Educação; Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03. Brasília: MEC, SECAD, 2005. p. 39 – 64.
MÜLLER, Tânia Mara Pedroso; COELHO, Wilma de Nazaré Baía. (orgs). Relações étnico-raciais e diversidade. Niterói: Editora da UFF, Alternativa, 2013. OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. O Direito ao Passado – Uma Discussão Necessária à Formação do Profissional de História.2003, p. 325. Tese (doutorado em História) – Programa de Pós-graduação em História, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2003.
ROMÃO, Jeruse (org.). História da Educação do Negro e outras histórias. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. 2005.
SANTOS, Sales Augusto dos. A Lei nº 10.639/03 como fruto da luta anti-racista do Movimento Negro. In: BRASIL. Ministério da Educação; Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03. Brasília: MEC, SECAD, 2005. p. 21 – 38.
SILVA, Jefferson Pereira da. Relações étnico-raciais e o espaço escolar: articulações e dissonâncias entre o Movimento Negro e o Estado brasileiro a partir do Programa Nacional Do Livro Didático (1995 – 2014). Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-Graduação em História). Natal: UFRN, 2019.
[1] Mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e membro do Grupo de Pesquisa Espaços, Poder & Práticas Sociais (GPEPPS-UFRN)

Mesas Redondas – Programação


18/11 – Quarta-feira

MR 01 - HISTÓRIA E CONTEMPORANEIDADES

Prof.ª.  Drª. Sônia Menezes (DH-PPGEH-URCA)
Prof. Dr. Francisco das Chagas Santiago (DH/PPGEH -UFRN)
Prof. Dr. Rodrigo Perez (DH/PPGH-UFBA)
Coord. Prof. Dr. Carlos Eduardo Martins Torcato (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)

EMENTA
A proposta desta mesa é discutir as demandas colocadas pelos tempos atuais à produção de conhecimento histórico, seja pelos espaços formais de ensino, quanto pela profusão de narrativas originárias de outras fontes e que circulam pelos espaços de comunicação que permeiam a sociedade contemporânea. Essa produção e circulação coloca demandas sociais, culturais e políticas à comunidade de historiadores e historiadoras, como sua função e atuação políticas, bem como elementos epistemológicos para a área, com pautas a partir de questões como interdisciplinaridade, formato e meios de circulação das narrativas históricas e ética.


18/11 – Quarta-feira

MR 02 - NOVAS PERSPECTIVAS E NOVOS DEBATES: GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO DAS CAPITANIAS DO ESTADO DO BRASIL, SÉCULOS XVII E XVIII

Prof.ª.  Ma. Ana Lunara da S. Morais (Doutoranda- PIUD CAPES)
Prof. Dr. Leonardo Rolim (DH-PPGEH UERN)
Prof. Dr. Rafael Ricarte da Silva (DH- UFPI)
Coord. Prof. Dr. Thiago Alves Dias (Pós-doutorando – PNPD/PPGH-UFRN)

EMENTA
A presente Mesa Redonda procura abordar diferentes pesquisas relativas à história política e administrativa das capitanias do Estado do Brasil nos séculos XVII e XVIII. Sob três prismas distintos – governança, organização militar e administração alfandegária – busca-se expor novos debates da historiografia pertinente ao tema. Essa mesa também busca suscitar novas possibilidades de pesquisa, articulando temas como: trajetória administrativa e governança; conflitos de jurisdição e organização militar; e, por fim, história de família e propriedade do ofício da provedoria da Fazenda Real. A análise desse conjunto de temas, colabora para uma perspectiva plural e interconectada de diferentes aspectos políticos e administrativos da América portuguesa dos séculos XVII e XVIII.


18/11 – Quarta-feira

MR 03 - PROFHISTÓRIA: UM DIÁLOGO ENTRE PROFISSIONAIS DA ESCOLA E DA UNIVERSIDADE

Prafª Drª. Juliana Teixeira Souza (UFRN)
Prof.ª.  Dr. Wesley Garcia Ribeiro (UFPA)
Prof.ª.  Ma. Cícera Tamara Graciano Leal da Silva Fernandes (SME/Natal-RN)
Coord. Prof. Dr. André Seal (DHI-Mossoró/PPGCSIH/PPGEH-UERN)

EMENTA
A criação de um programa de pós-graduação profissional em rede na área de Ensino de História apresenta uma proposta diferenciada de formação continuada, que se configura por meio do estabelecimento de novas formas de diálogo entre os profissionais de História que atuam nas universidades e nas escolas. Diante do atual movimento de expansão da rede no Rio Grande do Norte, é relevante discutirmos os impactos do ProfHistória na perspectiva de professores e alunos do programa, avaliando suas conquistas e os avanços ainda necessários.


19/11 – Quinta-feira

MR 05 - PATRIMÔNIO CULTURAL E ENSINO DE HISTÓRIA: SABERES TEÓRICOS E USOS PRÁTICOS NA CONTEMPORANEIDADE

Prof. Dr. Almir Félix Batista de Oliveira – PPGTUR/CCSA/UFRN
Prof.ª.  Drª. Janaína Cardoso de Mello – PROFHISTÓRIA/UFS
Profa. Sabrina Barros Nepomuceno - Mestranda PROFHISTÓRIA/UFRN - Diretora da E E de Educação Profissional Professora Alda Façanha/Aquiraz/Fortaleza.
Coord.Prof. Dr. Leonardo Cândido Rolim (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)

EMENTA
A presente mesa redonda tem por objetivo discutir a relação Patrimônio Cultural e o Ensino de História. É possível constatar que essa não se caracteriza por ser uma relação nova, pelo contrário, a muito se vem usando o patrimônio como facilitador da relação ensino-aprendizagem, tanto na sala de aula como em lugares não formais como os chamados lugares de memória. Pretende-se partir da análise dessa relação nos últimos 20 anos, principalmente como o advento e conceituação do patrimônio cultural imaterial, passando por algo que se configura como realmente novo, o surgimento do Mestrado Profissional em História (PROFHISTÓRIA), verificada a partir da experiência de orientação de trabalhos que versem sobre essas temáticas, bem como a experiência de constituição de texto dissertativo e construção de um produto dentro do âmbito das exigências para obtenção do titulo de mestre em Ensino de História e sua aplicabilidade em sala de aula tendo como referência não somente a relação patrimônio cultural e ensino de História, mas também a prática da Educação Patrimonial. Sabemos que podem ser múltiplas as possibilidades de trabalho oferecidas por questões ligadas ao Patrimônio Cultural aos professores de História, justificando-se assim, podermos analisar com base em alguns modelos metodológicos já desenvolvidos em sala de aula, a relevância da ligação entre os conhecimentos adquiridos pelos professores no âmbito do PROFHISTÓRIA em relação a esse tema e a transformação da teoria em tópicos de educação patrimonial cujas situações didáticas permitem aos/às alunos/alunas a identificação e comprometimento com o que lhes pertence em termos de heranças ancestrais e póstumas.


19/11 – Quinta-feira

MR 06 - ENSINO DE HISTÓRIA E HISTÓRIA LOCAL

Prof.ª. Drª. Vilma de Loures Barbosa (UFPB)
Prof. Dr. André Mendes Salles (DHC-CERES-UFRN)
Prof. Dr. Francisco das Chagas Silva Souza (PPGEPT-IFRN)
Coord.Prof.ª. Drª. Aryana Costa (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)

EMENTA
Essa mesa se propõe a debater as possibilidades e os limites do trabalho com História Local no ensino de História. Tendo em vista as políticas públicas que têm uniformizado os currículos da educação básica, como o ENEM e a BNCC, e as investidas para uniformização dos currículos dos cursos de formação de professores, faz-se necessário discutir em que medida a produção e o ensino em História Local podem dar conta de: a) questões metodológicas como a de fontes, escala, periodização, interdisciplinaridade; b) função social do recorte, como na discussão sobre produção de identidades e da relação local/global e c) consequências das políticas públicas curriculares para o ensino de História


18/11 – Quarta-feira

MR 07 - MUNDOS DO TRABALHO

Prof. Dr. Fernando Pureza (DH-UFPB)
Prof. Dr. Francisco Carlos Oliveira de Souza (IFRN)
Prof. Dr. José Bento Rosa e Silva (DH/PPGH-UFPE)
Coord. Prof.ª. Ma. Jovelina Santos (DHI-UERN/Assu)
EMENTA Essa mesa se propõe a debater as possibilidades e os limites do trabalho com História Local no ensino de História. Tendo em vista as políticas públicas que têm uniformizado os currículos da educação básica, como o ENEM e a BNCC, e as investidas para uniformização dos currículos dos cursos de formação de professores, faz-se necessário discutir em que medida a produção e o ensino em História Local podem dar conta de: a) questões metodológicas como a de fontes, escala, periodização, interdisciplinaridade; b) função social do recorte, como na discussão sobre produção de identidades e da relação local/global e c) consequências das políticas públicas curriculares para o ensino de História

19/11 – Quinta-feira

MR 08 - REVISITANDO A HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA NORTE-RIO GRANDENSE

Prof. Dr. Bruno Balbino Aires da Costa (IFRN)
Prof. Dr. Saul Estevam Fernandes (IFRN)
Prof. Dr. Thiago do Nascimento Torres de Paula (SEEC/RN)
Coord.Prof. Dr. Marcílio Falcão (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)

EMENTA
O campo de investigação em Teoria da História e História da Historiografia tem crescido significativamente nas últimas décadas no Brasil. Diversos historiadores brasileiros têm se interessado pela problemática da construção do conhecimento histórico, em suas dimensões historiográficas e teórico-metodológicas.  Nesse sentido, a presente mesa tem como escopo discutir a História da historiografia norte-rio-grandense a partir de diferentes recortes temporais e enfoques. O debate abarca três discussões principais: a história da historiografia do Rio Grande do Norte no século XIX, especificamente, a análise dos textos de Manoel Ferreira Nobre e de Alberto Maranhão; a produção historiográfica sobre a Capitania do Rio Grande do Norte, especificamente durante o século XX, buscando compreender como os historiadores associados ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN), construíram suas narrativas referente ao passado colonial; e, por fim, a historiografia que se debruçou sobre a Primeira República no Rio Grande do Norte (1889-1930).


20/11 – Sexta-feira

MR 09 - AMÉRICA LATINA EM PERSPECTIVA

Prof.ª.  Drª. Larissa Jacheta Riberti (DHC-CERES-UFRN)
Prof. Dr. Sebastiao Leal Ferreira Vargas Netto (DH/PPGH/PPGEH-UFRN)
Prof. Dr. Fernando Victor Aguiar Ribeiro (Pós-doutorando FFLCH/USP – Bolsista FAPESP)
Coord. Prof. Dr. Lindercy Lins (DHI-Mossoró/PPGCISH-UERN)

EMENTA
A América Latina vive um momento de profundas transformações. As novas conjunturas políticas e dinâmicas sociais têm desafiado os historiadores a buscarem no passado elementos que possam contribuir na elaboração de uma chave interpretativa para esse presente tão singular. Levando em conta o papel fundamental que a análise histórica desempenha nessa tarefa, essa mesa tem como objetivo debater questões sobre a sociedade, a cultura e a política na América Latina. Nesse sentido, propõe levantar discussões sobre um passado histórico em diferentes temporalidades e espacialidades, com a pretensão de fomentar o compartilhamento e o conhecimento de informações e análises sobre países e sociedades latino-americanas.


20/11 – Sexta-feira

MR 10 - SABERES HISTÓRICOS E CONTEMPORANEIDADES: A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE HISTÓRIA NO BRASIL NAS DÉCADAS INICIAIS DO SÉCULO XXI

Prof.ª Drª. Aryana Lima Costa (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)
Prof.ª Drª. Margarida Maria Dias de Oliveira (DH/PPGEH-UFRN)
Prof.ª Drª. Nathalia Helena Alem (IFBA)
Coord.Ma. Jovelina Santos (DHI-Assu-UERN)


EMENTA
Manter a função da escola e das instituições de ensino-aprendizagem como transmissoras de cultura e as novas formas de sentir, pensar e agir da sociedade que emerge das culturas digitais é a proposta de debate desta Mesa-redonda. Faremos essas reflexões a partir das nossas experiências como formadoras de profissionais e cidadãos por meio da diversidade de ações, projetos, programas, currículos que têm configurado escolas e universidades nas décadas iniciais deste século. Registrar e compreender como essa miríade de experiências tem impactado nos cursos de História, Pedagogia e Formação Técnica-profissional e como a sociedade tem recebido essas novas experiências formadoras e o que elas implicam na configuração de uma sociedade diferenciada é nosso objetivo como forma de contribuir para a construção de orientações para a categoria de profissionais de História.


20/11 – Sexta-feira

MR 11 - GÊNERO, MULHERES E SEXUALIDADE

Prof.ª.  Drª. Ana Maria Veiga (DH/PPGH-UFPB)
Prof.ª.  Ma. Valderiza Almeida Menezes (PPGH-UFSC)
Prof.ª.  Ma. Janaína Porto (PPGH-UFRN)
Coord.Prof.ª Ma. Maiara Gonçalves (EAJ-UFRN)

EMENTA
Dentro da epistemologia feminista, as relações de poder e a construção de identidades se tornaram chaves importantes de análise e ganharam novas perspectivas de discussões pautadas no debate de gênero a partir dos anos de 1980, nos permitindo compreender melhor as lutas e trajetórias de indivíduos, grupos e políticas públicas em busca da emancipação das mulheres, bem como de demais grupos atravessados por recortes de gênero, classe e raça.  Atualmente, como temos feito a história das mulheres no Brasil? Esta mesa se propõe a dialogar e a refletir acerca das produções historiográficas que colocam em foco as mulheres enquanto sujeitas históricas, reunindo pesquisadoras a fim de fomentar discussões sobre os resultados de suas pesquisas e de suas experiências em torno das perspectivas de mulheres, gênero e sexualidade.


20/11 – Sexta-feira

MR 12 - POLÍTICA E DIVERSIDADE RELIGIOSA NO BRASIL: ENTRE O ESTADO LAICO E OS FUNDAMENTALISMOS CONTEMPORÂNEOS

Prof. Dr. André Victor Cavalcanti Seal da Cunha (DHI-Mossoró/PPGCISH/PPGEH-UERN)
Prof, Dr. Marcílio Lima Falcão (DHI-Mossoró/PPGEH-UERN)
Prof.ª.  Ma. Bruna Rafaela De Lima Lopes (IFRN)
Coord. Prof. Dr. Carlos Eduardo Martins Torcato (DHI-Mossoró/PPGCISH/PPGEH-UERN)

EMENTA
Analisaremos como a política se faz presente na construção de fenômenos religiosos. Consideramos que a sociedade vive hoje um paradoxo caracterizado, por um lado, pelas lutas em favor da consolidação de um Estado laico e democrático e, por outro, pelo fortalecimento de fundamentalismos. Objetivamos debater como esse paradoxo contemporâneo se expressa em diferentes tempos e de maneiras diversas. Apresentaremos três estudos que discutem a articulação entre a religiosidade e a política: analisaremos as aproximações de segmentos do movimento espírita ao ideário conservador de ultradireita nas primeiras duas décadas do século XXI, fundamentando-nos a partir das produções ligadas à História cultural; discutiremos algumas das vinculações e do poder da Igreja Católica Norte-Rio-Grandense com leigos católicos políticos e clérigos ligados à cultura e a intelectualidade potiguar que circulavam entre a Igreja e as principais instituições culturais e políticas de Natal na primeira metade do século XX. Nossa discussão será fundamentada em algumas reflexões da História Cultural e da historiografia religiosa do catolicismo; refletiremos sobre a dimensão política presente na diversidade religiosa no Brasil, debateremos sobre as questões que envolvem o sagrado dentro do chamado catolicismo popular, especialmente as tensões expressas nos processos de santificação alheios ao controle eclesiástico e seus usos na contemporaneidade.


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IX ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RN

UERN – MOSSORÓ – 18-20/NOVEMBRO/2020

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

ST 1 - RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: PERSPECTIVAS DE ENSINO E PESQUISA
COORDENADORES
Profa. Dra. Juliana Teixeira Souza (DH/PPGEH-UFRN)
Prof. Me. Jefferson Pereira da Silva (GPEPPS/UFRN)

Resumo:
A obrigatoriedade do ensino de História e cultura da África e dos afrodescendentes incidiu de forma direta na Educação Básica, modificando o currículo praticado nas escolas, e também impactou fortemente o Ensino Superior, por demandar a formação de professores capacitados a promover a educação para as relações étnico-raciais, e pelo incremento de pesquisas vinculadas a essa temática. Com a Lei Nº 10.639/03 completando pouco mais que quinze anos, propomos reunir profissionais de História, da graduação e pós-graduação – acadêmica e profissional – para um balanço reflexivo sobre os limites e avanços conquistados por meio desse dispositivo legal, de modo que esse Simpósio Temático constitua-se como um espaço de discussão sobre pesquisas, em andamento ou finalizadas, bem como sobre relatos de experiência nos mais diversos campos do ensino, que tratem da temática das relações étnico-raciais e estejam comprometidos com o ensino-aprendizagem e a produção do conhecimento com qualidade social.

Bibliografia:
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília: MEC, SEPPIR, CNE/CP, 2004.
BRASIL. Educação antirracista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03. Brasília: MEC, SECAD, 2005.
CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas na escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
GOMES, Flávio dos Santos, SCHWARCZ, Lilia M. (Orgs.). Dicionário da escravidão e liberdade: 50 textos críticos. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2018.
GOMES, Nilma Lino. O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
REIS, João José e SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.


ST 2 – RELIGIÕES, RELIGIOSIDADES, HIBRIDISMOS E ESPAÇOS DE CRENÇA
COORDENADOR
Prof. Dr. Lourival Andrade Júnior (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)

Resumo:
O ST tem como principal objetivo analisar as diversas manifestações religiosas, buscando refletir acerca de suas relações com os discursos que as compõem e dos processos nos quais os diversos grupos religiosos produzem e/ou reproduzem seus discursos e normalizam suas práticas em diferentes espaços. Atentar às crenças religiosas exige um aparato conceitual, teórico e metodológico que permita lidar com as inerências e singularidades de cada objeto. Nesse sentindo, o ST preza pelo diálogo transdisciplinar com o intuito de contemplar os diversos enfoques que se lançam sobre os discursos e/ou práticas religiosas, não apenas da religião e seus desdobramentos, mas da experiência religiosa como construção de conhecimento enquanto a religião se apresenta como ordem do mundo. Neste emaranhado de práticas e ritos, os hibridismos são chaves fundamentais para se perceber as redes entre o oficial e o não oficial, as temporalidades flexíveis e as espacialidades em constante transformação.


ST 3 – HISTÓRIA DO CORPO: PRÁTICAS, INSTITUIÇÕES, SENTIDOS E SABERES
COORDENADORAS
Prof.ª Dr.ª Juciene Batista Félix Andrade (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)
Prof.ª Ma. Avohanne Isabelle Costa de Araújo (Doutoranda – PPGHCS-FIOCRUZ/Bolsista CAPES)

Resumo:
O simpósio acolhe pesquisas que têm como foco o corpo humano em suas múltiplas formas e experiências históricas. Jean Jacques-Courtine, em “História do Corpo”, questiona: como o corpo se tornou hoje em dia objeto de investigação histórica? E aponta como o século XX “inventou teoricamente o corpo”, pois os trabalhos de Sigmund Freud, Merleau-Ponty e Marcel Mauss, abordam o corpo ligado ao inconsciente, elemento de significação, inserido nas formas sociais da cultura. Partindo destes pressupostos, o ST se justifica por possibilitar reunir em um espaço de discussão acadêmica, pesquisas que abordem as práticas corporais, gestuais, laborais, sexuais, religiosas, esportivas, estéticas, de gênero, dos saberes (científicos ou não) e de suas instituições ligadas a saúde e a medicina, cujos debates promovidos nos levem a construir regionalmente um grupo de discussão sobre história do corpo que possibilite a interação dos diversos objetos e pesquisadores que se desloquem do eixo Centro – Sudeste.

Bibliografia:
BRAUNSTEIN, Florence; PÉPIN, Jean-Franscois. O Lugar do Corpo na Cultura Ocidental. Lisboa: Instituto Piaget, 2001.
CORBIN, Alain; COURTINE, Jean-Jacques; VIGARELLO, Georges (orgs.). História do corpo. Petrópolis: Vozes, 2008, 3 vols.
DEL PRIORE, Mary; AMANTINO, Márcia (Orgs.). História do corpo no Brasil. São Paulo: Ed.UNESP, 2011.
ELIAS, Nobert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.
MAUSS, Marcel. As técnicas do corpo. In: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naif, 2003. p. 401-422.
PORTER, Roy. História do corpo. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: UNESP. 1992.
RODRIGUES, José. O corpo na história. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1999.
SOARES, Carmen (org). Corpo e História. Campinas: Autores Associados, 2006.


ST 4 – HISTÓRIA DO CRIME E DA JUSTIÇA NO BRASIL: FONTES, MÉTODOS E NOVAS PERSPECTIVAS DE PESQUISA
COORDENADORES
Prof. Dr. Francisco Linhares Fonteles Neto (DHI/PPGCISH/PPGEH-UERN)
Prof. Dr. Rafael Lamera Giesta Cabral (Depto. de Direito/PPGD-UFERSA)

Resumo:
A conexão entre História do Crime e Direito reflete o esforço de pesquisadores no processo de desnaturalização de práticas da Justiça nacional que, a partir de novas perspectivas dadas aos usos das fontes policiais e da justiça criminal, promove novas interpretações sobre os comportamentos dos agentes históricos frente às instâncias de controle do Estado. Desse modo, avaliar as condições em que foram produzidas essas fontes que se encontram nos arquivos judiciais, policiais e administrativos; as estratégias de controle das instituições que os produziam; e o papel da violência e do crime nas realidades sociais (sobretudo no mundo do trabalho) tornam-se fundamentais. Este ST objetiva reunir pesquisas por meio da exploração de uma gama diversificada de documentos que permitam o desenvolvimento de estudos voltados à atuação e à construção de trajetórias, grupos, biografias individuais ou coletivas, bem como debates e práticas em torno da lei e de movimentos sociais que impactem na experiência social do Direito e no estado da arte historiográfica sobre o tema.

Bibliografia:
BRETAS, Marcos Luiz. Ordem na cidade. O exercício cotidiano da autoridade policial no Rio de Janeiro: 1907-1930. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
CABRAL, Rafael Lamera. Nos rastros de um processo: trabalho, conflito e uma experiência de micro-história. Doutoramento em Direito. Brasília: UnB, 2016.
FONTELES NETO, F. L.BRETAS, M. L. (Org.) ; FLORES, M. F. C. T. (Org.) . História do Banditismo no Brasil: novos espaços, novas abordagens. 1. ed. Santa Maria: Ed. UFSM, 2019.
GRINBERG, Keila. A história nos porões dos arquivos judiciais. IN: PINSKY, Carla B.; DE LUCA, Tania R. (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p.119-139.
LEVI, Giovanni. A herança imaterial: trajetória de um exorcista no Pienonte do século XVII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
MENEZES, Lená Medeiros de. Os indesejáveis: desclassificados da modernidade. Protesto, crime e expulsão na Capital Federal (1890-1930). Rio de Janeiro: EdUERJ, 1996.
RIBEIRO, Carlos Antonio Costa. Cor e criminalidade. Estudo e análise da justiça no Rio de Janeiro (1900-1930). Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.
SOUZA, Luís Antonio Francisco de. Lei, Cotidiano e Cidade: Polícia Civil e Práticas Policiais na São Paulo republicana (1889-1930). São Paulo: IBCCRIM, 2009.


ST 5 – EXPERIÊNCIAS DE ENSINAR E APRENDER HISTÓRIA NA CONTEMPORANEIDADE: SABERES E METODOLOGIAS EM DIÁLOGO
COORDENADORAS
Profª Drª Marta Margarida de Andrade Lima (UFRPE/UEADTec)
Coord. Profª Me. Luciene Santos Pereira da Silva (UFRPE/UEADTec)

Resumo:
Este simpósio constitui-se em um espaço de discussão acerca da multiplicidade de dimensões que apresenta o ensino de História na contemporaneidade. Em consonância com a pluralidade de saberes e metodologias, debates curriculares, ensino híbrido, cultura e artefatos digitais, ensino a distância, produção de material didático e instrucional que concorrem para a aprendizagem histórica dentro e fora da sala de aula, buscamos reunir professores que atuam em diferentes níveis de ensino e alunos graduandos e pós-graduandos que desejam apresentar e discutir seus trabalhos de natureza acadêmica e/ou didática, bem como relatos de experiências que envolvam a produção de conhecimento no ensino de história, contribuindo assim, para a ampliação, visibilidade e fortalecimento do trabalho diário daqueles que lutam por uma história mais diversa, aberta e reflexiva em tempos de tanto obscurantismos.

Bibliografia:
ANDRADE. Fabiano Viana. Ensino de história frente às tecnologias digitais: um olhar sobre a prática. Revista História Hoje, v. 7, nº 14, p. 172-195 – 2018.
AMIEL, Tel. Recursos Educacionais Abertos: uma análise a partir do livro didático de história. Revista História Hoje, v. 3, nº 5, p. 189-205 - 2014
ARAÚJO, Hugo Alexandre de. Múltiplos olhares para a aprendizagem histórica: o conceito de nação através de evidências visuais. Recife, 2018. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História) - Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal de Pernambuco. Recife. 2018.
COSTA, Marcella Albaine Farias da. Ensino de História e historiografia escolar digital. Rio de Janeiro, 2019. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019.
PEIXOTO. Artur Duarte. Jogar com a história: concepções de tempo e história em dois jogos digitais baseado na temática da revolução francesa. Rio Grande do Sul, 2016. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História) - Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2016.


ST 6 – HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: INSTITUIÇÕES, PRÁTICAS E CULTURA ESCOLAR
COORDENADORES Profª Dr(a). Aliny Dayany P. de M. Pranto (DPEC/UFRN)
Prof. Dr. Azemar dos Santos Soares Júnior (DPEC/UFRN)

Resumo:
O objetivo deste simpósio é promover reflexões acerca das produções recentes no campo da História da Educação. Esse simpósio se justifica na medida em que possibilita o encontro de pesquisadores que investigam temáticas como: instituições escolares, práticas de educação formal e não-formal e cultura escolar, considerando a diversidade de recortes cronológicos e de lugares que promovem práticas educativas, tais como: escolas, hospitais, instituições filantrópicas, espaços culturais, dentre outros. Nas últimas décadas, as pesquisas voltadas à historicidade das práticas escolares, do cotidiano das instituições de ensino e da cultura escolar têm crescido no Brasil, com o aumento de pesquisas desenvolvidas nas universidades. Nesse sentido, a construção de espaços voltados ao seu compartilhamento faz-se indispensável, pois provoca novos olhares, estimula o desenvolvimento de redes de contato e fortalece o intercâmbio entre diferentes instituições, pesquisadores, tipos de pesquisa e de fontes.

Bibliografia:
BURKE, Peter. O que é história cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
FARIA FILHO; GONÇALVES; VIDAL; PAULILO. A cultura escolar como categoria de análise e como campo de investigação na história da educação brasileira. In: Educação e Pesquisa, São Paulo, v.30, n.1, p. 139-159, jan./abr. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ep/v30n1/a08v30n1.pdf>. Acesso em: 15 fev. 2018.
JULIA, Dominique. A cultura escolar como objeto histórico. In: Revista Brasileira de História da Educação, Campinas, n. 1, p. 9-43, 2001.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
VIDAL, Diana Gonçalvez. Culturas escolares. Campinas: Autores Associados, 2005.
VIDAL, D.G.; GONDRA, J.G.; FARIA FILHO, L.M.; DUARTE, R.H.. Educação, modernidade e civilização. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.
STEPHANOU, M.; BASTOS, M. H. C. Histórias e memórias da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2011. (Século XX; v. 3).


ST 7 – HISTÓRIA DAS MULHERES, GÊNERO E FEMINISMOS: NOVOS DEBATES, NOVOS DESAFIOS.
COORDENADORES
Prof. Dr. Genilson de Azevedo Farias (SEED-RN)
Profª Ma. Janaína Porto Sobreira

Resumo:
Este simpósio tem por objetivo reunir estudantes, pesquisadores, professores e demais interessados nas temáticas que abordem processos de lutas, reconhecimento, práticas educacionais e demais iniciativas teóricas e metodológicas que englobem as perspectivas de História das Mulheres, Gênero e Feminismos. Relações de poder e identidades se tornaram chaves importantes dentro de uma epistemologia feminista que ganhou novas discussões pautadas em gênero a partir da década de 1980, nos permitindo compreender melhor as lutas e trajetórias de indivíduos, grupos e políticas públicas em busca da emancipação das mulheres e grupos atravessados por recortes de gênero, classe e raça.  O simpósio que propomos terá como ênfase trabalhos nas mais diversas frentes de estudo: Cinema, Literatura, Fotografia, Artes, Imprensa, Sexualidade, Escola, Família, Movimentos Sociais, Festividades, Direito, Espaço, etc.

Bibliografia:
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Rio de Janeiro: Boitempo, 2016.
FARAH, Marta Ferreira Santos. Gênero e políticas públicas. Estudos Feministas. Florianópolis, 12(1), p. 47 – 71, jan./abr. 2004.
PERROT, Michelle. As mulheres e os silêncios da História. Bauru: Edusc, 2005.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. São Paulo: Contexto, 2006.
RAGO, Margareth. A aventura de contar-se: feminismos, escrita de si e invenções da subjetividade. Campinas, SP: Unicamp, 2013.
SALVATICI, Silvia. Memória de gênero: reflexões sobre a história oral de mulheres. Revista de História Oral, 2005. Vol. 8, n.1, p. 29 – 42.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade. V. 20(2) 71-99. Jul/dez. 1995.
SOIHET, Raquel. Feminismos e antifeminismos: mulheres e suas lutas pela conquista da cidadania plena. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013.


ST 8 – HISTÓRIA INDÍGENA E ENSINO DE HISTÓRIA: TEMAS, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS.
COORDENADOR
Prof. Dr. Lígio José de Oliveira Maia (DH/PPGH/PPGEH-UFRN)

Resumo:
Desde a década de 1990, as pesquisas sobre os povos indígenas têm priorizado enfoques interdisciplinares, enfatizando o protagonismo desses povos na História. Por outro lado, a partir de demandas legais (Lei 11.645/03) também têm sido exigido dos docentes – de escolas públicas e privadas da Educação Básica – um conhecimento específico quanto ao Ensino da História e da Cultura indígenas. O objetivo deste simpósio é promover um diálogo aberto com pesquisadores/professores acadêmicos e professores da Educação Básica, sobre os temas da história indígena e sua dimensão no Ensino ao longo da história do Brasil, cujos objetivos específicos são: tornar conhecida as temáticas e as pesquisas desenvolvidas e/ou em desenvolvimento; apontar os desafios inerentes à efetivação da Lei n. 11.645/2008 e ainda promover uma discussão coletiva dessas atuais demandas enquanto saberes de uma História Pública no enfrentamento das demandas sociais na contemporaneidade. Este simpósio é uma proposta do GT – Índios na História (ANPUH-RN).

Bibliografia:
ABREU, Martha SOHIET, Rachel. Ensino de História. Conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ/Casa da Palavra, 2003.
ALMEIDA, Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
BANIWA, Gersem. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: Museu Nacional/LACED, 2006.
CUNHA, Manuela Carneiro da (org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras/FAPESP, 1992.
OLIVEIRA, João Pacheco de (org.). A presença indígena no Nordeste: processos de territorialização, modos de reconhecimento e regimes de memória. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2011.
WITTMANN, Luisa Tombini (org.). Ensino d(e) História Indígena. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.


ST 9 – CULTURA VISUAL, HISTÓRIA E NARRATIVAS
COORDENADORES
Prof. Dr. Francisco das C. F. Santiago Júnior (DH/PPGH/PPGEH-UFRN)
Prof. Me. Arthur Fernandes da Costa Duarte (DHC-UFRN)

Resumo:
Abre-se aqui um fórum de discussão sobre o papel das narrativas em seus vários suportes (orais, escritos, audiovisuais etc.) na constituição histórica das relações sociais. Desde a virada linguística, consolidou-se a ideia de que os protocolos disciplinares da historiografia apresentam um componente narrativo. Se inicialmente o debate sobre a narrativa oscilava entre posições ambíguas – a narração como forma de exercício do poder ou uma prática com potência inventivo e subversivo – hoje a narrativa se impõe como constituidora cognitiva-discursiva-afetiva do mundo social em suas diversas temporalidades e espacialidades. Mesmo em tempos de virada visual, a narrativa não perdeu sua importância heurística, sendo reconsiderada como parte ou concorrente das imagens, constitutiva da cultura visual. O simpósio visa oferecer uma oportunidade de trocas de pesquisas sobre narrativas na oralidade, literatura, poesia, jornalismo, arte pública, cinema, fotografia, quadrinhos etc. voltadas a compreender em que medida o narrar constrói espaços, identidades e confere temporalidade e historicidade às experiências históricas.

Bibliografia:
FREITAS, Arthur; GRUNNER, Clóvis; REIS, Paulo; KAMINSKI, Rosane; HONESKO, Vinicius (orgs.). Imagem, Narrativa e Subversão. 1ed.São Paulo: Intermeios, 2016, v. 1, p. 121-144.
HUNT, Lynn (org.). A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. Fontes visuais, cultura visual, história visual. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 23, n. 45, p. 11-36, 2004.
SAID, Edward. Orientalismo: o oriente como invenção do ocidente. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SANTIAGO JR., Francisco das C. F. A virada e a imagem: história teórica do pictorial/iconic/visual turn e suas implicações para as humanidades. Anais do Museu Paulista, São Paulo, v. 27, p. 1-51, 2019.


ST 10 – HISTÓRIA E CIDADE: DIMENSÕES MATERIAIS E SIMBÓLICAS DOS ESPAÇOS URBANOS
COORDENADORES
Prof. Me. Cid Morais Silveira (Doutorando em História – UFRN/ Bolsista CAPES)
Prof. Me. Giovanni Roberto Protásio Bentes Filho (Doutorando em História – UFRN/ Bolsista CAPES)

Resumo
Este simpósio temático tem como objetivo reunir trabalhos de pesquisas dedicados à relação entre a história e os espaços da cidade a partir de suas dimensões não apenas materiais, mas também simbólicas. A cidade é entendida aqui, não apenas como cenário destas ações, mas como parte do processo de construção histórica, onde se articulam sensibilidades, sentimentos e significados que vão além da dimensão material. Ela é registro humano, fruto das relações entre grupos sociais diversos, indo além dos seus aspectos físicos. Não existe cidade sem experiências humanas, sem a dimensão simbólica e cultural que tais experiências trazem consigo. Portanto, os trabalhos devem atentar para as negociações envolvidas no desenvolvimento, na organização e no processo de significação dos espaços urbanos, a partir das disputas de poder, das práticas de espaço, das memórias, dos regimes de historicidade, das formas públicas de expressão, das sensibilidades e da afirmação de práticas políticas e culturais.

Bibliografia:
ARGAN, Giulio Carlo. A história da arte como história da cidade. 5ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
BRESCIANI, Stella (Org.). Imagens da Cidade. São Paulo: FAPESP; Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. 9. ed. Trad. Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis: Vozes, 1994.
HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005.
PAMUK, Orhan. Istambul: memória e cidade. Tradução Sergio Flaksman. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
PECHMAN, Robert Moses (org). Olhares sobre a cidade. Rio de Janeiro: Editoria da UFRJ, 1994.
PESAVENTO, Sandra J. O imaginário da cidade: visões literárias do urbano – Paris, Rio de Janeiro, Porto Alegre. 2ª edição. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.
RAMA, Ángel. A cidade das letras. Tradução de Emir Sader. São Paulo: Boitempo, 2015.
SENNETT, Richard. Carne e pedra: o corpo e a cidade na civilização ocidental. Tradução de Marcos Aarão Reis. 3ª ed., Rio de Janeiro, Record, 2003.


ST 11 – LUTAS PELO PASSADO RECENTE: DITADURAS, REDEMOCRATIZAÇÕES, MOVIMENTOS SOCIAIS, MEMÓRIA, HISTÓRIA E ENSINO DE HISTÓRIA NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA
COORDENADORES
Prof. Dr. Haroldo Loguercio Carvalho – (DH-PPGH/PPGEH-UFRN)
Prof. Dr. Sebastião Leal Ferreira de Vargas Netto (DH-PPGH/PPGEH-UFRN)

Resumo:
O Simpósio Temático pretende recepcionar trabalhos que dialoguem com a história recente da região refletindo as tensões oriundas dos períodos autoritários e das lutas pela consolidação da democracia, da memória, da verdade e da justiça. Entende-se que o Brasil e a América Latina vivem nos dias que correm o recrudescimento das tensões políticas derivadas dos avanços e conquistas sociais das últimas décadas que reencontraram, na reorganização das classes dominantes tradicionais, a recuperação de uma história excludente, da negação e o revisionismo histórico a fim de manter inalteradas as estruturas de poder e de mando. O ST se propõe ser um espaço para análises sobre as implicações desta realidade a partir da perspectiva do ensino e da pesquisa histórica (e seus diálogos com outras disciplinas); as alternativas e estratégias teóricas e práticas que historiadores e professores de história tem desenvolvido para refletir sobre o tempo recente identificando novos atores, desafios e problemáticas diante deste cenário complexo e conturbado.

Bibliografia:
CARDOSO, Lucileide Costa; CARDOSO, Célia Costa (organizadoras). Ditaduras: memória, violência e silenciamento. Salvador: Editora UFBA, 2017.
CORDEIRO, Janaina Martins. Direitas em movimento: a campanha da mulher pela democracia e a ditadura no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.
GONZÁLEZ, María Paula. La enseñanza de la historia en el siglo XXI: saberes y prácticas. Los Polverines, Prov. De Buenos Aires: Editora da Universidad Nacional de General Sarmiento, 2018.
JELIN, Elizabeth. La lucha por el pasado: cómo construímos la memoria social. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2018.
MARIANA, Fernando Bonfim (org.). Terrorismo de estado, direitos humanos e movimentos sociais. São Paulo: Editora Entremares, 2017.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá (organizador). Ditaduras militares: Brasil Argentina, Chile e Uruguai. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2015.
TRAVERSO, Enzo. La historia como campo de batalha: interpretar las violencias del siglo XX. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2016.
VARGAS, Sebastião. Palavras que caminham o mundo: histórias e místicas do EZLN e do MST. Rio de Janeiro: Publit, 2014.


ST 12 – CULTURA E ESPAÇOS DE PODER NO MUNDO ANTIGO
COORDENADORES
Profº. Me. Arthur Rodrigues Fabrício. (Doutorando - PPGH-UFRN).
Profº. Me. Cleyton Tavares da S. Silva. (Doutorando - PPGH-UFRN).

Resumo:
Os estudos sobre o Mundo Antigo no âmbito da disciplina histórica têm despertado cada vez mais interesse, tanto em nível nacional, quanto regional. No Rio Grande do Norte há um crescente número de pesquisas sendo realizadas, nos mais diversos recortes e temáticas. Neste sentido, compreendendo a importância dos espaços de debate e cooperação acadêmica, este simpósio temático tem como objetivo reunir pesquisadores e suas produções, com o intuito de estimular e ampliar os estudos na área, procurando refletir acerca das múltiplas relações que se estabelecem entre culturas e espaços de poder nas sociedades do Mundo Antigo. Busca-se abarcar estudos em torno da História da Cultura, História Política, Cultura Material, História & Memória e História & Espaços, que tenham como proposta problematizar sociedades do Mundo Antigo - Sociedades Antigas Orientais e Mediterrâneas.

Bibliografia:
DAVID, B.; THOMAS, J. (Ed.). Handbook of Landscape Archaeology. New York: Routledge, 2016.
GUARINELLO, Norberto L. História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013.
HARTWIG, Melinda K. (org.). A companion to ancient Egyptian art. [S.l.]: Wiley-Blackwell, 2015.
HIRATA, E. F. V. A espacialidade do Poder na Cidade grega antiga. REVISTA MARACANAN, v. IX, p. 104-117, 2013.
HORNUNG, Erik. Idea into Image: essays on ancient egyptian thought. New York: Timken, 1992.
INGOLD, T. The Temporality of the Landscape. World Archaeology, Vol. 25, No. 2, Conceptions of Time and Ancient Society (Oct.,1993), pp. 152-174.
KEMP, Barry. Ancient Egypt: Anatomy of a Civilization. New York: Routledge, 2018.
POLIGNAC, F. de. Espaço Cultual e Paisagem Religiosa: entre rito e representação. IN: LIMA, A. C. C. (org.). Imagem, Gênero e Espaço. Representações da Antiguidade. Niterói: Ed. Alternativa, 2014. P. 09-22.


ST 13 – IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME: SOCIEDADE E CULTURA (séculos XVI-XVIII)
COORDENADORES
Prof. Dr. Leonardo Cândido Rolim (DHI/Mossoró-PPGEH-UERN)
Profa. Dra. Carmen Alveal (DH-CCHLA-PPGH-UFRN)

Resumo:
Entre os séculos XVI e XVIII, o império português passou por grandes mudanças estruturais e de consolidação de suas conquistas, alternando períodos de maior e menor centralização, influenciados pelo direcionamento econômico e político que a Coroa portuguesa e outros agentes buscavam imprimir. O período de conquista foi marcado por muitas guerras e alianças com as populações de indígenas, e que culminou no estabelecimento das primeiras povoações, vilas e cidades, com modelos de construção, arquitetura e ordenamento transplantados da Europa, porém adaptados à realidade colonial. Os religiosos, por sua vez, por meio da catequização, buscaram cristianizar essas populações, que possuíam sua própria lógica religiosa e que acabaram por reconstruir o catolicismo ao seu modo. Para consolidar o seu controle em regiões distantes e separadas por oceanos, a Coroa portuguesa transplantou uma série de instituições políticas, econômicas, sociais e religiosas, e de rituais administrativos, que conferiam um sentido de unidade ao Império. Estas instituições tinham um campo vasto de atuação dentro da sociedade, identificado como sua área de jurisdição. Da mesma forma, as festas e celebrações religiosas contribuíam para a afirmação do catolicismo e de uma uniformidade, desejada deste os primórdios do período de conquista. O objetivo deste Simpósio Temático, portanto, é discutir temáticas relevantes para o estudo do período, abrangendo diferentes aspectos da sociedade, cultura, política e economia coloniais e a variedade de agentes sociais envolvidos.

Bibliografia:
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Trato dos Viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul (séculos XVI-XVII). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
ARRUDA, José Jobson de Andrade. Decadência ou Crise do Império Luso-brasileiro: O Novo Padrão de Colonização do Século XVIII. In: Revista USP, São Paulo, n. 46, p. 66-78, junho/agosto 2000.
CAETANO, Antonio Filipe Pereira (Org.). Dinâmicas Sociais, Políticas e Judiciais na América Lusa: Hierarquias, Poderes e Governo (Séculos XVI-XIX). Recife: Editora UFPE, 2016.
FRAGOSO, João; BICALHO, Maria Fernanda; GOUVÊA, Maria de Fátima. Antigo Regime nos Trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
MELLO, Evaldo Cabral de. A Ferida de Narciso: ensaio de história regional. São Paulo: SENAC, 2001.
NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808). 2ª ed. São Paulo: 34, 2019.
OLIVEIRA, Carla Mary S.; MEDEIROS, Ricardo Pinto. (Orgs.). Novos olhares sobre as Capitanias do Norte do Estado do Brasil. João Pessoa: Editora UFPB, 2007.
SCHWARTZ, Stuart B. Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
SOUZA, Laura de Mello e. O Diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.
VAINFAS, Ronaldo. Trópico dos Pecados: moral, sexualidade e inquisição no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1989.


ST 14 – O PATRIMÔNIO CULTURAL ENTRE OS SABERES HISTÓRICOS E OS SABERES OUTROS: TEORIAS E PRÁTICAS NA CONTEMPORANEIDADE
COORDENADORES
Prof. Dr. Almir Félix Batista de Oliveira – (PPGTUR/CCSA/UFRN)
Prof. Dra. Janaína Cardoso de Mello – (PPGEH-UFS)

Resumo:
Este simpósio temático tem o objetivo discutir o Patrimônio Cultural, tanto na sua concepção material quanto imaterial, como um campo de pesquisa existente há algum tempo no Brasil, principalmente a partir das últimas três décadas. Como campo de pesquisa, podemos afirmar, em lugar de fronteira dos conhecimentos científicos ou interconectando diversas áreas do conhecimento das ciências humanas, sociais e aplicadas, constituindo-se de múltiplas possibilidades, composto por múltiplos olhares e assumindo múltiplas perspectivas. Nesse sentido este ST aceitará trabalhos que busquem pensar/refletir/discutir a história e a historiografia do Patrimônio em nosso país nas últimas décadas, que se constituam em pesquisas ou em experiências de sala de aula, e que mesmo partindo da História dialoguem com temáticas como a exemplo da educação patrimonial, da preservação e conservação do mesmo ou estabeleçam conversas com outras disciplinas como a Antropologia, Arqueologia, Arquitetura, Turismo, Geografia, Ciências Sociais, Políticas Públicas, Biblioteconomia, Museologia e/ou Geologia.

Bibliografia:
ABREU, Regina, DODEBEI, Vera (Orgs.). E o patrimônio? Rio de Janeiro: Contracapa; PPMS/UNIRIO, 2008.
BARRIO, Ángel Espina, MOTTA, Antonio e GOMES, Mário Hélio (Orgs.). Inovação Cultural, Patrimônio e Educação. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Editora Massangana, 2010.
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade/ Editora da UNESP, 2001.
CHUVA, Márcia. Os arquitetos da memória. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2009.
FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; MinC/IPHAN, 2005.
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Memória, história e patrimônio histórico. Políticas públicas e a preservação do patrimônio histórico. Aracaju: Editora da UFS, 2012.
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. O patrimônio cultural e os livros didáticos de História ou de como se constrói o sentimento de pertencimento (Brasil - 2000-2015). São Paulo: Programa de Pós-Graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), 2016 (Tese de Doutorado).
OLIVEIRA, Almir Félix Batista de. Educação Patrimonial. In: FERREIRA, Marieta de Morais & OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. Dicionário de Ensino de História. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2019.
POULOT, Dominique. Uma história do patrimônio no Ocidente: séculos XVIII-XXI. São Paulo: Estação Liberdade: 2009.


ST 15 – INTELECTUAIS: MEDIAÇÃO CULTURAL, CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS E PRODUÇÃO DE SABERES
COORDENADORES
Prof. Dr. Francisco Fabiano de Freitas Mendes (DHI/PPGCISH/PPGEH-UERN)
Profª Ma. Hélia Costa Morais (Doutoranda em História – PPGH/UFMG – Bolsista CAPES)

Resumo:
Responsáveis por produzir e fazer circular conhecimentos e ideias, os intelectuais, segundo Ângela de Castro Gomes (2016), são mediadores culturais que estabelecem, de algum modo, vínculos a processos de intervenção social. Seus textos, incluindo-se as memórias da infância, quando observados para além do discurso em si, são produtos culturais que, pela condição mesma do intelectual, reafirmam ou enfrentam o social de uma época. É essa condição e os produtos culturais (livros, manifestos, ensaios, álbuns fonográficos, jornais, coleções de impressos, filmes) dela advindos que nos interessa neste ST. O objetivo maior é reunir pesquisas que tragam intelectuais pouco explorados pela historiografia ou a releitura inovadora de sujeitos já presentes no tema. Outro objetivo é manter a tradição de discutir o que começou com Gramsci e que agora urge agudamente: como as ideias, incluindo as mais perigosas ou rasteiras, podem se instalar em momentos decisivos de uma sociedade.

Bibliografia:
BOBBIO, Norbert. Os intelectuais e o poder: dúvidas e opções dos homens de cultura na sociedade contemporânea. Trad.: Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Ed. Unesp, 1997.
BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz (orgs.). Um enigma chamado Brasil: 29 intérpretes e um país. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.
EAGLETON. Terry. Marx estava certo. Trad. Regina Lyra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.
GOMES, Ângela de Castro; HANSEN, Patrícia Santos (Orgs.). Intelectuais Mediadores: práticas culturais e ação política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
GRAMSCI, Antonio. Os intelectuais e a organização da cultura. 4ª ed. Trad.: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.
MICELI, Sérgio. Intelectuais à brasileira. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
PÉCAUT, Daniel. A geração dos anos 1920-40. In: _____. Os intelectuais e a política no Brasil: entre o povo e a nação. Trad.: Maria Júlia Goldwasser. São Paulo: Ática, 1998.
SIRINELLI, Jean-François. Os intelectuais. In: RÉMOND, René (org.). Por uma História
Política. Tradução de Dora Rocha. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003, p. 231- 269.


ST 16 – HISTÓRIA E IMPRENSA: MÉTODOS E POSSIBILIDADES
COORDENADORES
Prof. Dr. Lindercy Francisco Tomé de Souza Lins (DHI/PPGCISH-UERN)
Prof. Dr. Marcílio Lima Falcão (DHI/PPGEH-UERN)

Resumo:
A imprensa, mormente a publicação de jornais, informativos e revistas, seja como fonte, seja como objeto de investigação é uma das temáticas mais utilizadas pelos historiadores. Pela amplitude do material, é possível obter uma leitura do passado de um setor da sociedade de uma época, sua composição sociopolítica, seus projetos e expectativas. Deste modo, este Simpósio Temático propõe discutir pesquisas que abordem o estudo de periódicos, tanto da grande imprensa quanto da segmentada; da atividade profissional de jornalistas, colunistas e correspondentes; assim como o periódico como fonte documental de outras temáticas históricas.

Bibliografia:
BARBOSA, Marialva. História cultural da imprensa: Brasil, 1800-1900. Rio de Janeiro: Mauad X, 2010.
__________ História cultural da imprensa: Brasil, 1900-2000. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007.
DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette: mídia, cultura e revolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
LEITE, Arlan Eloi. O jornal Tribuna do Norte e o Golpe Militar de 1964 [recurso eletrônico]: a publicidade da “subversão” potiguar. Natal, RN: EDUFRN, 2016.
LUCA, Tânia Maria de. MARTINS, Ana Luiza (Org.). História da imprensa no Brasil. São Paulo: Contexto, 2008.
NEVES, Lúcia Maria Bastos; P. MOREL, Marco; FERREIRA, Tânia Maria Bessone da C (Org.). História e imprensa: representações culturais e práticas de poder. Rio de Janeiro: DP&A: Faperj, 2006.
PINSKY, Carla Bessanezi. (Org.). Fontes históricas. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006.
PORTO, Sérgio Dayrell (Org.). O jornal: da forma ao sentido. 2. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2002.
SCALZO, Marília. Jornalismo de Revista. São Paulo: Contexto, 2003.


ST 17 – TEORIA DA HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E HISTÓRIA DOS ESPAÇOS
COORDENADORES
Prof. Dr. Evandro dos Santos (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)
Prof. Dr. Magno Francisco de Jesus Santos (DH/PPGEH-UFRN)

Resumo:
Este Simpósio Temático pretende acolher trabalhos que tratem das dimensões teóricas da escrita e do ensino de história. Além disso, interessa-lhe estudos que versem sobre a área de história da historiografia, atualmente consolidada e ampla em nível nacional e internacional, em estudos que, nesse sentido, se voltem para o caráter tanto epistemológico quanto didático do conhecimento histórico. Pesquisas que problematizem a atuação do profissional de história em diferentes âmbitos do espaço público também serão adequadas à proposta. Por fim, investigações relacionadas aos lugares e sujeitos sociais responsáveis pela produção e divulgação de história, que tematizem os estudos interseccionais (gênero, classe, raça), corpo, novas espacialidades, histórias dos/nos sertões, as amplitudes políticas da historiografia, a dicotomia natureza/cultura, tempo presente e usos do passado bem como as relações entre história e literatura – ou seja, tudo aquilo que compõe e diz respeito à chamada cultura histórica – também serão aceitos.

Bibliografia:
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. O tecelão dos tempos: novos ensaios de teoria da História. São Paulo: Intermeios, 2019.
ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2003, p. 110- 121.
CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.
CONNELL, Rawyen. Usando a teoria do sul: descolonizando o pensamento social na teoria, na pesquisa e na prática. In: Epistemologias do Sul, Foz do Iguaçu/PR, 1 (1), p. 87- 109, 2017.
FERREIRA, Marieta de Moraes; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). Dicionário de Ensino de História. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2019.
GUIMARÃES, Manoel Salgado. Historiografia e cultura histórica. In: Ágora (UNISC), v. 11, p. 31-47, 2005.
MAGALHÃES, Marcelo; ROCHA, Helenice; RIBEIRO, Jayme; CIAMBARELLA, Alessandra (org.). Ensino de história: usos do passado, memória e mídia. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2014. SANTOS, Pedro A. C. dos; NICODEMO, Thiago e PEREIRA, Mateus H. de Faria. Historiografias periféricas em perspectiva global ou transnacional: o eurocentrismo em questão. In: Estudos Históricos, v. 30, n. 60, p. 161-186, 2016.


ST 18 – HISTÓRIA CULTURAL DAS RELIGIÕES
COORDENADORES
Prof. Dr. André Victor Cavalcanti Seal da Cunha/ UERN
Prof. Ms. Amauri Morais de Albuquerque Júnior/IFRN

Resumo:
Este simpósio temático se propõe a abrigar pesquisas que elegeram o fenômeno religioso como objeto de estudo. Buscamos fomentar investigações sobre diferentes religiões, religiosidades e espiritualidades a partir da abordagem da História Cultural. Interessa-nos consolidar um espaço de reflexão para debatermos apropriações, representações e práticas do campo religioso. Desta forma, abrigaremos temáticas relacionadas com a constituição da diversidade religiosa brasileira. As Histórias dos mais diferentes segmentos religiosos, tais como: católicos, religiões de matriz africana, evangélicos e espíritas, encontraram aqui uma possibilidade de interlocução.

Bibliografia:
CHARTIER, Roger. A História Cultural: entre práticas e representações. Lisboa: DIFEL, 1990.
CHARTIER, Roger. A Mão do autor e a mente do editor. São Paulo: UNESP, 2014.
CHARTIER, Roger. A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. 2. ed. Brasília: Editora da UNB, 1999.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. São Paulo: UNESP, 2000.
CHARTIER, Roger. Do palco à página: publicar teatro e ler romances na época moderna (séculos XVI- XVIII). Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2002.
CHARTIER, Roger. Leituras e leitores na França do antigo regime. São Paulo: UNESP, 2004.
CHARTIER, Roger. Origens culturais da revolução francesa. São Paulo: UNESP, 2009a.
CHARTIER, Roger. A Aventura do Livro: do leitor ao navegador. São Paulo: UNESP, 2009b.


ST 19 – HISTÓRIA DOS SERTÕES
COORDENADORA
Profª Drª. Paula Rejane Fernandes (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)

Resumo
O simpósio congregará trabalhos que discutam os sertões como um espaço construtor de identidades e suas múltiplas composições historiográficas e histórico-culturais. Aceitaremos trabalhos que tratem das seguintes temáticas: grupos sociais; vivências em função dos vestígios materiais; artefatos dos diferentes grupos em suas vivências; leituras do corpo pela lógica disciplinadora, profilática ou higienista; instituições e políticas públicas de intervenção no espaço e natureza; diferentes formas de exercício do poder; estudos sobre a escrita da história dos sertões; produção de memórias, biografias e trajetórias de vida sertanejas; representações sobre as qualidades e condições; instituições, intelectuais e os agentes culturais; saberes pautados pela ideia de povo, de nação, de região; tradições, crenças, ritos, práticas e discursos de grupos; sertões como tema das artes cênicas, do audiovisual e da iconografia; construção dos mitos culturais, imaginário, utopias e distopias sertanejas.

Bibliografia:
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval MunizA Invenção do Nordeste e outras artes. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
AMADO, Janaína. Região, sertão, naçãoRevista Estudos Históricos, Rio de Janeiro: CPDOC/FGV; Ed. FGV, v. 8, n. 15, p. 145-152, jan./jul. 1995.
ARRUDA, Gilmar. Cidades e Sertões: entre a história e a memória. Bauru: EDUSC, 2000.
FERREIRA, Jerusa Pires. Os segredos do sertão da terra: um longe perto. Légua & meia: Revista de literatura e diversidade cultural. Feira de Santana: UEFS, v. 3, nº 2, 2004, p. 25-39.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Serão: o outro geográfico. Terra Brasilis [Online], 4 - 5 | 2003, posto online no dia 05 Novembro 2012, consultado o 29 Junho 2016.
NEVES, Erivaldo Fagundes. Sertão como recorte espacial e como imaginário culturalPoliteia, Vitória da Conquista, v. 3, n. 1, p. 153-162, 2003.
RÊGO, André Ricardo Heráclio do. Visões do Sertão: o interior das terras no Brasil Colonial e na África PortuguesaRevista do IHGB, Rio de Janeiro, v. 175, n. 463, p. 235-278, abr./jun. 2014
SARAMAGO, Victoria. O sertão ao redor do mundo: escritos portugueses do século XVI. In: SILVA, Sandro Dutra e; SÁ, Dominichi; SÁ, Magali (Org.). Vastos sertões: história e natureza na ciência e na literatura. Rio de Janeiro: Mauad X, 2015. p.231-46.


ST 20 - SABERES HISTÓRICOS E CONTEMPORANEIDADES: A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE HISTÓRIA PARA UMA NOVA SOCIEDADE

Prof.ª. Dr.ª. Margarida Maria Dias de Oliveira (UFRN)
Prof.ª. Dr.ª. Nathalia Helena Alem (IFBA)

Resumo
A proposição deste Simpósio Temático tem por objetivo principal buscar construir um espaço em que as reflexões sobre as formações dos profissionais de História sejam a motivação para debater e compreender a sociedade que emerge das complexas relações sociais, politicas, econômicas e culturais empreendidas nestas primeiras décadas do século XXI. Discutir a função das escolas, museus e outras instituições escolares na longa duração e os desafios impostos pelas mudanças sociais que exigem a conjunção de objetivos que permanecem e modos de operar que se modificam, alguns deles que irrompem de formas mais ou menos abruptas ou com alterações profundas nas formas de sentir, pensar e agir dos sujeitos históricos, nos parece um desafio que se configura como urgente para as instituições formadoras de profissionais de História.

Bibliografia:
ALEM, Nathalia Helena. O ensino de História nos espaços de formação técnica profissional: O caso do Instituto Federal da Bahia/Campus Salvador (2004-2015). In: TRABALHO & EDUCAÇÃO (UFMG) , v. 26, p. 265-270, 2017.
ALEM, Nathalia Helena; PEREIRA, Júnia Sales. Ensinar História no ensino médio integrado. A Educação Técnica Profissional: muitas questões, grandes desafios. In: Revista História Hoje, v. 5, p. 46, 2016.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de; OLIVEIRA, I. F. . A formação do profissional de história na contemporaneidade.In: Mouseion (UniLasalle) , v. 19, p. 109-125, 2014.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de; STAMATTO, Maria Inês Sucupira; OLIVEIRA, ITAMAR FREITAS DE . Políticas e práticas da história escolar no ensino médio do Brasil: a interdisciplinaridade em questão. In: Perspectiva , v. 32, p. 429-451, 2014.
SILVA, D.L.S. ; MAYNARD, D. C. S. . O portal Metapédia: revisionismo histórico negacionismo no tempo presente. REVISTA TRANSVERSOS , v. 01, p. 23-41, 2017.


INSCRIÇÕES

1 – O sistema de Inscrição é feito exclusivamente por meio eletrônico, a partir do Formulário de Inscrição disponibilizado abaixo. Solicita-se leitura atenta de todos os itens destas instruções, para evitar eventuais problemas nas inscrições.

2 – As inscrições podem ser feitas numa das modalidades abaixo, admitindo-se, para quaisquer delas, fazer-se a inscrição com ou sem minicurso:

Os valores das inscrições foram atualizados para R$ 20,00 para qualquer categoria de profissional em qualquer modalidade + R$10,00 para inscrição em minicurso

3 – Importante, antes de fazer qualquer inscrição, efetuar o pagamento em depósito ou transferência eletrônica. O comprovante deverá ser guardado, pois, é obrigatório o envio junto ao Formulário de Inscrição , em formato digital (JPEG ou PDF). O pagamento deve ser feito tendo-se em vista os seguintes dados:

Estabelecimento bancário: Banco do Brasil
Agência: 0036-1
Conta POUPANÇA: 106.764-8      VARIAÇÃO: 51
Titular: LEONARDO CÂNDIDO ROLIM
CPF: 022030713-03

5 – Solicitamos atenção ao preenchimento correto de todos os campos do Formulário de Inscrição, em especial nos campos “Nome” e “Título do Trabalho”, se for o caso, para evitar posteriores problemas quanto à emissão dos certificados. O preenchimento correto do campo “e-mail” também é de fundamental importância para futuro contato com os inscritos.



8 – Os associados da ANPUH deverão estar quites com as anuidades para terem direito ao valor de inscrição estipulado para esta categoria.

10 – A inscrição em Minicurso é específica. Para tanto, o interessado deverá inscrever-se no campo Minicurso, do Formulário de Inscrição, adicionando-se o valor respectivo (R$ 10,00) ao valor geral da inscrição. A inscrição em Minicurso não isenta o interessado de pagar os valores de inscrição em outras modalidades de participação. Ao fazer sua inscrição para minicurso, o interessado deve escolher 3 (três) opções dentre as listadas na página do evento, classificadas em 1ª, 2ª e 3ª opções. Caso o minicurso escolhido em 1ª opção já esteja completo ou seja cancelado por não atingir o número mínimo exigido de participantes (10), o inscrito será realocado no minicurso escolhido em 2ª opção, e assim sucessivamente. O número máximo de vagas em cada minicurso é de 20, mas ele poderá ser ampliado, a critério da Comissão Organizadora, em acordo com os professores responsáveis. Nesses casos, será respeitada a ordem de inscrição.


11 – Cada inscrito poderá apresentar apenas 1 (um) trabalho em apenas 1 (um) simpósio temático, como autor principal. O inscrito deverá escolher 2 (dois) Simpósios Temáticos, conforme a ordem hierárquica de sua preferência. Caso não seja aceito no primeiro, será realocado na opção seguinte. Avaliação, aceitação e eliminação de trabalhos dentro do simpósio temático são realizadas pelos coordenadores de cada simpósio. Caso o simpósio temático seja cancelado, os inscritos neste simpósio serão realocados na segunda opção. Caso o trabalho não seja aceito em nenhuma das rodadas de avaliação, o inscrito será automaticamente considerado como ouvinte, sem devolução do valor pago na inscrição. O número máximo de participantes em cada simpósio é de 24, selecionados a partir de critérios acadêmicos. Tal número poderá ser aumentado, em função de justificativa específica dos coordenadores, encaminhada à Comissão Organizadora. Solicita-se consultar o cronograma do evento para os prazos de inscrição, envio do trabalho completo e aceitação.

12 – Os resumos dos trabalhos científicos a serem submetidos para os simpósios devem ter até 250 palavras e conter objetivos, metodologia, resultados e conclusões, conforme a NBR 6028 – ABNT. Devem ter até 5 palavras-chave que identifiquem os temas tratados no estudo.

13 – Cada trabalho enviado para submissão aos Simpósios Temáticos poderá ter até 03 (três) autores. Todos deverão fazer a inscrição como apresentador de trabalho (seja sócio, não sócio ou ouvinte), mas, apenas um, o autor principal, deverá enviar os dados da comunicação (título, resumo, palavras-chave, indicação de simpósios), indicando, no Formulário de Inscrição, os nomes dos demais coautores. No caso destes, no ato da inscrição como apresentadores de trabalho, deverão indicar que são coautores (e não autor principal) na lacuna destinada à inserção do resumo, identificando o título do trabalho.


14 – Professores orientadores poderão ser mencionados no Formulário de Inscrição e terão os nomes alocados no Caderno de Resumos. Todavia, para serem integrados aos Certificados de Apresentação de Trabalho e aos Anais Eletrônicos deverão estar inscritos no evento.


15 – Dúvidas poderão ser encaminhadas para o e-mail: ixencontroanpuhrn@gmail.com


TABELA DE VALORES PARA INSCRIÇÕES IX EEH-ANPUH/RN

Ouvintes e Apresentadores de Trabalho
Ouvinte sócio R$ 20,00
Ouvinte não-sócio R$ 20,00
Ouvinte estudante de graduação R$ 20,00
Minicurso
Acrescer o valor do minicurso ao da sua inscrição conforme categoria R$ 10,00

Trabalhos Inovadores

Em 2013, o Simpósio Nacional de História ocorrido em Natal contou com uma sessão para exposição de trabalhos inovadores de professores de História da rede básica de educação. A intenção era tanto de abrir um maior espaço no evento para esse tipo de trabalho, tendo em vista que os Simpósios Temáticos comportam somente a exposição de trabalhos acadêmicos, ao mesmo tempo em que procurávamos fomentar um maior envolvimento dos professores da rede básica com o Simpósio por meio da mediação das Associações de História regionais.

Aquela experiência foi muito exitosa. Após as exposições dos professores, a sensação obtida foi a de uma renovação de espírito. Desconfiamos que por conta da forma como a atividade foi pensada e intitulada – trabalhos inovadores/trabalhos diferenciados – conseguimos agregar uma série de relatos, que ainda que não obliterassem as dificuldades enfrentadas, conseguiram fazer com que passássemos uma tarde inteira compartilhando experiências positivas sobre educação, a escola e o ensino de História, o que convenhamos, não é algo muito comum.

Atualmente, o cenário avançou um pouco. De 2013 para cá, os PIBID se consolidaram, os ProfHistória avançaram e surgiram os RESPED. Além desses programas, em várias salas de aula espalhadas pelo país, professores e professoras de História também continuaram a encontrar soluções diferentes para suas turmas. Nesse sentido, o IX Encontro da ANPUH RN quer retomar esse espaço, convidando a todos aqueles e aquelas que tenham “produtos” que os inscrevam no nosso Salão de Trabalhos Inovadores.

Esta atividade ocorrerá na sexta pela manhã, das 08h às 10h, antes da nossa última mesa redonda. Será concedido certificado de apresentação de trabalho. Diferentemente dos ST, em que cada um possui um tempo determinado para fazer uma exposição oral, congregaremos os trabalhos no mesmo espaço para quem tiver interesse, conversar com os autores e autoras e ver os produtos.

As inscrições se darão através do formulário de inscrição, na modalidade: trabalhos inovadores. As regras para resumo são as mesmas para os trabalhos submetidos para ST. Dado os trabalhos em equipe de muitos PIBID e RESPED, aceitaremos trabalhos com até quatro autores. O limite total de trabalhos será de 25 proposições, que serão selecionadas por uma comissão. A ANPUH RN disponibilizará mesas e expositores verticais. Como o espaço de apresentação será ao ar livre, também estamos trabalhando para disponibilizar energia elétrica para as apresentações.

Simpósio temático 1: Relações ÉtnicoRaciais: perspectivas de ensino e pesquisa

Coordenadore/as: Jefferson Pereira da Silva (UERN) e Juliana Teixeira Souza (UFRN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 O Enem e as relações étnico-raciais: uma análise de conteúdo das habilidades e competências do exame de 2009 a 2019.   Autora: Iriudsana Maria Januário da Costa Co-autora: Giovana Alves Monteiro
2 18/11 Ensino de história e combate ao racismo na sala de aula: história e culturas afro-brasileiras no livro didático.   Autor: José Luiz Xavier Filho  
3 18/11 A  lei nº 10.639/03 vista por meio dos avaliadores dos livros didáticos   Autor: Emerson Naylton Bezerra Pereira Co-autor: Fabricio Carlos Paulino Lopes  
4 18/11 Lei 10.639/03: um elo antirracista entre o atlântico.   Autor: Matheus Felipe Araujo Souza  
5 18/11 Negritude na escola: um relato de experiência da residência pedagógica de história (2018-2020)   Autora: Vanessa Fernandes Lopes Co-autores: Ameliana Santos Bezerra de Jesus  
6 18/11 “Um canto de revolta pelos ares”: a resistência negra do Brasil escravista: Relato de experiência sobre a importância da produção de materiais didáticos na formação docente.   Autora: Giovana Alves Monteiro
Co-autores: Emerson Naylton Bezerra Pereira
Luna Silva de Carvalho  
7 18/11 O cajado florido de José: reflexões sobre a constituição de famílias escravas em São José de Mipibu/RN (1843-1857)   Autor: Gustavo Ítalo Freire Martins  
8 18/11 Formação espacial da freguesia de Sant'ana de São José de Mipibu e a construção do território pelos escravos (séculos XVII - XIX).   Autora: Clara Maria da Silva  

Simpósio temático 02: Religiões, Religiosidades, Hibridismos e espaços de crença

Coordenador: Prof. Dr. Lourival Andrade Júnior
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18 DAS SANDÁLIAS DO PESCADOR AO TRONO DO IMPERADOR: o espaço sagrado da Igreja Palmariana a partir de seus rituais solenes Pedro Luiz Câmara Dantas
2 18 Os "Lucas Romanos" do Recife: religião e vegetarianismo em ambiente urbano, sob a ótica dos periódicos (1902-11) Evily Lima Menezes
3 18 A religião como ferramenta de resistência e educação nas Ligas Camponesas Reginaldo José da Silva
4 18 A INFLUÊNCIA DO SAGRADO NA CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA, CULTURA E IDENTIDADE NAS CIDADES DE CRUZ-CE E VARJOTA-CE Maria Jane Rodrigues Melo
5 18 A construção de um milagreiro no imaginário do povo caicoense: Carlindo Dantas e o mito fundador Mary Campelo de Oliveira
6 18 Da tragédia à sacralidade: a construção de um milagreiro de cemitério em Caicó/RN na segunda metade do século XX Cleidiane de Araújo Oliveira Marianna Fernandes Moreira
7 18 A MORTE TRÁGICA NA FORMAÇÃO DE ESPAÇOS SAGRADOS NA CIDADE DE JUCURUTU- RN (SEGUNDA METADE DO SECULO XX) Wesley Henrique de Moura Simão
8 18 PILÃO DEITADO: O CANGACEIRO QUE VIROU MESTRE DA JUREMA   Beatriz Alves dos Santos Lourival Andrade Junior
   

Simpósio temático 03: História do Corpo: práticas, instituições, sentidos e saberes

Coordenadore/as: Prof.ª Dr.ª Juciene Batista Félix Andrade (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)
Prof.ª Ma. Avohanne Isabelle Costa de Araújo (Doutoranda – PPGHCS-FIOCRUZ /Bolsista CAPES)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Discussões sobre alimentação e doenças na revista Brazil Médico (fins do século XIX) Avohanne Isabelle Costa de Araújo
2 18/11 Entre habitus, campo e poder simbólico: a construção dos conceitos de beleza e feiura no Anuário das Senhoras (1934-1958) Ramona Lindsey Rodrigues Mendonça
3 18/11 Loucura e cidade: uma análise histórico-social das instituições manicomiais em Natal (1940-1959) Thaise Gabriella de Almeida Rodrigues

Simpósio temático 04: História do Crime e da Justiça no Brasil: fontes, métodos e novas perspectivas de pesquisa

Coordenadore/as: Francisco Linhares Fonteles Neto e Rafael Lamera Giesta Cabral
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Como concorrem na pessoa de...”: análise do perfil dos ouvidores do Rio Grande (1659-1687) Vinicius Montenegro de Morais
2 18/11 O Brasil Império e o Código Criminal Adísio Genu de Freitas Júnior
3 18/11 Experiências, vínculos sociais e trajetórias: a Instituição da Justiça e os operadores do direito na comarca de 1ª Instância da cidade de Senador Pompeu/CE – 1890 a 1940. Lucas Pereira de Oliveira

Simpósio temático 05: EXPERIÊNCIAS DE ENSINAR E APRENDER HISTÓRIA NA CONTEMPORANEIDADE: SABERES E METODOLOGIAS EM DIÁLOGO

Coordenadore/as: Luciene Santos Pereira da Silva (UFRPE/UEADTec)
Marta Margarida de Andrade Lima (UFRPE/UEADTec)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18 Viagem ao Continente Africano: conhecendo as culturas africanas a partir de um jogo educativo em sala de aula.   Ana Sara Cordeiro de Almeida Ericlis Dantas de Oliveira  
2 18 Música afro-brasileira: uma ferramenta metodológica para o ensino de história e cultura afro-brasileira   Antonio Thayrone Nascimento Cunha Clara Ingridh Leite Jerônimo  
3 18 Da ponte pra cá: a experiência do PIBID-HISTÓRIA na construção do conhecimento histórico na periferia de Natal/RN.   Antonio Matheus Bezerra Costa Diego Hígor Fernandes Silva Mirela Albuquerque de Lima
4 18 Ensino de História e práticas docentes: professor pesquisador e a discussão sobre currículo e seleção de conteúdo a partir da realidade escolar.   Daniel Luiz Sousa de Lima
5 18 Sobre História, Escola e Pandemia: uma experiência de Ensino de História em tempos de Covid-19   João Gilberto Neves Saraiva
6 18 Música Negra: resistência, representatividade e dinamismo no ensino de História.   Nayara Regina Gondim Soares Rute Raabe Nunes Xavier
7 18 Manifestações culturais afro-brasileiras no rio grande do norte: contribuições para a educação das relações étnico-raciais no espaço escolar   Sabrina Kathleen Henriques de Aguiar
Heloísa Helena de Medeiros Bezerra
8 18 Entre personalidade e alma popular: a revolução de 1930 e o governo Vargas na prática supervisionada. Vitória Maria Targino Filgueiras
8 18 Ensino de História sob a Ótica da História e Cultura Afro-brasileira: um relato de experiência. AUtora:Elicardna Araújo de Oliveira Rodrigues
Co-autor:Francisco Assis do Nascimento
 

Simpósio temático 06: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: INSTITUIÇÕES, PRÁTICAS E CULTURA ESCOLAR

Coordenadore/as: Profª Drª Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto / Prof. Dr. Azemar dos Santos Soares Júnior
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18 AS ESCOLAS DE PRIMEIRAS LETRAS DA CIDADE DO PRÍNCIPE: UM LEVANTAMENTO INSTITUCIONAL (1834-1889). Gillyane Dantas dos Santos
2 18 O NOVO TEMPO TRAZIDO PELO LÁ ONDE PROPAGANDA CONTRA O ANALFABETISMO: OS SIGNOS DA MODERNIDADE (1928 a 1930) Laísa Fernanda Santos de Farias
3 18 Saciando o corpo e a alma: alimentação e recreação na Campanha “De pé no chão também se aprende a ler” (1961-1964). Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto
4 18 Os voluntários do PAVLA no Rio Grande do Norte e suas influências no MEB. Maria Dolores de Araújo Vicente  
5 18 Movimento de Educação de Base-MEB: um estudo historiográfico das suas concepções de espaço escolar Gerlane do Nascimento Mendes  
6 18 Educação de Base – A ação educativa do MEB e da Rádio Rural de Caicó no Seridó Potiguar (1970-1980). Juciene Raquel de Lima Siqueira  
7 18 Escritas de crianças: memórias da infância no Núcleo de Educação Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Thabata Araújo de Alvarenga  

Simpósio temático 07: HISTÓRIA DAS MULHERES, GÊNERO E FEMINISMOS: NOVOS DEBATES, NOVOS DESAFIOS.

Coordenadores/as: Prof. Dr. Genilson de Azevedo Farias/ Profª Ma. Janaína Porto Sobreira
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Entre o público e o privado: as nuances da emancipação feminina brasileira.     Lívia Assumpção Vairo dos Santos
2 18/11 Instruir para emancipar: imprensa e vulgarização científica para mulheres no século XIX.   Aline de Souza Araújo França
3 18/11 Liberdade, substantivo feminino: mulheres abolicionistas no Recife - década de 1880.   Tássia Fernandes Carvalho Paris de Lima
4 18/11 Condição Social da Mulher: Espaços de Sociabilidades Femininas na Comarca de São José de Mipibu (1850-1889).   Francisca Rafaela Mirlys da Silva
5 18/11 Uma memória auteana: a construção de uma memória para Auta de Souza (1901-1961).   Jussier Dantas
6 18/11 MAGDALENA ANTUNES: UMA SINHÁ MOÇA NA IMPRENSA POTIGUAR.   Genilson de Azevedo Farias Janaína Porto Sobreira
7 19/11 EPISTEMOLOGIA FEMINISTA E SUA RESSONÂNCIA NA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA.   Helida Rocha Chaves
8 19/11 Elas começam a falar... A História Oral e as narrativas de mulheres militantes em Natal [1978 – 1989]. Janaína Porto Sobreira Genilson de Azevedo Farias  
9 19/11 A FRONTEIRA DO ABSURDO: A MORAL DA MULHER NA MIRA DA CÂMARA MUNICIPAL DE JARDIM DE PIRANHAS-RN EM 1980.   Ilana Murieli de Sousa
10 19/11 Identificando e desnaturalizando o machismo em sala de aula: relato de experiência docente.   Aldenise Regina Lira da Silva
11 19/11 SUPER-HEROÍNAS E SUPER-SEXUALIZADAS: REPRESENTAÇÕES FEMININAS E EMBATES NOS QUADRINHOS NORTE-AMERICANOS DE SUPER-HERÓIS.   Clara Ingridh Leite Jerônimo
12 19/11 Uma discussão sobre a história da família a partir da obra de Friedrich Engels: A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado.   Cleílton Chaga Bernardes
13 20/11 A TRAJETÓRIA INTELECTUAL DE BEATRIZ NASCIMENTO NO MOVIMENTO NEGRO EDUCADOR NAS DÉCADAS DE 70 E 80 E OS DEBATES SOBRE AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS.   Joelma Dias Matias
14 20/11 Contribuições "afroamericana" para um feminismo negro brasileiro.   Maiara Juliana Gonçalves da Silva
15 20/11 Literaturas de autoria de mulheres indígenas através do pensamento feminista de perspectiva decolonial.   Larissa Fontinele de Alencar
16 20/11 RESISTÊNCIA E PODER: PROTAGONISMO E LIDERANÇA FEMININA INDÍGENA NO NORDESTE.   Rute Raabe Nunes Xavier Nayara Regina Gondim Soares  
17 20/11 MULHERES NO FUTEBOL: UM ESPAÇO DE EMPODERAMENTO A PARTIR DA REPRESENTATIVIDADE NO FUTEBOL FEMININO EM UM ESPAÇO HISTORICAMENTE ANDOCÊNTRICO (BRASIL).   Ameliana Santos Bezerra de Jesus

Simpósio temático 08: HISTÓRIA INDÍGENA E ENSINO DE HISTÓRIA: TEMAS, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS.

Coordenador: Lígio José de Oliveira Maia
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 19/11 A biografia enquanto gênero narrativo: d. Felipe de Sousa e Castro, mestre-de-campo e colaborador do diretório pombalino (Século XVIII). Lígio José de Oliveira Maia  
2 19/11 Os primeiros ensaios para progressos futuros: construção de aldeamentos indígenas e instrução dos naturais (São Paulo, 1798-1800).   Francisco Isaac Dantas de Oliveira
3 19/11 REGISTROS QUE SE REVELAM: FAMÍLIAS INDÍGENAS DA FREGUESIA DO BOM JESUS DOS NAVEGANTES DO PORTO DE TOUROS (1833-1883).   Pedro Pinheiro de Araújo Junior
4 19/11 As fontes do SPI e as (outras) histórias indígenas na Amazônia: possibilidades colaborativas e interculturais para a pesquisa e o ensino de História.   Benedito Emílio da Silva Ribeiro
5 19/11 História e ensino de história indígena: a guerra ameríndia nos livros didáticos aprovados pelo PNLD (2017-2019).   Aurélio Terayama Ferreira
6 19/11 MEMÓRIA, SABERES E IDENTIDADE: educação escolar indígena na comunidade do Amarelão/RN.   Sílvia Letícia Bezerra Santos  
7 19/11 “NOS AJUDOU A ROMPER PARADIGMAS”: A TEMÁTICA INDÍGENA NO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA UERN (2013-2017).   Guilherme Luiz Pereira Costa

Simpósio temático 09: CULTURA VISUAL, HISTÓRIA E NARRATIVAS

Coordenadores: Dr. Francisco das C. F. Santiago Júnior (DH/PPGH/PPGEH-UFRN)
Me. Arthur Fernandes da Costa Duarte (DHC-UFRN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 19 Novos suportes à pesquisa histórica: narrativas, oralidade e audiovisual. Aline Cristina da Silva Lima Olivia Morais de Medeiros Neta  
2 19 Entre cinemáticas e jogabilidade: a construção narrativa em Sleeping Dogs (2012). Vitor Bernardi Bündchen
3 19 As representações visuais das forças de defesa de Israel e o exercício da educação do olhar. Carolline Cardoso de Mello  
4 19 “Isso é o sertão - miséria, coronel e piada de corno”:  as representações e os tempos do sertão e do sertanejo no filme Cinema aspirinas e urubus. Johnnys Jorge Gomes Alencar Dikson de Almeida Freire Ledson Marcos Silva  
5 19 Imprensa, visualidade e fascismo italiano (1937-1943). Francisco das Chagas Fernandes Santiago Júnior
6 20 Vestindo discursos: a imprensa brasileira e a “revolução” da moda nos anos 60. Rodrigo Rui Simão de Medeiros
7 20 Os Mutantes: entendendo a contracultura a partir do disco  “A Divina Comédia dos Mutantes ou Ando meio desligado”(1970) no contexto da ditadura militar. Lara Raquel de Souza e Maia
8 20 A ressignificação da paisagem pelo discurso reacionário do projeto musical black metal Burzum (Noruega, décadas de 1990-2000). João Guilherme Santos de Araújo Lopes
9 20 Uma narrativa inventiva: a Brevísima relación de la destrucción de las Índias como um reflexo discursivo do Novo Mundo. Felipe Henrique Cadó Salustino
10 20 Inscrevendo a nação: a invenção da Índia a partir de Salman Rushdie. Arthur Fernandes da Costa Duarte

Simpósio temático 10: HISTÓRIA E CIDADE: DIMENSÕES MATERIAIS E SIMBÓLICAS DOS ESPAÇOS URBANOS

Coordenadore/as: Cid Morais Silveira; Giovanni Roberto Protásio Bentes Filho
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Natal anacrônica: As contradições na construção de uma cidade moderna pela elite natalense. Álvaro Luis Lins de Paiva; João Ricardo de Araújo Capistrano
2 18/11 Modernização da cidade de natal nas páginas da pequena imprensa: um estudo sobre as transformações urbanas e suas Ambivalências (1905-1929). Karine Maria Lima Lopes
3 18/11 As representações das ruas na construção do imaginário urbano de Tianguá-CE. Luiz Eduardo Ferreira Santana; Francisco Antonio do Carmo de Abreu
4 19/11 História e memórias da Festa de Reis em Cabaceiras (1930-1960): os festejos como espaço de resistência e sociabilidade da cultura afro-brasileira. Fernanda de Farias Sousa
5 19/11 A Avenida Rio Branco enquanto lugar de História e de Pertença. Ângelo Gabriel Medeiros de Freitas Sousa
6 19/11 O teatro de rua em Janduís/RN: Entre disputas de narrativas históricas e a formação de uma identidade cultural local. Wallace Rodrigo Lopes da Silva
7 20/11 Despertar das sensibilidades para o patrimônio ferroviário. Cinara Isolde Koch Lewins
8 20/11 Mediação patrimonial no RN Erick Emannoel de Oliveira Alves

Simpósio temático 11: Lutas pelo passado recente: ditaduras, redemocratizações, movimentos sociais, memória, história e ensino de história no Brasil e na América Latina.

Coordenadores: Haroldo Loguercio Carvalho e Sebastião Leal Ferreira de Vargas
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18 Nas mãos do Tio Sam: as continuidades e rupturas da participação estadunidense nos golpes de 1964 e 2016 no Brasil Autor: Antônio Carlos Cabral de Medeiros Co-autora: Bianca Gisele Pinheiro do Nascimento Co-autor: Luiz Alberício de Araújo Neto
2 18 Guerras híbridas na América Latina: a disputa pela hegemonia do espaço geopolítico Autor: Claudionor Almir Soares Damasceno
3 18 A classe trabalhadora chilena durante o Governo de Salvador Allende Autor: Paulo Fernando Lara Pereira de Araujo  
4 18 Uma nova guinada: o centro nacional de educação sexual (CENESEX) e a revolução sexual em Cuba. Autor: Pedro Sampaio de Azevedo Orientadora: Profº. Dra. Elisa Borges  
5 18 A política e as lutas nacionalistas de 1958-1962 no Rio Grande do Norte: os jornais Folha da Tarde e o Jornal de Natal como fonte de pesquisa histórica Autora: Roselia Cristina de Oliveira      
6 18 História e Memória do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Autor: Jean Rodrigues Sales
7 18 A utilização do programa Conversa ao Pé do Rádio na busca por um pacto social (1985-1987). Autor: Brendo Filipe Costa Diniz    
8 18 Levantar a voz e protestar: as lutas dos professores do ensino oficial de Pernambuco no contexto da abertura política. Autor: Max Rodolfo Roque da Silva
9 18 Implantação do Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Norte. Autora: Luzia Andreza Pereira Martins  

Simpósio temático 12:  CULTURA E ESPAÇOS DE PODER NO MUNDO ANTIGO

Coordenadore/as: Profº. Me. Arthur Rodrigues Fabrício. (Doutorando - PPGH-UFRN)
Profº. Me. Cleyton Tavares da S. Silva. (Doutorando - PPGH-UFRN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 REALEZA NEOASSÍRIA: DIÁLOGOS ENTRE ARTE, ARQUITETURA, RELIGIÃO E POLÍTICA. f   Ruan Kleberson Pereira da Silva
2 18/11 Estrutura e objetos funerários: interações na tumba de Nakht (TT 52), c. 1401-1353 A.E.C.   Pedro Hugo Canto Núñez
3 18/11 A viagem a Punt no templo de Deir el-Bahari.   Talita Alves da Cruz
4 18/11 HOMENS SEM COMUNIDADE, SEM LEIS E SEM FAMÍLIA: Os Ciclopes e Polifemo.   Alexandre Bruno Barzani Santos e Fernando Crosara Vieira Ázara  
5 18/11 Territórios Antigos, Identidades Modernas: um ensaio sobre Território e Identidade Cultural para os antigos helenos.   Cleyton Tavares da Silveira Silva
6 18/11 Magia, ritual e agência dos objetos: religião privada no Egito Romano.   Marcia Severina Vasques
7 18/11 A CONSTRUÇÃO ESPACIAL NA NARRATIVA APULEIANA DURANTE O SÉCULO II D.C: "O ASNO DE OURO" E OS DESLOCAMENTOS DE LÚCIO. Liliane Tereza Pessoa Cunha
8 18 Religião Popular no Egito Greco-Romano: O Culto de Serápis Danillo Melo da Fonseca
9 18/11 A CONSTRUÇÃO ESPACIAL DO NORTE DA ÁFRICA NO IMPÉRIO ROMANO (SÉCS. I A.E.C. – I E.C.): REFLETINDO SOBRE UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA GEOGRAFIA DE ESTRABÃO.   Alaide Matias Ribeiro

Simpósio temático 13: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME: SOCIEDADE E CULTURA (séculos XVI-XVIII)

Coordenadore/as: Carmen Alveal (UFRN) e Leonardo Rolim (UERN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1   18/11 A questão dos limites entre a “Terra dos Potiguara” e a capitania de Itamaracá (1564). Elenize Trindade Pereira
2       18/11 TERRA, AGENTES E COLONIZAÇÃO: AUTO DE REPARTIÇÃO DE 1614 COMO ANÁLISE DA ESPACIALIZAÇÃO DA CAPITANIA DO RIO GRANDE (séc. XVI-XVII). Gabriel Amorim Dias de Oliveira
3   18/11 Territorialidade e alteridade no Japão Tokugawa: os contatos entre jesuítas e nipônicos na ilha de Kyushu. 1603-1639. Renata Nobre Bezerra
4   18/11 De cativo a desembargador: a trajetória do bacharel Francisco Pereira (1670-1686). Wanderlei de Oliveira Menezes
5   18/11 Do sustento e da guerra: fiscalidade e administração fazendária em tempos bélicos (c.1680-1720). Lívia Brenda da Silva Barbosa
6     18/11 TRAJETÓRIAS E PARTICIPAÇÃO NAS GUERRAS DOS PALMARES E GUERRAS DOS BÁRBAROS NO PROCESSO TERRITORIALIZAÇÃO DAS CAPITANIAS DO NORTE (1654-1709). Tyego Franklim da Silva
7   18/11 O REI E OS CONFLITOS: ADMINISTRAÇÃO E JURISDIÇÃO DA BAHIA DO SÉCULO XVII AO XVIII. Mateus Araújo Brilhante
8   18/11 Mérito e hereditariedade: conflitos entre nobrezas no Portugal Setecentista. Ana Beatriz Vargem Pinheiro
9   19/11 O PAPEL DAS MERCÊS E HONRAS NA NOBILITAÇÃO DOS PERFIS NAS CONQUISTAS MILITARES NA CAPITANIA DO RIO GRANDE, SÉCULOS XVII-XVIII. Otávio Henrique Gomes do Nascimento
10   19/11 ENTRE CAMARÁRIOS E CAPITÃES-MORES: GOVERNABILIDADE NA CAPITANIA DO RIO GRANDE (1701-1730). Kleyson Bruno Chaves Barbosa
11   19/11 O SENADO DA CÂMARA E AS DINÂMICAS SOCIAIS NOS SERTÕES DA CAPITANIA DO RIO GRANDE DO NORTE: VILA DE PORTALEGRE (1771-1794). Iara Cristina Soares Silva
12   19/11 OCUPAÇÃO DO ESTADO DO MARANHÃO E GRÃO-PARÁ: análise da apropriação territorial a partir da narrativa de João Velho do Valle com o Governador Gomes Freire de Andrade (1685-1687). Tamires dos Santos Duarte
13   19/11 Processo de expansão territorial nos sertões do Piauí entre os séculos XVII e XVIII. Gilson Bezerra Gomes Neto
14   19/11 Concessões e demarcações nos sertões do Maranhão setecentista (1721-1750): a formação dos espaços agrários no vale do Itapecuru. Carlos Augusto Soares Bezerra
15   19/11 A grande devassa de terras na Capitania do Piauí: sesmarias, conflitos e controle régio no sertão (1753-1762) Carmen Alveal
16   19/11 A Querela de Maxaranguape: conflito, argumentações jurídicas e estratégias, Capitania do Rio Grande, 1775. Silvia Vitória de Freitas Rodrigues
17   19/11 Por tempo de três meses somente”: a dinâmica dos provimentos de patentes militares e ofícios de justiça e fazenda nas capitanias do Rio Grande e Ceará (1701-1750) Marcos Arthur Viana da Fonseca
18   20/11 A ISENÇÃO OU PAGAMENTO DO FORO PELOS VIGÁRIOS DA CIDADE DO NATAL (1700-1799). Monique Maia de Lima
19   20/11 “A onça na terra”: o caso padre José Pereira Lobato: estratégias para ascensão na carreira eclesiástica no bispado de Pernambuco setecentista. José Rodrigues da Silva Filho
20   20/11 Revoltas contra os padres jesuítas na capitania do Caeté – meados do século XVIII. Leonardo Augusto Ramos da Silva
21   20/11 Esquadrinhando os Sertões do Norte: a atuação dos naturalistas João da Silva Feijó e Vicente Dias Cabral (c. 1790-c.1820). Leonardo Cândido Rolim
22   20/11 O ALGODÃO E OS PROJETOS ECONÔMICOS COLONIAIS PARA O SERTÃO DO BRASIL (1776-1799) Thiago Dias

Simpósio temático 14 : O PATRIMÔNIO CULTURAL ENTRE OS SABERES HISTÓRICOS E OS SABERES OUTROS: TEORIAS E PRÁTICAS NA CONTEMPORANEIDADE

Coordenadore/as: Almir Félix e Janaína Mello
Prof. Dra. Janaína Cardoso de Mello – (PPGEH-UFS)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Turismo de Memória: os lugares de memória e consciência como lugares de visitação e aprendizagem Turismo de Memória: os lugares de memória e consciência como lugares de visitação e aprendizagem Almir Félix Batista de Oliveira
2 18/11 Memorial virtual, suporte de memória interativo na perspectiva do ensino híbrido Kaliene Alessandra Rodrigues de Paiva
3 18/11 Bens culturais da Igreja: estudos na fronteira entre a razão e a fé Cláudio Correia de Oliveira Neto e Poliana Cláudia Martins da Silva Dantas
4 18/11 Casa da Tapioca de Tabatinga (RN): lugar de memória e identidade Romário Oliveira de Sant'ana
5 18/11 História, etnografia e turismo: Um estudo na Comunidade Quilombola dos Negros do Riacho (Currais Novos/RN). Mayara Ferreira de Farias e Viviane Costa Fonseca de Almeida Medeiros
6 19/11 As quatro perspectivas sobre o patrimônio cultural: teoria e experiências de ensino no ProfHistória Roberto Airon Silva
7 19/11 Quinta da História: Da rua a rede social Luciano Fábio Dantas Capistrano
8 19/11 Por uma educação dos sentidos para dar significado ao ensino de História: uma proposta a partir da educação patrimonial Letícia Lopes Saldanha
9 19/11 Coco de Roda e Ensino de História: a formação da identidade umbuzeirense Luzinete Barbosa da Silva

Simpósio temático 15: Intelectuais: mediação cultural, construção de memórias e produção de saberes.

Coordenadore/as: Prof. Dr. Francisco Fabiano de Freitas Mendes
Profa. Ma. Hélia Costa Morais
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 19/11 O pensamento dissidente de José Carlos Matiátegui. Camila Koenigstein Sacoman Liliana Andrea Guzman Ortiz
2 19/11 “Um pernambucano amante da boa ordem”: o discurso de Frei Caneca para as camadas populares no alvorecer do século xix (1795 a 1825).   Francisco de Assis Severo Lima
3 19/11 A Escrita da História em João Camilo de Oliveira Torres. Iago Veloso
4 19/11 Republicanismo e elaboração memorialística na obra de Teófilo Braga (1880-1903). Isabela Lemos Coelho Ribeiro
5 19/11 AFETOS, OFÍCIOS E CARTAS: uma análise histórica da correspondência do intelectual de província Eduardo Campos. Plauto Daniel Santos Alves  
6 19/11 Heloísa Juaçaba: mediadora e gestora das artes. Anderson de Sousa Silva  
7 20/11 Mediações étnico-culturais brasileiras pelo olhar etnológico de Manuel Diégues Júnior. Luan de Sousa Batista  
8 20/11 O enaltecimento da Velha Capital: a ação de intelectuais baianos na concepção de uma “ideia de Bahia” entre as décadas de 1920 e 1950.   Sura Souza Carmo
9 20/11 Entre a perda e a salvaguarda: pioneirismo de Assú/RN a partir da obra de Celso da Silveira. Ericlis Dantas de Oliveira
10 20/11 Entre a Cruz e a Espada: contribuições de Luiz Carlos Lins Wanderley para os saberes da medicina científica e popular no Rio Grande do Norte (1877-1880). Tallyta Caliane Bernardo Dias

Simpósio temático 16: HISTÓRIA E IMPRENSA: MÉTODOS E POSSIBILIDADES

Coordenadore/as: Prof. Dr. Lindercy Francisco Tomé de Souza Lins (DHI/PPGCISH-UERN)
Prof. Dr. Marcílio Lima Falcão (DHI/PPGEH-UERN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1                     19/11 A capoeira na imprensa ilustrada da corte (1870 - 1880).   Gabriel Ferreira Schulz  
2 Entre a abolição e a regeneração: Uma análise dos discursos abolicionistas e imigratórios do Correio Paulistano 1870-1885.   Alisson Eric de Souza Simão Pereira  
3 "Ao lado da maçonaria está Deus": O Mossoroense e sua inserção nos embates da Questão Religiosa (1872-1875).     Elioenai de Souza Ferreira
4 IMPRENSA E CRISE IMPERIAL-1880-1889.     Félix Emanoel De Oliveira Marques  
5 O CONTROLE DA INFORMAÇÃO COTIDIANA NO JORNAL “A REPÚBLICA” (1941-1943).     Fernanda Carla da Silva Costa  
6                   20/11 O sertão potiguar sob a ótica do jornal “A Ordem” (1942-1943).   Tuylla Rayane Tavares da Cunha  
7 “Não aceito ditadura”: abertura e transição do Regime Militar no jornal mossoroense Gazeta do Oeste (1977-1985).   Autor: Marcílio Lima Falcão Co-autora: Micarla Natana Lopes Rebouças Co-autora: Liliane Sonara de Sousa Gomes  
8 NOVA SÃO RAFAEL: A REPRESENTAÇÃO JORNALÍSTICA DA MODERNIDADE NO SERTÃO POTIGUAR (1980 E 1985).   Maiara Brenda Rodrigues de Brito  
9 FONTE PERIÓDICA: PRESERVAÇÃO, PESQUISA E CATALOGAÇÃO DO JORNAL TRIBUNA DO VALE DO AÇU.   Autor: Francisca Maria da Conceição de Souza Lima Orientador: Dr. Rosenilson da Silva Santos  
10 NA TERRA DOS GRAMÁTICOS: registros impressos de “um país que não sabia escrever o próprio nome”.   Beatriz Rodrigues  

Simpósio temático 17: TEORIA DA HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E HISTÓRIA DOS ESPAÇOS

Coordenadores: Prof. Dr. Evandro dos Santos (DHC/PPGHS-CERES-UFRN)
Prof. Dr. Magno Francisco de Jesus Santos (DH/PPGEH-UFRN)
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 REVELANDO OS SEGREDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL: A CURIOSIDADE COMO MÉTODO DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA (1948-1960) Pedro Henrique da Silva Paes
2 18/11 "A assinatura Gustavo Barroso" em perspectiva historiográfica Antônio Ferreira de Melo Júnior  
3 18/11 UMA ANÁLISE DA ESCRITA BIOGRÁFICA NA HISTORIOGRAFIA POTIGUAR A PARTIR DE MANOEL DANTAS, JOSÉ AUGUSTO E OSWALDO LAMARTINE Eduardo Kleyton de Medeiros  
4 18/11 Como se escreve a História do Rio Grande do Norte para o ensino médio?:  concepções, métodos e representações do passado Bruno Balbino Aires da Costa
5 18/11 “UMA MATTA ESCURA E ESPESSA”: FELISBELO FREIRE E A ESCRITA DA HISTÓRIA TERRITORIAL DO BRASIL (1906) Magno Francisco de Jesus Santos
6 18/11 Os primeiros passos para a escrita da História do Brasil: O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o concurso de 1840 Roberta Ketllen Souza Duarte
7 18/11 Sobre o Congresso Internacional de História da América (1922): Relações e conexões do ambiente intelectual  e a construção do campo historiográfico Alesy Soares Oliveira
8 18/11 O 1º Encontro Brasileiro Sobre Introdução ao Estudo da História: os problemas e possibilidades de uma nova disciplina Carolini Pereira Santana
9 18/11 O anticomunismo católico a partir dos escritos reacionários do padre José Cabral Pedro Filipe Barros Oliveira
10 19/11 Leopold von Ranke e os orientalistas alemães: aproximações e afastamentos Viviane Venancio Moreira
11 19/11 Seduzidos pelo Tempo:  Reflexões sobre os Regimes de Historicidade Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos
12 19/11 O sujeito, a experiência e o historiador: diálogos entre história e psicanálise Evandro dos Santos
13 19/11 História social: aproximações e distanciamentos entre E.P. Thompson, Natalie Zemon Davis e Michelle Perrot Josefran Ferreira Lima  
14 19/11 A Bússola Historiográfica: A tropologia de Hayden White como exame das narrativas históricas. Douglas André Gonçalves Cavalheiro
15 19/11 Memórias de ex-reitores da UERN: cultura histórica, política e intelectuais em Mossoró (1968-1987). Maria Clara Barbalho de Mendonça Aryana Lima Costa  
16 19/11 O Curso de História da UERN (1967-1978): criação e primeiras estruturas curriculares Alana Fabrícia Pereira Bezerra Aryana Lima Costa  
17 19/11 SERTÕES EM FOCO: SUJEITOS DE CONHECIMENTO E PERSONAGENS HISTÓRICOS NAS PESQUISAS PARAÍBANAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Manoel Candeia das Chagas Neto  
18 20/11 Entre o medo e a retrotopia: a construção identitária da Nova Inglaterra por meio do conto The Street de H.P. Lovecraft (1920) Andressa Freitas dos Santos  
19 20/11 A Torre do Elefante: a Cartografia Literária e a Geocrítica na obra de Robert Ervin Howard Luciano Augusto Nóbrega de Sousa  
20 20/11 A Estrovenga Girou - o Manguebeat e o Transnacional no Debate Cultural de Recife na década de 1990 Renan Vinicius Alves Ramalho  
21 20/11 “Encontrando-se com o único mal irremediável”: o Fim do Mundo na obra o Auto da Compadecida Prentice Geovanni da Silva Costa Joel Carlos de Souza Andrade  
22 20/11 Vamos Serrar Esse Cara em Dois: A Violenta Idade Média dos Memes Autor: Yara Fernanda Chimite  

Simpósio temático 18: História Cultural das Religiões

Coordenadore/as: André Victor Cavalcanti Seal da Cunha
 
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 Criminalizar ou regulamentar? O debate público sobre a ayahuasca no Norte do Brasil, nas décadas de 1980-1990 Geovanna Alice Coelho
2 18/11 “A Igreja Católica é uma sociedade perfeita”: as respostas católicas frente ao processo de separação entre Igreja e Estado no Brasil republicano Julia Rany Campos Uzun
3 18/11 A instauração da Diocese de Nazareth e o episcopado de Dom Ricardo Ramos de Castro Vilela (1919-1946) Vágner Hugo Calazans Silva

Simpósio temático: ST 19 – HISTÓRIA DOS SERTÕES

Coordenadore/as: Joel Carlos de Souza Andrade
Paula Rejane Fernandes
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 A letra “N” em registros paroquiais: negros nos sertões? Helder Alexandre Medeiros de Macedo
2 18/11 Bezerra de Menezes: política e representações sertanejas em sua escrita romanesca (1880-1900 Flávio Luan Freire Lemos
3 18/11 CARTAS, MEMÓRIAS E REPRESENTAÇÕES DOS SERTÕES DO SERIDÓ Brena da Silva Dantas
4 18/11 DA MODA À PRODUÇÃO QUADRINISTA: O VAQUEIRO SERTANEJO EM DIS(CURSO Marcelino Gomes dos Santos Filipe Viana da Silva
5 18/11 De segundo nome a sobrenome: um estudo de caso sobre o fenômeno genealógico da adoção de antropônimos em famílias sertanejas a partir do caso de Manoel Batista Torres Mara Gabrielly Batista de Macêdo
6 18/11 DINARTE MARIZ: VIDA, TRAJETÓRIA E SEU DESENVOLVIMENTO NA CARREIRA POLÍTICA (1954 – 1958) Larisse Santos Bernardo
7 18/11 DONOS DE TERRAS E DE GADO: OS POTENTADOS DE VILLA DE MISERICÓRDIA/PB (1920-1950) Ywllkenne Mayre Soares Gomes Campos Barbalho  
8 18/11 ENTRE A TAIPA E A CARNAÚBA: O DESCASO ESTATAL PARA COM OS MORADORES DA “VELHA” SÃO RAFAEL/RN Arthur Ebert Dantas dos Santo
9 18/11 Entre risos e ideias: como os memes demonstram as formas de se perceber os sertões na contemporaneidad Franciely de Lucena Medeiros Joel Carlos de Souza Andrade
10 19/11 ENTRE VEREDAS DO SERTÃO E PASSARELAS GLOBAIS: A MODA DA RHODIA, E ALDEMIR MARTINS (1960-1970) João Vieira Neto Joel Carlos de Souza Andrade
11 19/11 Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte: lugar de escrita, produção historiográfica e circulação de ideias Adalgisa Maria Alencar Dutra
12 19/11 Luz, câmera, ação: o sertão no cinema da contemporaneidade Gleice Linhares de Azevedo
13 19/11 “MOLE QUE SÓ LEXANDRE”: A BIOGRAFIA DE UM SUJEITO, DE 1899 a 1986 Adelânia Gouveia Lima
14 19/11 NESTE MESMO CHÃO, OUTROS SUJEITOS: PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO DA DATA DE TERRA DO TOTORÓ, SERTÕES DA CAPITANIA RIO GRANDE, RIBEIRA DO ACAUÃ, SÉCULO XVII Matheus Barbosa Santos
15 19/11 Nossos sertões, nosso sertão seridoense e a construção do açude Sabugi (1958 – 1970) Monielle Medeiros Mariz
16 19/11 O PROGRESSO E OS ALIMENTOS: uma aliança totalmente sertaneja João Paulo de Lima Silva
17 19/11 O sertão contracultural: a emergência do Rock 'n' Roll cajazeirense Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior
18 19/11 O SERTÃO NORDESTINO EM PERSPECTIVA: ABORDAGENS E DISCURSOS NOS ESCRITOS DE ADEMAR VIDAL NO PERIÓDICO CULTURA POLÍTICA (1941  Maria Joedna Rodrigues Marques   Joel Carlos de Souza Andrade  
19 20/11 Os escritos de Lopes de Andrade e a problematização dos “sertões áridos” Joel Carlos de Souza Andrade
20 20/11 OS SERTÕES NATURAIS SOBRE AS LENTES DE OSWALDO LAMARTINE DE FARIA Natália Raiane de Paiva Araujo
21 20/11 Sertanejos e sertões nordestinos contemporâneos no Polígoono da Maconha Allyson Iquesac Santos de Brito
22 20/11 Ser(tão) poético: os sertões sobre a ótica dos cantadores de viola do Seridó potiguar Joalisson Jonathan Oliveira Diniz
23 20/11 Sertão, política e periódicos: representações do sertão e do sertanejo a partir das narrativas sobre a trajetória política de José Bernardo de Medeiros (Rio Grande do Norte, 1859-1889) Dikson de Almeida Freire
24 20/11 Teatralização do poder e usos da história: o IHGRN como campo intelectual e seus esquemas de legitimidade (1938-1970) Ledson Marcos Sousa da Silva
25 20/11 Um sertão mais profundo: os silêncios sobre o feminino na historiografia clássica do Seridó-RN Maria Alda Jana Dantas de Medeiros Helder Alexandre Medeiros de Macedo

Simpósio temático 20: - SABERES HISTÓRICOS E CONTEMPORANEIDADES: A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE HISTÓRIA PARA UMA NOVA SOCIEDADE

Coordenadore/as: Margarida Maria Dias de Oliveira e Nathalia Helena Alem
Ordem Dia Título do trabalho Nome dos autores e autoras
1 18/11 A produção do conhecimento na formação do profissional de História: contribuições a partir das experiências no curso de graduação em História. Isabela da Silva Ferreira
2 18/11 Ensino, Pesquisa, Extensão: formação profissional em História sob o olhar discente. Clivya da Silveira Nobre
3 18/11 Livro Didático de Ciências Humanas- entre concepções de produção de livros interdisciplinares. Vivian Mikaelly da Silva Pereira
4 18/11 A progressão do conhecimento na 2° versão da Base Nacional Comum Curricular: uma perspectiva a partir da análise de conteúdo. Elias Farias da Silva
5 18/11 Progressão do conhecimento histórico: uma análise por meio da BNCC. Rebeca Nadine de Araújo Paiva
6 18/11 Por um diálogo sobre progressão no processo de ensino-aprendizagem com as ciências humanas: um levantamento sobre a produção do CCHLA/UFRN. Viviane Cristine Pereira Nunes
7 18/11 História em High Definition: a utilização do YouTube por historiadores. Glicia Kaliane Lucas Machado de Souza; Cíntia Venâncio; Amanda Maria Souza  
8 18/11 HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES/AS: Um estudo do curso de Licenciatura em História da UERN – Campus Central. Rusiane da Silva Torres
9 18/11 História da África e da Cultura Afro-brasileira nos Livros Didáticos de História do 6º Ano (2005 a 2014) João do Carmo Dantas Filho