VIII Encontro Estadual de História da ANPUH/RN

XIV Semana de Estudos Históricos do CERES

UFRN - CERES - Campus de Caicó, 03 a 06 de julho de 2018

  1. Início
  2. Sobre
  3. Programação
  4. Mesas Redondas
  5. Simpósios
  6. Minicursos
  7. Cronograma
  8. Inscrições
  9. Anais
  10. Equipe
  11. Sobre Caicó

O VIII Encontro Estadual de História da ANPUH-RN terá como tema A História e o futuro da Educação no Brasil, seguindo a orientação da temática aprovada na última Assembleia Geral da ANPUH-Brasil, que teve lugar em Brasília, durante o XXIX Simpósio Nacional de História, realizado no mês de julho do corrente ano.

O evento será realizado no Campus de Caicó, do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no período de 03 a 06 de julho de 2018, conjuntamente com a XIV Semana de Estudos Históricos do CERES, seguindo a dinâmica de parceria da ANPUH-RN com as instituições de ensino superior que sediam os encontros estaduais.

A programação, composta de conferências, mesas redondas, minicursos e simpósios temáticos, oferece um panorama de discussões sobre as questões que envolvem a relação entre História e Educação nos dias de hoje.

Desejamos a todos e todas um bom evento!

Comissão Organizadora


TERÇA-FEIRA – 03 JULHO de 2018
Horário
Evento
Local
08:00h às 18:30h CREDENCIAMENTO Laboratórios de História
13:00h às 17:00h Minicursos Salas de Aula dos Blocos D
19:00h às 21:00h Solenidade de Abertura Conferência de Abertura: A importância da pesquisa e do ensino de História no século XXI
Conferencista: Prof.ª Dr.ª Joana Maria Pedro – Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Presidente da ANPUH-BR
Auditório do CERES
Quarta-feira, 04 de julho de 2018
Horário
Evento
Local
07:30h às 18:30h Credenciamento Laboratórios de História
07:30h às 09:30h Minicursos Salas de Aula dos Blocos D
12:00h às 14:00h Intervalo
Mesas Redondas
09:45h às 11:45h MR 1 - A legitimação religiosa face ao Estado –
os casos do Espiritismo e do Santo Daime
Andre Victor Cavalcanti Seal da Cunha – Professor do DEHIS-UERN – Mossoró
Carlos Eduardo Martins Torcato – Professor do DEHIS-UERN – Mossoró
Adriana Gomes – Professora de História da SEEDU/RJ
Bloco de Aulas D Sala D2
09:45h às 11:45h MR 2 – A produção historiográfica no Rio Grande do Norte (1902-1938)
Raimundo Pereira Alencar Arrais – Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Bruno Balbino Aires da Costa – Professor do IFRN
Durval Muniz de Albuquerque Junior – Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Auditório da Pós-Graduação
09:45h às 11:45h MR 3 – Formação de professores de História no Brasil:
história,historiografia e construções atuais

Aryana Lima Costa – Professora do DEHIS-UERN – Mossoró
Juliana Alves de Andrade – Professora do DE/UFRPE
Margarida Maria Dias de Oliveira – Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Anfiteatro do CERES
14:00h às 18:00h Simpósios Temáticos Salas de Aula do Bloco A, B e D
Anfiteatro do CERES
Anfiteatro da Pós-Graduação
18:00h às 19:30h Bate-papo com Autores e Lançamento de Livros Anfiteatro do CERES
Mesas Redondas
19:30 às 21:30h MR 4 – Leis 10.639/03 e 11.645/08: temas, problemas e perspectivas no Ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena no Brasil
Lígio José de Oliveira Maia – Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Edson Hely Silva – Professor do DEHIS-UFPE
Maria Telvira da Conceição – Professora do DEHIS-URCA e do PROFHIST-URCA
Anfiteatro do CERES
19:30 às 21:30h MR 5 – Patrimônio Cultural interconectando áreas de pesquisa:
História, Geologia, Turismo

Almir Félix Batista de Oliveira – Pós-doutorado – PPGTUR-UFRN
Marcos Antônio Leite do Nascimento – Professor do Departamento de Geologia – UFRN
Roberto Airon Silva – Professor do DEHIS-CCHLA-UFRN

Auditório da Pós-Graduação
19:30 às 21:30h MR 6 – Sertões: narrativas e fronteiras
Helder Alexandre Medeiros de Macedo – Professor do DHC-CERES e PPGH-UFRN
Ricardo Alexandre Santos de Sousa – Professor do DEHIS-UESB –
Campus Vitória da Conquista
Evandro dos Santos – Professor do DHC-CERES-UFRN
Moderação: Joel Carlos de Souza Andrade – Professor do DHC-CERES-UFRN
Bloco de Aulas D Sala D2
Quinta-feira, 05 de julho de 2018
Horário
Evento
Local
07:30h às 18:30h Credenciamento Laboratórios de História
07:30h às 09:30h Minicursos Salas de Aula dos Blocos D
Mesas Redondas
09:45h às 11:45h MR 7 – Religiões e religiosidades na composição da cultura brasileira
Lourival Andrade Júnior – Professor do DHC-CERES-UFRN
Vanda Fortuna Serafim – Professora do DEHIS-UEM
Ane Luise Silva Mecenas Santos – Doutora em História – UNISINOS
Anfiteatro do CERES
09:45h às 11:45h MR 8 – Colonização e economia: espaços, agentes e instituições
ultramarinas nos séculos XVI a XVIII

Thiago Alves Dias – Professor do DHC-CERES-UFRN
Rodrigo Ricupero – Professor do DEHIS-USP
Gustavo Acioli Lopes – Professor do DEHIS-UFRPE
Moderação: Carmen Margarida Oliveira Alveal - Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Auditório da Pós-Graduação
09:45h às 11:45h MR 9 – Ensino de História Antiga e a educação do futuro: novas perspectivas
Marcia Severina Vasques – Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Lyvia Vasconcelos Baptista – Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN
Airan dos Santos Borges – Professora do DHC-CERES-UFRN
Regina Maria da Cunha Bustamante – Professora do DEHIS-UFRJ
Bloco de Aulas D Sala D2
12:00h às 14:00h Intervalo
14:00h às 18:00h Simpósios Temáticos Salas de Aula do Bloco A, B e D
Anfiteatro do CERES
Anfiteatro da Pós-Graduação
19:00h às 21:00h Assembleia Geral da ANPUH-RN Anfiteatro do CERES
Sexta-feira, 06 de julho de 2018
Horário
Evento
Local
07:30h às 11:30h Credenciamento Laboratórios de História
07:30h às 09:45h Reunião dos GTs Salas de Aula dos Blocos D
10:00h às 12:00h Solenidade de Encerramento
Conferência de Encerramento: Conservadorismo, educação e Ensino de História.

Conferencista: Prof.ª Dr.ª Carina Martins Costa – Departamento de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Auditório do CERES
12:00h às 14:00h Intervalo
14:00h às 18:00h Simpósios Temáticos Salas de Aula do Bloco A, B e D
Anfiteatro do CERES
Anfiteatro da Pós-Graduação
19:00h às 22:00h Confraternização A definir

Os resumos dos trabalhos científicos a serem submetidos para os STs, via link Inscrição, devem ter até 250 palavras e conter objetivos, metodologia, resultados e conclusões, conforme a NBR 6028 – ABNT. Devem ter até 5 palavras-chave que identifiquem os temas tratados no estudo.

O Caderno de Resumos, publicação indexada com ISBN, será disponibilizado, neste espaço, tão logo esteja consolidada a programação dos STs.


Os textos finais que farão parte dos Anais Eletrônicos do VIII Encontro Estadual de História – ANPUH-RN deverão ser encaminhados entre os dias 10/07 e 10/08/2017 para o e-mail: encontroanpuhrn2018@gmail.com, com a seguinte formatação: arquivo com extensão DOCx ou editável em processador de texto compatível; mínimo de 12 páginas e máximo de 20; Fonte Arial; tamanho 12 para texto e 11 para citações acima de três linhas (separadas do corpo do texto); margens 2,5; espaçamento entre linhas 1,5; notas de rodapé, com bibliografia final; os textos devem conter os dados biográficos do(s) autor(es). As normas para citação e bibliografia devem seguir as normas da ABNT atualizadas. Os anais serão disponibilizados em formato eletrônico, em espaço apropriado neste site, sendo a publicação indexada com ISBN.

Em Breve...


COMISSÃO ORGANIZADORA
Prof. Abrahão Sanderson Nunes Fernandes da Silva – CERES-UFRN
Prof. Evandro dos Santos – CERES-UFRN – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof. Helder Alexandre M. de Macedo – CERES-UFRN – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof. Marcílio Lima Falcão – UERN -Mossoró – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof. Mariano de Azevedo Júnior – UnP-Natal – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof. Rosenilson da Silva Santos – UERN-Assu – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof. Thiago Alves Dias – CERES-UFRN
Prof.ª Adriana Cristina da Silva Patrício – SEEC/RN – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof.ª Airan dos Santos Borges – CERES-UFRN
Prof.ª Andreza de Oliveira Andrade – UERN-Assu – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof.ª Carmen Margarida Oliveira Alveal – CCHLA-UFRN – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof.ª Jailma Maria de Lima – CERES-UFRN – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof.ª Juciene Batista Félix Andrade – CERES-UFRN
Prof.ª Lívia Brenda Silva Barbosa – Diretoria ANPUH 2016-2018
Prof.ª Sarah Luna de Oliveira – CERES-UFRN

COMISSÃO CIENTÍFICA
Prof. Almir Félix Batista de Oliveira – PPGTUR/UFRN
Prof. André Victor Cavalcanti Seal da Cunha – UERN
Prof. Arthur Luís de Oliveira Torquato – IFRN
Prof. Arthur Rodrigues Fabrício
Prof. Carlos Eduardo Martins Torcato – UERN
Prof. Evandro dos Santos – UFRN
Prof. Francisco Fabiano de Freitas Mendes – UERN
Prof. Genilson de Azevedo Farias – PPGCS/UFRN
Prof. Haroldo Loguercio Carvalho – UFRN
Prof. Helder Alexandre M. de Macedo – UFRN
Prof. João Fernando Barreto de Brito – PPGH/UFRJ
Prof. Joel Carlos de Souza Andrade – UFRN
Prof. Lemuel Rodrigues da Silva – UERN
Prof. Lígio José de Oliveira Maia – UFRN
Prof. Lindercy Francisco Tomé de Souza Lins – UERN
Prof. Lourival Andrade Junior – UFRN
Prof. Marcílio de Lima Falcão – UERN
Prof. Marcondes Alexandre da Silva
Prof. Mariano de Azevedo Júnior – UnP
Prof. Paulo Rikardo Pereira Fonseca da Cunha – IFRN
Prof. Paulo Vitor Sauerbronn Airaghi
Prof. Rafael Oliveira da Silva – Rede Privada de Ensino Básico – Natal/RN
Prof. Renato Amado Peixoto –UFRN
Prof. Rodrigo Ceballos – UFCG
Prof. Rosenilson da Silva Santos – UERN
Prof. Ruan Kleberson Pereira da Silva
Prof. Thiago Alves Dias –UFRN
Prof.ª Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto – SEEC/RN
Prof.ª Andreza de Oliveira Andrade – UERN
Prof.ª Carmen Margarida Oliveira Alveal – UFRN
Prof.ª Jailma Maria de Lima – UFRN
Prof.ª Juliana Alves de Andrade – UFRPE
Prof.ª Maiara Juliana Gonçalves da Silva – UFRN
Prof.ª Margarida Maria Dias de Oliveira – UFRN
Prof.ª Vanda Fortuna Serafim – UEM
Prof.ª Vanessa Spinosa – UFRN

APOIO TÉCNICO
Gabriel Barreto – Secretaria
Joás Jones de Sousa Medeiros – Suporte de Informática
Lucas Thiago Araújo de Medeiros – Secretaria
Maria Alda Jana Dantas de Medeiros – Secretaria
Matheus Barbosa Santos – Secretaria

MC 1 – HISTÓRIA E HIPERMÍDIA: a percepção do passado na estética computacional dos videogames

MINISTRANTES
Mariano de Azevedo Júnior Currículo Lattes
Professor de História – UnP

Marcella Albaine Farias da Costa Currículo Lattes
Doutoranda em História – PPGH-UNIRIO

EMENTA
Com a evolução técnica dos meios computacionais nas últimas décadas, se deu também o desenvolvimento de suas capacidades narrativas. Isso tem possibilitado um fenômeno semelhante ao que ocorreu em outros meios audiovisuais, como no cinema e na televisão: o interesse pelos temas históricos, seja de uma forma inteiramente fictícia ou buscando reproduzir versões do passado produzidas pelos historiadores profissionais. Os meios computacionais que melhor têm se expressado narrativamente a respeito dos temas históricos são os videogames, sem dúvidas, pois elaboram enredos e simulam espaços de experiências, muitas vezes, sob o signo do “passado histórico”. Essas mídias, voltadas ao entretenimento, não apenas divulgam certas concepções do passado, como também criam formas particulares de percebê-lo e praticá-lo, no ato de jogar. Como noções centrais das problematizações previstas para este minicurso estão a de “hipermídia” e “hipertexto”, já tratadas há algum tempo nos trabalhos de importantes teóricos da comunicação social, sociólogos, linguistas cognitivos e determinados segmentos do pensamento filosófico. Desta vez, a intenção é pensar como as propriedades estéticas dos meios computacionais, através dos videogames que abordam temas históricos em seus mundos fictícios, afetam a percepção do passado – até mesmo do tempo, de forma mais ampla. Está presente, no nosso exercício de reflexão, a tarefa de problematizar aquilo que importantes teóricos consideram fundamental para o nosso tempo, isto é, a relação entre “técnica” e “política”, o que pode ser feito através de diferentes abordagens do social.


MC 2 – A PRODUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE HISTÓRIA

MINISTRANTE
Margarida Maria Dias de Oliveira Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

EMENTA
O presente minicurso tem por objetivo central refletir sobre a produção de materiais didáticos para o ensino de História realizada no Brasil e, por meio destas reflexões, debater sobre os saberes necessários a um profissional que se proponha a se dedicar a esta produção. Parte-se do pressuposto que este é um campo a ser ocupado por profissionais de História e qualificados para tal, que há uma imbricação com a produção do conhecimento histórico acadêmico, mas que requer também um diálogo com outros campos de saberes, dependendo dos suportes e objetivos dos materiais didáticos. Entende-se como um campo possível de atuação profissional do formado em História e como uma forma de atuação para contribuir na formação de cidadãos que operam com informações históricas e as transformam em um banco de dados importante para orientação da vida prática.


MC 3 – PATRIMÔNIO CULTURAL: FORMAS DE APRESENTAÇÃO, FORMAS DE PRESERVAÇÃO

MINISTRANTE
Almir Félix Batista de Oliveira Currículo Lattes
Pós-doutorando – PPGTUR/UFRN
EMENTA
O presente minicurso tem os seguintes objetivos: 1-Discutir como se conforma o patrimônio cultural brasileiro; 2-Analisar os últimos 20 anos de preservação do patrimônio cultural brasileiro; 3-Problematizar formas de apresentação e formas de preservação do patrimônio cultural brasileiro. E para tais tarefas se utilizará do seguinte programa: 1º Dia (Primeira Sessão): 1- O patrimônio cultural brasileiro: formas e constituição; 2- História da preservação do patrimônio cultural brasileiro: os últimos 20 anos; 3- O patrimônio cultural brasileiro e o ensino de história: formas de apresentação, formas de preservação; e 2º Dia (Segunda Sessão): 4- O patrimônio cultural brasileiro e o livro didático de história: formas de apresentação, formas de preservação; 5- O patrimônio cultural brasileiro entre exposições, fotografias e documentários: formas de apresentação, formas de preservação; 6- O patrimônio cultural brasileiro e o turismo: formas de apresentação, formas de preservação.



MC 4 – APRENDENDO A ESCUTAR: O ENSINO DE HISTÓRIA ATRAVÉS DA CANÇÃO POPULAR BRASILEIRA

MINISTRANTE
Henrique Masera Lopes Currículo Lattes
Mestre em História – UFRN

EMENTA
O objetivo deste minicurso é oferecer a seus participantes duas sessões de debate historiográfico, exposição de conteúdo, problematização e aplicações práticas em torno do ensino de história através da canção popular brasileira. Como sugere o linguista Luiz Tatit, a figura do cancionista é singular na história cultural do país e a canção, por sua vez, uma das mais importantes ferramentas de invenção de perspectivas sobre os problemas políticos e sociais que atravessam historicamente as relações de poder no Brasil. Contudo, se faz necessário ampliar os usos da canção como material para o ensino e isto vai muito além do estudo das chamadas ”canções engajadas” dos anos 60 e 70. É que não basta ao historiador interessado em música se contentar apenas com o que o mercado fonográfico torna hegemônico em uma dada época. Ainda mais com a recente proliferação de conteúdo virtual, que vem modificando radicalmente o acesso à produção musical nos últimos vinte anos. Assim, o minicurso se dividirá em duas sessões com as seguintes abordagens: o primeiro dia será voltado para a apresentação de diferentes linhas historiográficas que se formaram em torno do estudo da canção popular, pontuando as opções metodológicas que daí advém para o ensino em sala de aula. No segundo dia, faremos uma discussão em torno das modificações da indústria cultural ao longo dos séculos XX e XXI, pontuando de que maneira o próprio conceito de ”canção popular” se modifica e como – a partir disso – se tornou possível mapear antigos e novos lugares de enunciação que ganharam visibilidade através da internet. Aqui o intuito será explorar de que maneira estas aparições trazem aos professores de História conteúdos ainda pouco explorados em sala de aula para a análise de aspectos estruturais e também disruptivos, da formação cultural brasileira.



MC 5 – OS SERTÕES COLONIAIS: ENTRE OS ESPAÇOS VAZIOS E A BARBÁRIE

MINISTRANTES
Júlio César Vieira de Alencar Currículo Lattes
Professor do IFRN

Patrícia de Oliveira Dias Currículo Lattes
Professora do IFRN

EMENTA
Este minicurso tem como objetivo analisar o processo de territorialização dos sertões das Capitanias do Norte do Estado do Brasil e discutir as diferentes noções presentes na sociedade colonial acerca dos sertões da América portuguesa, encarados como espaços marcados pela selvageria e pela barbárie, mas que possibilitavam a expansão das atividades econômicas desenvolvidas pelos colonos. Para tanto, serão estudados os conceitos básicos de territorialização e sertão, a fim de compreender como ocorreram as primeiras incursões por esses espaços, os objetivos, as demandas dos luso-brasílicos em busca de terras e como se estabeleceram as novas configurações espaciais. As fontes a serem trabalhadas no minicurso são as cartas de sesmarias, entendidas como relatos acerca do espaço e como forma de conversão do mesmo em território colonial; a documentação camarária, sobretudo, os Livros de Cartas e Provisões e os Termos de Vereação do Senado da Câmara de Natal; a coleção Documentos Históricos da Biblioteca Nacional; e os documentos do Arquivo Histórico Ultramarino. Para auxiliar na análise das fontes, será acessada a historiografia clássica, com o objetivo de compreender como os sertões foram tratados nessas produções; além da renovação historiográfica que revisitou o tema e as novas acepções sobre a territorialização dos sertões das Capitanias do Norte.


MC 6 – A UTILIZAÇÃO DA LITERATURA E DA IMPRENSA NA HISTÓRIA URBANA

MINISTRANTES
Raimundo Pereira Alencar Arrais Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Renato Marinho Currículo Lattes
Professor do IFRN

EMENTA
Na formação do historiador, considerando o historiador na perspectiva de sua atuação como pesquisador e como professor, o trabalho com a documentação se revela essencial para a elaboração da narrativa histórica. O conhecimento da especificidade das várias linguagens dos documentos explorados pelo historiador das cidades e o reconhecimento das questões teóricas implicadas na aproximação entre esse tipo de documento e a narrativa o historiador, contribuem para que se ampliem as possibilidades de seu uso pelos historiadores. A proposta do minicurso consiste em abordar, de modo introdutório, as particularidades e as potencialidades de dois tipos específicos de documentos no uso da história urbana, especificamente a literatura e a imprensa. Este minicurso propõe explorar dois tipos de testemunhos na perspectiva do historiador da cidade: a fonte literária e a imprensa. O objetivo será de promover uma reflexão a respeito de como se explorar cada um desses documentos e estimular as reflexões que devem ser desenvolvidas pelo historiador ao incorporá-las à sua narrativa de modo criativo. O minicurso compreenderá exposição da parte dos proponentes e realização, da parte dos participantes, de atividades orientadas a partir de fontes literárias, jornais e revistas.



PRAZO AÇÃO
05/10 a 15/12/2017 Envio de propostas de Simpósios Temáticos (ST), Mesas Redondas (MR) e Minicursos (MC) para o encontro
15/12 a 31/12/2017 Análise das propostas enviadas pela Comissão Científica
31/12/2017 Publicação das propostas de ST, MR e MC
05/03 a 08/06/2018 Inscrição de trabalhos científicos para os STs
01/03 a 25/06/2018 Inscrições para participação em MCs e ouvintes
13/06/2018 Divulgação dos trabalhos científicos aprovados para os STs
03 a 06/07/2018 VIII Encontro Estadual de História
XIV Semana de Estudos Históricos do CERES

MR 1 – A LEGITIMAÇÃO RELIGIOSA FACE AO ESTADO – OS CASOS DO ESPIRITISMO E DO SANTO DAIME

EXPOSITORES

Andre Victor Cavalcanti Seal da Cunha – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

Carlos Eduardo Martins Torcato – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

Adriana Gomes – Currículo Lattes
Professora de História da SEEDU/RJ

EMENTA

A história da religião e das práticas religiosas tem uma trajetória bastante consolidada no campo da historiografia brasileira, com Grupo de Trabalho (GT) funcionando em âmbito nacional, revistas científicas temáticas (Revista Brasileira de História das Religiões) e eventos internacionais próprios. É no interior desse grande campo que essa Mesa Redonda se insere, buscando trazer ao público perspectivas diversificadas e inovadoras, em um contexto de perplexidade com o avanço do fundamentalismo religioso e o desafio que ele impõe ao estado laico e democrático. O debate inicia com a Profª Drª Adriana Gomes, que apresentará uma reflexão sobre a relação do judiciário com as religiosidades proibidas no Código Penal de 1890, particularmente, a praxis espírita. A atuação do juiz Francisco José Viveiros de Castro, ligado à Escola Positiva do Direito, foi importante na legitimação do Espiritismo como uma prática religiosa no Brasil. O Profº. Drº André Victor Cavalcanti Seal da Cunha seguirá debatendo a legitimação do Espiritismo no Brasil, porém através da exposição da trajetória do médico cearense Adolfo Bezerra de Menezes. As suas doutrinas, apresentadas na forma de romances, procuraram criar uma configuração religiosa particular para o Espiritismo kardequiano, um Espiritismo à Brasileira com fortes tonalidades terapêuticas. A relação do espiritismo com a justiça e sua construção social em busca de legitimidade social será comparada com outro fenômeno religioso tipicamente brasileiro: as religiões cristãs ayahusqueiras, também conhecidas como religião do Santo Daime. O Profº Drº Carlos Eduardo Martins Torcato fará uma comparação com o caso espírita, mostrando que essa religião passou por um período de perseguição pelo Estado, pois ela era considerada uma prática religiosa heterodoxa indesejada para a nação. Gradativamente, entretanto, passou por um processo de legitimação que desafiou a política de guerra às drogas no seu auge, tornando-se um caso original de culto com uso de enteógenos legalizado; hoje esse culto se expande para o mundo inteiro, muito devido às suas potencialidades terapêuticas.



MR 2 – A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA NO RIO GRANDE DO NORTE (1902-1938)

EXPOSITORES
Raimundo Pereira Alencar Arrais  –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Bruno Balbino Aires da Costa  –  Currículo Lattes
Professor do IFRN

Durval Muniz de Albuquerque Junior  –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

EMENTA
Esta mesa se propõe refletir e debater a produção historiográfica do Rio Grande do Norte nas primeiras décadas do século XX, a partir de três eixos: a produção do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (fundado em 1902), as obras de natureza historiográfica de Luís da Câmara Cascudo e a produção historiográfica local voltada especificamente para o tema da cidade. Nas primeiras décadas do século XX, as oligarquias estaduais investiram na formulação de uma memória norte-rio-grandense, associando essa memória à construção de projetos identitários, procurando definir um lugar para a unidade federativa Rio Grande do Norte dentro de uma memória histórica nacional. Para tanto, adotaram as estratégias seguintes, sobre as quais voltaremos nossa análise: a escrita da história, a comemoração e a biografia. O gênero biográfico foi praticado, entre os anos 1927 e 1938, também por Luís da Câmara Cascudo, que buscou inspiração no modelo de historiografia estabelecido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, elegendo como personagens principais algumas figuras que tiveram proeminência na história do Império brasileiro. Nesse sentido, dois aspectos das biografias elaboradas por Cascudo requerem uma reflexão: a estratégia que consistia em explorar o gênero biográfico como caminho para a compreensão de épocas históricas e a visão saudosista que ele revela ao longo de suas obras. No cruzamento dessas linhas – as demandas dos grupos dominantes locais, as circunstâncias históricas concretas dentro das quais os historiadores produziram suas obras, os imperativos de construção da memória e os modelos teóricos e metodológicos disponíveis para servir ao trabalho do historiador – pode-se perceber o lugar secundário que a produção historiográfica local reservou à cidade, os limites e as possibilidades locais para o estudo do passado da cidade, em perspectiva histórica, sem que a cidade fosse absorvida por uma história política ou por uma história administrativa.



MR 3 – FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE HISTÓRIA NO BRASIL: HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E CONSTRUÇÕES ATUAIS

EXPOSITORAS
Aryana Lima Costa –  Currículo Lattes
Professora do DEHIS-UERN – Mossoró

Juliana Alves de Andrade  –  Currículo Lattes
Professora do DE/UFRPE

Margarida Maria Dias de Oliveira  –  Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

EMENTA
Diante das atuais circunstâncias sociais e políticas que desafiam a atuação dos historiadores no país, os debates desta mesa pretendem tomar a formação de professores como pretexto para pensar os caminhos pelos quais a História atualmente praticada pode responder às demandas que se colocam diante da categoria de seus profissionais. Isto se traduz em uma discussão referente a como pensamos a história de nossa própria formação e no valor que a sala de aula universitária pode agregar à história da historiografia assim como a questões mais diretas com o tempo presente, como a formulação de políticas públicas que considerem uma integralidade entre educação básica e superior e a responsabilidade incontornável da universidade perante a sociedade, o que demanda um cuidado constante com a atualidade e a relevância das práticas de formação. Abarcando diferentes temporalidades, e passando por áreas como currículo, relação escola/universidade, novas tecnologias e desafios da profissão, pretende-se utilizar esse espaço para congregar reflexões – da mesa e do público em geral – sobre o que se espera e o que é possível de ser feito pelos profissionais de História.



MR 4 – LEIS 10.639/03 E 11.645/08: TEMAS, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS NO ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NO BRASIL

EXPOSITORES
Lígio José de Oliveira Maia Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Edson Hely Silva Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UFPE

Maria Telvira da Conceição Currículo Lattes
Professora do DEHIS-URCA e do PROFHIST-URCA

EMENTA
Desde a homologação das Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, as escolas públicas e privadas de Educação Básica no Brasil, são obrigadas a implantar e promover o estudo da História e Cultura afro-brasileira e indígena. Entretanto, o desconhecimento ou mesmo a rejeição destes dispositivos legais, inclusive, por parte dos docentes, tem dificultado sua efetivação. Muitos são os desafios apresentados quanto à inclusão dos temas da história e cultura afro-brasileiras e da história e culturas indígenas nos currículos escolares, ainda mais quando se constata a pouca produção de material didático específico (livros didático e paradidático, vídeos, jogos etc.) coerente às diferenças étnico-raciais visíveis na atualidade, como também a escassez de cursos de formação continuada para professores das redes estadual e municipal quanto a essas mesmas demandas. Assim, o objetivo desta Mesa é apresentar reflexões de experientes professores/pesquisadores que vêm discutindo a relação entre Ensino e Pesquisa quanto aos temas da história indígena e história afro-brasileira, tanto em suas pesquisas acadêmicas quanto em distintos materiais didáticos e metodologias de ensino. Com isso, espera-se a ampliação do debate quanto à efetivação das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 e os desafios que envolvem a compreensão ética e científica dessas importantes conquistas dos diversos grupos étnicos no Brasil. Esta Mesa é uma proposta do GT – Índios na História, criado no último encontro estadual da ANPUH-RN, em 2016.



MR 5 – O PATRIMÔNIO CULTURAL INTERCONECTANDO ÁREAS DE PESQUISA: HISTÓRIA, GEOLOGIA, TURISMO

EXPOSITORES
Almir Félix Batista de Oliveira –  Currículo Lattes
Pós-doutorando – PPGTUR/UFRN

Marcos Antônio Leite do Nascimento –  Currículo Lattes
Professor do Departamento de Geologia – UFRN

Roberto Airon Silva –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA-UFRN

EMENTA
Essa proposta de mesa redonda tem por objetivo discutir o papel do Patrimônio Cultural como objeto de pesquisa que interconecta diferentes áreas de pesquisa como a História, a Geologia e o Turismo. A temática do Patrimônio Cultural ganhou bastante relevância em fins do século passado e início desse, constituindo se não como um campo consolidado de pesquisa, em rápido processo de consolidação e para comprovarmos isso basta uma simples pesquisa nos Bancos de Teses e Dissertação de algumas universidades brasileiras ou o da própria CAPES para encontrarmos os mais diversos trabalhos abordando a temática. Em termos da área de História a existência de um Grupo de Trabalho (GT) Nacional tratando desse assunto e observando as suas diversas singularidades, assim como os diversos STs participantes dos últimos Simpósios Nacionais da ANPUH-BR demonstram também a importância do mesmo. Nesse sentido gostaríamos de propor a mesa composta pelo professor Dr. Almir Félix Batista de Oliveira, pelo Prof. Dr. Marcos Antônio Leite do Nascimento e pelo Prof. José da Paz Dantas.



MR 6 – SERTÕES: NARRATIVAS E FRONTEIRAS

EXPOSITORES
Helder Alexandre Medeiros de Macedo  –  Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES, PPGH-UFRN e PPGHIS-UFU

Ricardo Alexandre Santos de Sousa –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UESB – Campus Vitória da Conquista

Evandro dos Santos –  Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

MODERAÇÃO
Joel Carlos de Souza Andrade  – Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

EMENTA
A categoria sertão presta-se fundamentalmente ao exame da diferença. Entendido como lugar (habitado ou não), em sentido espacial ou histórico, o sertão, como visto anteriormente, foi constantemente algo dito para o Outro. Neste sentido, e por diversos aspectos e desdobramentos de sua obra, François Hartog é referência preponderante na estruturação teórica desta área de concentração em especial. Em O espelho de Heródoto, publicado originalmente em 1980, o historiador francês afirma: “dizer o outro é enuncia-lo como diferente – é enunciar que há dois termos, a e b, e que a não é b. Por exemplo: existem gregos e não-gregos. Mas a diferença não se torna interessante senão a partir do momento em que a e b entram num mesmo sistema” (HARTOG, 1999, p. 229). Em seu estudo sobre a clássica obra de Heródoto, Hartog constrói uma importante reflexão que leva em conta a antropologia histórica, o que seguramente permite sua apropriação para outros objetos, temáticas e áreas. Em diferentes contextos históricos e historiográficos, o sertão foi dito e visto como o Outro. Na língua do Estado ou dos conquistadores diversos, o não conhecido, o não verificado, o não dominado era chamado de “sertões”. Não há dúvida de que a partir do momento em que se radicalizaram as diferenças, sobremaneira, com as grandes navegações e a conquista política das Américas, da África e da Ásia pelos portugueses, cada vez mais a categoria “sertões” passou a compor certo sistema, na adaptação moderna, entre o submetido ao poder dos Estados absolutistas ou, posteriormente, grandes potências, e o que a eles escapava de alguma forma. A mesa redonda proposta, pois, radica na discussão de diferentes pontos de vista sobre a categoria sertão, tomando como referência os lugares de colonização lusófona.



MR 7 – RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES NA COMPOSIÇÃO DA CULTURA BRASILEIRA

EXPOSITORES
Lourival Andrade Júnior Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

Vanda Fortuna Serafim Currículo Lattes
Professora do DEHIS-UEM

Ane Luise Silva Mecenas Santos Currículo Lattes
Doutora em História – UNISINOS

EMENTA
Esta mesa redonda propõe a discussão sobre as religiões e religiosidades que possibilitaram a formação de um Brasil diverso, em que as manifestações das crenças se tornaram híbridas e se amalgamaram na cultura brasileira. Mesmo a religião oficial do Estado, o catolicismo romano, precisou se adaptar as condições humanas que se constituíram no país, com a chegada de negros vindos de diversas partes da África, sobretudo sulsaariana, mas também necessitou entender o panteão de indígenas que aqui já habitavam. É neste turbilhão de gestos, ritos e liturgias que surgiram religiões brasileiras e/ou afro-brasileiras, entre elas os Candomblés, as Umbandas e os catolicismos em suas diversas modalidade, tanto oficiais como não oficiais. É neste contexto que novos paradigmas surgiram e num momento de tanta intolerância é necessário a discussão da historicidade destas práticas e suas dinâmicas de ressignificações e resistências.



MR 8 – COLONIZAÇÃO E ECONOMIA: ESPAÇOS, AGENTES E INSTITUIÇÕES ULTRAMARINAS NOS SÉCULOS XVI A XVIII

EXPOSITORES
Thiago Alves Dias –  Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

Rodrigo Ricupero  –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-USP

Gustavo Acioli Lopes –  Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UFRPE

MODERAÇÃO
Carmen Margarida Oliveira Alveal –  Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

EMENTA

Relevante dimensão da produção historiográfica brasileira, a história econômica do período colonial têm se renovado nos últimos anos ao ter alargado seu espoco de investigação, notadamente, no que concerne sua aproximação com a história conectada, a nova história política e dos poderes, a história cultural, a história atlântica e mais recentemente, com as perspectivas da história dita global. Em que pese a insistente dicotomização entre modelos e possíveis ‘escolas’ tão propaladas nos últimos 10 anos na historiografia brasileira, fato é que os estudos sobre a colonização europeia e seus impactos na formação dos estados nacionais em nível mundial, sobretudo, nas Américas e em África, continua sendo pauta de debate e com grande vigor teórico de análise, como vem sendo demonstrando, por exemplo, nos recentes trabalhos de historiadores econômicos como Kenneth Pomeranz, Sven Beckert ou Thomas Pikkety. Essa mesa visa apresentar debates atualizados no campo da história econômica, tendo como foco os fatos e processos concernentes a expansão e as experiências colonizadoras ibero-americanas, entre o início da Era Moderna e a Era das Revoluções.



MR 3 – ENSINO DE HISTÓRIA ANTIGA E A EDUCAÇÃO DO FUTURO: NOVAS PERSPECTIVAS

EXPOSITORES
Marcia Severina Vasques Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Lyvia Vasconcelos Baptista Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

Airan dos Santos Borges Currículo Lattes
Professora do DHC-CERES-UFRN

Regina Maria da Cunha Bustamante Currículo Lattes
Professora do Instituto de História da UFRJ

EMENTA
O profissional da área de História Antiga, assim como o de outras áreas do conhecimento histórico, tem discutido e aprimorado a sua atuação com vistas à melhoria do ensino, em seus vários níveis, Fundamental, Médio e Superior, levando para a sala de aula as mais recentes discussões conceituais e novas metodologias de ensino-aprendizagem. Entre a discussão conceitual podemos citar a valorização do outro, pelo princípio da alteridade, temática em voga nas Ciências Humanas e também no campo da Antiguidade. Quando estudamos, por exemplo, categorias como bárbaros e não bárbaros (gregos ou romanos), trazemos o discurso clássico para debate no mundo contemporâneo, fonte de onde bebeu a elite intelectual do País (seja na época colonial, imperial ou republicana) e, durante um considerável período de nossa história, os donos do poder. A percepção da alteridade, no sentido de reconhecimento da existência de múltiplas experiências humanas que existiram em várias partes do mundo, serve também para o enriquecimento intelectual dos alunos e para o conhecimento da natureza e culturas humanas, tão diversas e ricas em seus vários momentos históricos. Além de gregos e romanos, formadores do pensamento europeu, dialogamos também com as experiências do Oriente e da África, áreas de intenso contato no Mediterrâneo Antigo. Hoje sabemos que elementos mesopotâmicos estão presentes nos poemas de Homero, que dialoga com a Epopeia de Gilgamesh, e que elementos que encontramos nos escritos judaico-cristãos, base da religião cristã predominante no Brasil, já estavam presentes também (ou mesmo anteriormente) na cultura suméria. Estes são apenas alguns exemplos de nossa conexão com o mundo antigo. Em relação ao ensino-aprendizagem novas formas de abordagem têm sido utilizadas, como a discussão da questão de patrimônio (brasileiro e internacional), o uso de jogos didáticos em sala de aula e as novas tecnologias midiáticas e o seu papel na educação do futuro. Estes são alguns dos elementos que propomos debater e discutir na mesa-redonda.


ST 1 – HISTÓRIA ORAL/AUDIOVISUAL: UMA POSSIBILIDADE DE PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O TEMPO PRESENTE

COORDENADORES
Aliny Dayany Pereira de Medeiros Pranto – Currículo Lattes
Professora de História – SME/Parnamirim e SEEC/RN

Rafael Oliveira da Silva – Currículo Lattes
Professor da rede privada de ensino básico e superior em Natal

RESUMO
Nas últimas décadas a história oral/audiovisual tem se expandido e ajudado a consolidar pesquisas sobre o tempo presente. O trabalho com entrevistas, relatos de vida, dentre outros, tem atingido não somente os historiadores, como também profissionais, acadêmicos ou não, de outras áreas, o que aponta para o caráter interdisciplinar da fonte oral/audiovisual. Essa tendência possivelmente se tornará cada vez mais evidente, já que estamos inseridos em uma sociedade marcada pela comunicação imagética e pelas mensagens de áudio através das redes sociais. Por isso mesmo, as produções de entrevistas com audiovisuais vêm se tornando mais recorrentes e têm passado a compor importante fonte histórica. Diante disso, nosso objetivo é reunir pesquisadores que vêm realizando pesquisas acadêmicas com história oral/audiovisual, a fim de trocar experiências e discutir técnicas e formas de abordagem diversificadas ao trabalhar a fonte oral/audiovisual.



ST 2 – HISTÓRIA DAS MULHERES: DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS

COORDENADORES
Genilson de Azevedo Farias – Currículo Lattes
Doutorando – PPGCS/UFRN

Maiara Juliana Gonçalves da Silva – Currículo Lattes
Professora da EJA/UFRN

RESUMO
O presente simpósio temático tem como proposta reunir pesquisadoras e pesquisadores dedicados aos estudos sobre mulheres promovendo um intercâmbio intelectual a partir de diferentes e múltiplas perspectivas que envolvam a temática em suas mais variadas temporalidades e fontes. Entendemos como História das Mulheres, não apenas as histórias delas, mas também aquela da família, da criança, do trabalho, da mídia, da educação, da imprensa, da literatura, do seu corpo, da sua sexualidade, da violência (que sofreram e que praticaram), da sua luta, da sua conquista, da sua trajetória de emancipação, do feminismo, dos seus sentimentos, dos seus amores, de seu cotidiano, de seus múltiplos extratos sociais e das suas relações com os homens, reafirmando a ideia de que “escrever sobre a história das mulheres é sair do silêncio em que elas estavam (estão) confinadas” (PERROT, 2015). Por isso, convidamos todas e todos interessados a compartilharem suas produções sobre o campo de pesquisa.



ST 3 – PROFHISTÓRIA: CAMINHOS DA PESQUISA EM ENSINO DE HISTÓRIA

COORDENADORES
Haroldo Loguercio Carvalho – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGEH-UFRN

Vanessa Spinosa – Currículo Lattes
Professora do DHC-CERES e PPGEH-UFRN

RESUMO
O PROFHISTÓRIA busca a formação continuada de professores de História voltados para a inovação na sala de aula, ao mesmo tempo em que, de forma crítica e responsável, possam refletir acerca de questões relevantes sobre diferentes usos da informação de natureza histórica presentes contemporaneamente na sociedade. Nesse sentido, a proposta deste Simpósio Temático é o de recepcionar pesquisas em andamento, dentro da perspectiva de refletir sobre as práticas docentes no ambiente escolar. O interesse é o de discutir sobre investigações em diversos níveis (graduação e pós-graduação) que tenham como objetivo desenvolver estratégias com aplicação direta na Educação Básica, como oficinas, cartilhas, aplicativos, materiais didáticos, exposições, entre outros.



ST 4 – ÍNDIOS NA HISTÓRIA: TEMAS E PERSPECTIVAS NO ENSINO E PESQUISA (PERÍODO COLONIAL AOS DIAS ATUAIS)

COORDENADOR
Lígio José de Oliveira Maia – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

RESUMO
Desde a década de 1990, especialmente no Brasil, as pesquisas relacionadas aos povos indígenas têm priorizado enfoques interdisciplinares, em especial com os campos da antropologia e ciências sociais, enfatizando a agência ou a perspectiva desses povos na História. Mais recentemente, a partir de demandas legais (LDB, art. 26-A, Lei nº 11.645/03) também têm sido exigido dos docentes – de escolas públicas e privadas da Educação Básica – um conhecimento específico quanto ao ensino da História e da Cultura indígenas. O objetivo geral deste simpósio é então promover um diálogo aberto tanto com pesquisadores/professores de universidades quanto com professores das redes estadual e municipal de Ensino, com relação aos temas da história indígena e do indigenismo ao longo da história do Brasil, do período colonial aos dias atuais, cujos objetivos específicos são: tornar conhecida as temáticas e as pesquisas desenvolvidas e/ou em desenvolvimento; apontar os desafios inerentes à efetivação da Lei n. 11.645/08 e ainda promover uma discussão coletiva dessas atuais demandas no Ensino e na Pesquisa, no âmago da história indígena. Este simpósio é uma proposta do GT – Índios na História, criado no último encontro estadual da ANPUH-RN, em 2016.



ST 5 – A COLONIZAÇÃO EM MOVIMENTO: COLONOS E REINÓIS NA EXPANSÃO DO IMPÉRIO (AMÉRICA PORTUGUESA, SÉCULOS XVII-XVIII)

COORDENADORES
Rodrigo Ceballos – Currículo Lattes
Professor da UACS/CFP/UFCG

Thiago Alves Dias – Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

RESUMO
Entre os séculos XVI e XVIII, o império português passou por grandes mudanças estruturais e de consolidação de suas conquistas, alternando períodos de maior e menor centralização, influenciados pelo direcionamento econômico e político que a Coroa portuguesa e outros agentes buscavam imprimir. O período de conquista foi marcado por muitas guerras e alianças com as populações de indígenas, e que culminou no estabelecimento das primeiras povoações, vilas e cidades, com modelos de construção, arquitetura e ordenamento transplantados da Europa, porém adaptados à realidade colonial. Os religiosos, por sua vez, por meio da catequização, buscaram cristianizar essas populações, que possuíam sua própria lógica religiosa e que acabaram por reconstruir o catolicismo ao seu modo. Para consolidar o seu controle em regiões distantes e separadas por oceanos, a Coroa portuguesa transplantou uma série de instituições políticas, econômicas, sociais e religiosas, e de rituais administrativos, que conferiam um sentido de unidade ao Império. Estas instituições tinham um campo vasto de atuação dentro da sociedade, identificado como sua área de jurisdição. Da mesma forma, as festas e celebrações religiosas contribuíam para a afirmação do catolicismo e de uma uniformidade, desejada deste os primórdios do período de conquista. O objetivo deste Simpósio Temático, portanto, é discutir temáticas relevantes para o estudo do período colonial brasileiro, abrangendo diferentes aspectos da sociedade e a variedade de agentes sociais envolvidos.



ST 6 – HISTÓRIA DOS ESPAÇOS, PRÁTICAS, TEORIAS E HISTORIOGRAFIA

COORDENADORES
Evandro dos Santos – Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

Renato Amado Peixoto – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

RESUMO
Nosso Simpósio visa proporcionar o debate e a troca de experiências investigativas entre pesquisadores da História dos Espaços, procurando integrar os recursos humanos de nosso Grupo de Pesquisa com integrantes e egressos do Programa de Pós-Graduação em História da UFRN, assim como reunir estudantes e professores que se dediquem a esse enforque nos demais cursos de história do Rio Grande do Norte. Privilegiam-se os estudos que tenham como foco as diversas formações espaciais e identitárias na escala do local, regional, nacional ou internacional; a produção e fabricação dessas formações em instituições, organizações ou por grupos de intelectuais; a teorização dessas relações e a sua apresentação historiográfica, bem como suas interações no campo político, historiográfico ou religioso. Neste sentido, nosso Simpósio receberá trabalhos que reflitam sobre a teoria, historiografia e/ou práticas espaciais ou identitárias fabricadas nos institutos historiográficos e similares, locais ou nacionais e a sua relação com a política e o campo histórico e espacial, assim como trabalhos que dedicam atenção à atuação de indivíduos, imprensa e organizações civis e religiosas, tais como partidos, facções e correntes. Receberemos também as reflexões acerca das ações e práticas relacionadas à história dos espaços, notadamente os desdobramentos institucionais, políticos e sociais, que objetivem perceber as matrizes de tais formulações, suas expressões concretas e suas permanências.



ST 7 – CULTURA E ESPAÇOS DE PODER NO MUNDO ANTIGO

COORDENADORES
Arthur Rodrigues Fabrício – Currículo Lattes
Mestre em História – UFRN

Ruan Kleberson Pereira da Silva – Currículo Lattes
Professor de História – SEEC/RN

RESUMO
Os estudos sobre o Mundo Antigo no âmbito da disciplina histórica têm despertado cada vez mais interesse, tanto em nível nacional, quanto regional. No Rio Grande do Norte há um crescente número de pesquisas sendo realizadas, nos mais diversos recortes e temáticas. Neste sentido, compreendendo a importância dos espaços de debate e cooperação acadêmica, este simpósio temático tem como objetivo reunir jovens pesquisadores e suas produções, com o intuito de estimular a ampliação dos estudos na área, convidando-os a refletir acerca das múltiplas relações que se estabelecem entre culturas e espaços de poder nas sociedades do Mundo Antigo. Busca-se abarcar estudo sem torno da História da Cultura, História Política, Cultura Material, História & Memória e História & Espaços, entre diversos outros, que estejam voltados às Sociedades Antigas Orientais e Mediterrâneas, buscando debater as representações, os valores, os conflitos, as espacialidades e as estruturas de poder construídas em diferentes espacialidades e temporalidades, que relegaram ao presente vestígios documentais advindos da Antiguidade que merecem e devem receber um tratamento teórico-metodológico atento.



ST 8 – MEMÓRIA, ORALIDADE E HISTÓRIA POLÍTICA

COORDENADORES
Lemuel Rodrigues da Silva – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

Marcílio Lima Falcão – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

RESUMO
Nos dias 17 e 18 de dezembro de 2013 foi realizado nas dependências da Universidade Estadual do Ceará (UECE) em Fortaleza, o I Colóquio de História Política, cujo objetivo foi a reativação do GT- História Política. Na ocasião foram apresentadas e debatidas pesquisas relacionadas às novas abordagens e problematizações que colocam a política como um lugar de gestão do social e do econômico (Rémond, 2010). Além disso, as aproximações com outros campos do saber têm favorecido profícuas reflexões sobre os movimentos sociais e suas temporalidades no que diz respeito às relações de força entre os sujeitos envolvidos, bem como a análise de permanências e rupturas que estes movimentos propiciaram. Assim, ao estreitar fronteiras, este simpósio temático tem como finalidade ser um espaço para o debate em torna da relação entre memória, oralidade e a história política, uma vez em que as críticas e transformações pelas quais a história política passou desde a primeira metade do século XX contribuíram para sua renovação teórico-metodológica fato que nos leva a indagar sobre a importância da memória e da oralidade para os estudos voltados a história política. Nesse sentido, buscam-se refletir sobre as instituições, intelectuais, trabalhadores, partidos políticos, líderes políticos, discursos, eleições e revoluções que propiciem o crescimento e divulgação dos estudos sobre o passado.



ST 9 – HISTÓRIA DAS PRÁTICAS DE CURA NO BRASIL

COORDENADORES
Andre Victor Cavalcanti Seal da Cunha – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

Carlos Eduardo Martins Torcato – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró

RESUMO
Esse Simpósio Temático é um espaço que busca articular interlocuções sobre como as diversas práticas de cura se apresentam na história do Brasil. Essas práticas podem assumir diversas facetas, pois dialogam com as representações culturais sobre as doenças e as enfermidades. O fenômeno da cura se relaciona às formas de percepção sobre os males que atingem indivíduos e comunidades, podendo evocar desde apropriações da esfera do divino e do sobrenatural até as explicações científicas. Partimos do pressuposto que a cura envolve aspectos do mundo da cultura, da sociedade e da institucionalidade. Nesse sentido, é interesse particular desse simpósio discutir aspectos da cultura que envolvem as representações e práticas de curar. Teremos assim amplas possibilidades temáticas, tais como: a cultura popular e sua relação com as formas institucionais e oficiais da medicina erudita; a trajetória de doentes e de curandeiros; a formação de políticas públicas de saúde e de saneamento; a formação e atuação das especialidades médicas, desde as que atuam diretamente no corpo doente (tais como sangradores e cirurgiões), como as que curam a mente (a exemplo da psiquiatria, da psicologia e da psicanálise); a utilização de remédios populares; as práticas de cura relacionadas a diferentes matrizes religiosas; a história das epidemias; dentre outros. O objetivo desse Simpósio Temático é congregar pesquisadores de diferentes tendências temáticas e epistemológicas de forma a criar um perfil da pesquisa histórica em saúde na região. Busca-se constituir um espaço coletivo de troca de saberes e experiências de pesquisa.



ST 10 – A HISTÓRIA E EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E EXPERIÊNCIAS DE PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO

COORDENADORAS
Juliana Alves de Andrade – Currículo Lattes
Professora do DE/UFRPE

Margarida Maria Dias de Oliveira – Currículo Lattes
Professora do DEHIS-CCHLA e PPGH-UFRN

RESUMO
Este ST se propõe a ser um espaço para apresentações de trabalhos que versem sobre a história do ensino de história e da educação como campos que se alimentam mutuamente; de reflexões sobre as produções que constituem os campos da história da educação e do ensino de história, de relatos de experiências no chão da escola que constituem elementos importantes da formação de professores e de concepções de tecnologias (jogos, vídeos, sequências didáticas, cartilhas, guias, blogs, sites etc.) que operam com informações e produção de conhecimentos históricos. Entendemos que as relações entre as várias formas de produção do conhecimento histórico e a reflexão sobre elas é condição para construirmos alternativas viáveis, democráticas e acopladas as demandas e realidades brasileiras e dos locais onde atuamos e que, sem a troca de conhecimentos sobre essas variadas formas, sujeitos históricos, funções e usos da história, é provável que nos mantenhamos nas dicotomias ensino x pesquisa; produção x transmissão; história x pedagogia; academia x sociedade. Daí, entendermos a necessidade de construir este espaço que conclame professores, pesquisadores, graduandos a envidarem o debate.



ST 11 – BIOGRAFIAS E HISTÓRIA: A CONSTRUÇÃO DE VIDAS E O TRABALHO DO HISTORIADOR

COORDENADORES
Paulo Rikardo Pereira Fonseca da Cunha – Currículo Lattes
Professor do IFRN

Paulo Vitor Sauerbronn Airaghi – Currículo Lattes
Mestre em História – UFRN

RESUMO
Este simpósio temático pretende agregar discussões sobre os estudos biográficos sobre pessoas e/ou instituições. Serão aceitas tanto discussões que problematizem questões teórico e metodológicas no tocante às biografias, quanto trabalhos centrados em trajetórias de vida de indivíduos e/ou instituições, em suas interações com o mundo social. A biografia se estabelece como um campo privilegiado para a análise do historiador, pois ela suscita o debate sobre antigos e novos problemas do trabalho historiográfico: Qual a o papel do indivíduo na história? Como se dão as relações entre os indivíduos e a sociedade? Qual a importância das narrativas na construção do conhecimento histórico? O caráter criativo pode estar presente no trabalho historiográfico? Quais as implicações metodológicas e teóricas do uso de relatos memorialísticos e autobiográficos como fontes na produção de estudos biográficos? A partir desses questionamentos, pode-se pensar que os indivíduos não são inteiramente produtos, nem somente construtores da sociedade, eles estão em um constante “vir a ser”, suas identidades se constituem em fluxos dinâmicos. Almeja-se que esse simpósio se transforme em fórum propício para discussão de trabalhos voltados para a particularização dos sujeitos. Pretende-se debater como um determinado sujeito se particulariza em sua sociedade.



ST 12 – O PATRIMÔNIO CULTURAL EM LUGAR DE FRONTEIRA: HISTÓRIA, EDUCAÇÃO, ARQUITETURA, ANTROPOLOGIA, TURISMO, GEOGRAFIA E OUTRAS ÁREAS CORRELATAS

COORDENADOR
Almir Félix Batista de Oliveira – Currículo Lattes
Pós-doutorando – PPGTUR/UFRN

RESUMO
O presente simpósio temático tem por objetivo discutir o Patrimônio Cultural, tanto na sua concepção material quanto imaterial, como um campo de pesquisa existente na fronteira ou interconectando diversas áreas do conhecimento das ciências humanas, sociais e aplicadas. Por esse motivo o simpósio aceitará trabalhos/pesquisas e experiências de sala de aula que estejam sendo desenvolvidos em História, na Educação, na Antropologia, na Arquitetura, no Turismo, na Geografia, nas Ciências Sociais, nas Políticas Públicas, na Biblioteconomia, na Museologia, entre outras áreas, bem como nos Programas de Pós-Graduação Acadêmicos e Profissionais das mesmas e que tenham o Patrimônio Cultural (material e imaterial), a Educação Patrimonial como objeto central dos estudos.



ST 13 – HISTÓRIA POLÍTICA: IMPRENSA, CULTURA E MEMÓRIA NO NORDESTE REPUBLICANO

COORDENADOR
Marcondes Alexandre da Silva – Currículo Lattes
Professor de História – SEEC/RN

RESUMO
Este simpósio temático tem como proposta agregar pesquisadores que estudam a História Política no Nordeste Republicano (1889 – 2018), por meio do estudo do poder, da cultura, da memória, da imprensa e dos sujeitos sociais locais. Uma vez que, a imprensa vai ser um sujeito social que irá contribuir para a construção de memórias locais. Almeja-se acrescentar, além de historiadores, outros estudiosos das ciências humanas e sociais (geógrafos, sociólogos e cientistas políticos) que tem pesquisas concluídas ou em andamento sobre essas temáticas. Como também, estudos acerca das lembranças e os esquecimentos das memórias silenciadas, vencidas, subterrâneas e manipuladas, vistas por meio da Nova História Política, Social e Cultural. A partir de trabalhos que discutam o papel das famílias, das parentelas, das oligar quias, das classes dos fazendeiros, dos industriais, dos comerciantes, dos religiosos e alguns profissionais (médicos, farmacêuticos, advogados, juízes, delegados), que expressam a força dos chefes políticos locais, ao personalizar o poder ao assumir um cargo público em função do Estado, como se fosse proprietário do mesmo, no qual, chega a convergir o público com o privado. Tais homens formam as elites locais, regionais e até nacionais, a partir do poder econômico, jurídico, militar e simbólico. Assim, esperam-se trabalhos que apresentem novas contribuições, a partir da criação dos espaços, territórios e territorialidades, que são construídas e reconstruídas cotidianamente sobre essa região, a partir do repensar a história local ou regional, na qual, se faz necessário, para se aprofundar e ampliar o estudo do político no Nordeste Republicano.



ST 14 – POLÍTICA, HISTÓRIA E MÍDIAS: O OFÍCIO DO HISTORIADOR NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO

COORDENADORES
Mariano de Azevedo Júnior – Currículo Lattes
Professor de História – UnP

Arthur Luís de Oliveira Torquato – Currículo Lattes
Professor do IFRN

RESUMO
Há décadas que intelectuais das ciências humanas e sociais se preocupam com a veiculação de conteúdos políticos nos meios de comunicação contemporâneos. Podemos exemplificar mencionando alguns marcos desse tipo de pensamento: nas décadas de 1960 e 1970 com as reflexões da teoria crítica da sociedade, da chamada Escola de Frankfurt; na década de 1980, com os trabalhos de Raymond Williams, que partem da teoria marxista para as preocupações com as ideologias embutidas, por exemplo, no conteúdo televisivo (“Políticas do Modernismo”); e a partir dos anos 90 até aqui, as preocupações com as redes de informações na era digital através da obra de Jurgen Habermas (teoria da ação comunicativa) e Manuel Castells (“A sociedade em rede” / “O poder da comunicação”). Seguindo esse importante legado, em uma sociedade que se denomina “da informação” cuja topologia, digital, se constitui em diversas redes comunicacionais, sentimos a necessidade de problematizar qual é o papel das diversas mídias na construção do espaço público conscientemente democrático. Como se dá a relação entre a coisa pública e o capital privado na gestão da comunicação social? – esse é um dos questionamentos centrais que devemos fazer para melhor entendimento da contemporaneidade. Nesse sentido, esta proposta de Simpósio Temático se interessa por uma vasta gama de trabalhos que estudem a relação entre política e história em meios, de conteúdo fictício ou não, voltados a diversas finalidades, como: literatura, cinema, televisão, música, noticiários, periódicos; também estão inseridos nesse campo investigativo os meios computacionais relacionados à rede mundial de computadores, como endereços eletrônicos, blogs políticos, plataformas audiovisuais disponíveis na Internet como Youtube e Netflix e jogos eletrônicos.



ST 15 – SERTÕES: NARRATIVAS E FRONTEIRAS

COORDENADOR
Joel Carlos de Souza Andrade – Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

RESUMO
O simpósio temático pretende congregar trabalhos que busquem discutir os sertões como um espaço construtor de identidades e suas múltiplas composições historiográficas e histórico-culturais, isto é, que discutam as narrativas construídas em torno do sertão e, também, as suas fronteiras. É com esta preocupação que aceitaremos trabalhos que tratem de questões relacionadas aos seguintes temas: conceitos, historiografias, memórias e biografias, tradição e folclore, cancioneiro, poesia e literatura de cordel, literatura regionalista e outras que fogem a este rótulo, seca e água, mitologias e crenças, amores, espertezas, bandidos, heróis e anti-heróis na tessitura poética (no sentido de gerar, criar, produzir) do espaço-sertão. Estas artes de nomear, pensar, visualizar, enredar, crer e compor tornam os sertões um espaço privilegiado para gerar outras sensibilidades e relações perante o outro.



ST 16 – RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES: HIBRIDAÇÕES E PERMANÊNCIAS

COORDENADORES
Lourival Andrade Júnior – Currículo Lattes
Professor do DHC-CERES-UFRN

Vanda Fortuna Serafim – Currículo Lattes
Professora do DEHIS-UEM

RESUMO
Este simpósio temático pretende reunir pesquisas que discutam as diversas formas de re (ligações) entre o homem e o sagrado em suas mais variadas manifestações sensíveis, gestuais, orais e materiais. Festas, ritos, orações, africanidades, processos mediúnicos, catolicismo oficial e não oficial, cristianismo ocidental e oriental e manifestações não cristãs fazem parte do que pretendemos discutir. Este ST está vinculado ao GT História das Religiões e das Religiosidades (ANPUH). A proposta do Simpósio Temático está articulada à proposta do GT História das Religiões e das Religiosidades (ANPUH), que tem como objetivos constituir um espaço de referência nacional nos estudos sobre história das religiões e religiosidades; analisar as manifestações religiosas inseridas em seu contexto histórico; aprofundar o conhecimento e qualificar o profissional para a pesquisa e a docência; dar visibilidade às pesquisas acerca das manifestações religiosas, vinculadas aos cursos de pós-graduação em História; constituir referencial teórico e metodológico que oportunize a leitura e a integração crítica e consciente da pluralidade do fenômeno religioso, e fortalecer a área dos estudos religiosos como disciplinas em cursos de graduação, além do desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão. Nesse sentido, o ST está aberto aos pesquisadores da História e demais áreas do conhecimento que desenvolvam pesquisas sobre religiões, religiosidades e crenças afro-brasileiras, atentando para as práticas, representações e hibridismos estabelecidos dessas manifestações; além da produção discursiva e da elaboração de um saber científico.



ST 17 – O BRASIL IMPÉRIO: TRAMAS, CONEXÕES E OUTRAS HISTÓRIAS

COORDENADORES
João Fernando Barreto de Brito – Currículo Lattes
Doutorando em História – UFRJ

Rosenilson da Silva Santos – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Assú

RESUMO
A I edição desse Simpósio Temático ocorreu no ano de 2014 por ocasião do VI Encontro Estadual de História da ANPUH/RN, na cidade de Assú. A II edição se deu no VI Colóquio Nacional História Cultural e Sensibilidades, na cidade de Caicó, no ano 2016. Seu objetivo é reunir pesquisadores(as) e trabalhos que tratam de temáticas no recorte do oitocentos, especialmente relacionados com a província do Rio Grande do Norte. Nossa proposta é darmos continuidade às discussões iniciadas em 2014, seguidas em 2016 e que agora podem ser ampliadas no sentido de oxigenar o espaço de debate e divulgação de pesquisas sobre a história do Brasil Império. Serão bem-vindos trabalhos sobre cultura e poder, relações de trabalho e cidadania, territórios e fronteiras e cotidiano e família, tendo como baliza o período supracitado.



ST 18 – HISTÓRIA E IMPRENSA: PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO DE SABERES

COORDENADORES
Lindercy Francisco Tomé de Souza Lins – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró e PPGSCH-UERN

Francisco Fabiano de Freitas Mendes – Currículo Lattes
Professor do DEHIS-UERN – Mossoró e PPGSCH-UERN

RESUMO
A imprensa, mormente a publicação de jornais, informativos e revistas, seja como fonte, seja como objeto de investigação, é uma das temáticas mais utilizadas pelos historiadores. Pela amplitude do material, é possível obter uma leitura do passado de um setor da sociedade de uma época, sua composição sociopolítica, seus projetos e expectativas. Deste modo, este Simpósio Temático propõe discutir pesquisas que abordem o estudo de periódicos, tanto da grande imprensa quanto da segmentada; da atividade profissional de jornalistas, colunistas e correspondentes; assim como o periódico como fonte documental de outras temáticas históricas que versem pela produção de saberes e circulação de ideias.


1 – O sistema de Inscrição é feito exclusivamente por meio eletrônico, a partir do Formulário de Inscrição disponibilizado abaixo. Solicita-se leitura atenta de todos os itens destas instruções, para evitar eventuais problemas nas inscrições.

2 – As inscrições podem ser feitas numa das modalidades abaixo, admitindo-se, para quaisquer delas, fazer-se a inscrição com ou sem minicurso:

2.1 Sócio apresentador de trabalho (professor universitário e/ou pesquisador com mestrado ou doutorado; estudante de pós-graduação e/ou professor(a) da educação básica; graduado);
2.2 Sócio ouvinte;
2.3 Não sócio apresentador de trabalho (professor universitário e/ou pesquisador com mestrado ou doutorado; estudante de pós-graduação e/ou professor(a) da educação básica; graduado);
2.4 Não sócio ouvinte;
2.5 Estudante de graduação – apresentador de trabalho;
2.6 Estudante de graduação – ouvinte.

3 – Importante, antes de fazer qualquer inscrição, efetuar o pagamento em depósito ou transferência eletrônica. O comprovante deverá ser guardado, pois, é obrigatório o envio junto ao Formulário de Inscrição , em formato digital (JPEG ou PDF). O pagamento deve ser feito tendo-se em vista os seguintes dados:

Estabelecimento bancário: Banco do Brasil
Agência: 1668-3 – Campus Universitário-UFRN
Conta corrente: 25717-6
Titular: ANPUH-RN
CNPJ: 08.778.876/0001-75

4 – Os valores de inscrição para cada modalidade são os da tabela abaixo:

VALORES DE INSCRIÇÃO PARA SÓCIOS

CATEGORIAS
VALORES 1ª FAIXA ATÉ 15/04
VALORES 2ª FAIXA ATÉ 15/05
1 – Sócio apresentador de trabalho – professor universitário e/ou pesquisador com doutorado R$ 100,00 R$ 150,00
2 – Sócio apresentador de trabalho – professor universitário e/ou pesquisador com mestrado R$ 60,00 R$ 90,00
3 – Sócio apresentador de trabalho – estudante de pós-graduação e/ou professor(a) da educação básica R$ 40,00 R$ 60,00
4 – Sócio apresentador de trabalho – graduado R$ 35,00 R$ 55,00
5 – Sócio ouvinte (sem minicurso) R$ 30,00 R$ 30,00
6 – Minicurso (acrescer o valor do minicurso ao da inscrição conforme categorias acima) R$ 10,00 R$ 10,00

VALORES DE INSCRIÇÃO PARA NÃO-SÓCIOS

CATEGORIAS
VALORES 1ª FAIXA ATÉ 15/04
VALORES 2ª FAIXA ATÉ 15/05
1 – Não sócio apresentador de trabalho – professor universitário e/ou pesquisador com doutorado R$ 360,00 R$ 360,00
2 – Não sócio apresentador de trabalho – professor universitário e/ou pesquisador com mestrado R$ 280,00 R$ 280,00
3 – Não-Sócio apresentador de trabalho – estudante de pós-graduação e/ou professor(a) da educação básica R$ 200,00 R$ 200,00
4 – Não-sócio apresentador de trabalho – graduado R$ 100,00 R$ 100,00
5 – Não sócio – Ouvinte (sem minicurso) R$ 50,00 R$ 50,00
6 – Minicurso (acrescer o valor do minicurso ao da inscrição conforme categorias acima) R$ 10,00 R$ 10,00

VALORES DE INSCRIÇÃO PARA ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO

CATEGORIAS
VALORES 1ª FAIXA ATÉ 15/04
VALORES 2ª FAIXA ATÉ 15/05
1 – Estudante de graduação – apresentador de trabalho R$ 30,00 R$ 45,00
2 – Estudante de graduação – ouvinte (sem minicurso) R$ 20,00 R$ 30,00
3 – Minicurso (acrescer o valor do minicurso ao da inscrição conforme categorias acima) R$ 10,00 R$ 10,00

5 – Solicitamos atenção ao preenchimento correto de todos os campos do Formulário de Inscrição , em especial nos campos “Nome” e “Título do Trabalho”, se for o caso, para evitar posteriores problemas quanto à emissão dos certificados. O preenchimento correto do campo “e-mail” também é de fundamental importância para futuro contato com os inscritos.

6 – Os colegas que desejarem associar-se à ANPUH, para obter desconto na inscrição, deverão fazê-lo antes de se inscreverem no Encontro Estadual de História, através do seguinte Link . Preferencialmente, a associação à ANPUH deve ser feita até o dia 15/05/2018 para a obtenção do desconto no ato da inscrição.

7 – Uma vez paga a inscrição na condição de não associado, não será possível reverter para a opção de sócio, caso a associação tenha sido feita após o dia 15/05/2018.

8 – Os associados da ANPUH deverão estar quites com as anuidades para terem direito ao valor de inscrição estipulado para esta categoria.

9 – Em hipótese nenhuma haverá devolução do valor referente às inscrições.

10 – A inscrição em Minicurso é específica. Para tanto, o interessado deverá inscrever-se no campo Minicurso, do Formulário de Inscrição , adicionando-se o valor respectivo (R$ 10,00) ao valor geral da inscrição. A inscrição em Minicurso não isenta o interessado de pagar os valores de inscrição em outras modalidades de participação. Ao fazer sua inscrição para minicurso, o interessado deve escolher 3 (três) opções dentre as listadas na página do evento, classificadas em 1ª, 2ª e 3ª opções. Caso o minicurso escolhido em 1ª opção já esteja completo ou seja cancelado por não atingir o número mínimo exigido de participantes (20), o inscrito será realocado no minicurso escolhido em 2ª opção, e assim sucessivamente. O número máximo de vagas em cada minicurso é de 30, mas ele poderá ser ampliado, a critério da Comissão Organizadora, em acordo com os professores responsáveis. Nesses casos, será respeitada a ordem de inscrição.

11 – Cada inscrito poderá apresentar apenas 1 (um) trabalho em apenas 1 (um) simpósio temático, como autor principal. O inscrito deverá escolher 3 (três) Simpósios Temáticos, conforme a ordem hierárquica de sua preferência. Caso não seja aceito no primeiro, será realocado na opção seguinte. Avaliação, aceitação e eliminação de trabalhos dentro do simpósio temático são realizadas pelos coordenadores de cada simpósio. Caso o simpósio temático seja cancelado, os inscritos neste simpósio serão realocados na 2ª ou 3ª opções. Caso o trabalho não seja aceito em nenhuma das rodadas de avaliação, o inscrito será automaticamente considerado como ouvinte, sem devolução do valor pago na inscrição. O número máximo de participantes em cada simpósio é de 24, selecionados a partir de critérios acadêmicos. Tal número poderá ser aumentado, em função de justificativa específica dos coordenadores, encaminhada à Comissão Organizadora. Solicita-se consultar o cronograma do evento para os prazos de inscrição, envio do trabalho completo e aceitação.

12 – Os resumos dos trabalhos científicos a serem submetidos para os simpósios devem ter até 250 palavras e conter objetivos, metodologia, resultados e conclusões, conforme a NBR 6028 – ABNT. Devem ter até 5 palavras-chave que identifiquem os temas tratados no estudo.

13 – Cada trabalho enviado para submissão aos Simpósios Temáticos poderá ter até 03 (três) autores. Todos deverão fazer a inscrição como apresentador de trabalho (seja sócio, não sócio ou ouvinte), mas, apenas um, o autor principal, deverá enviar os dados da comunicação (título, resumo, palavras-chave, indicação de simpósios), indicando, no Formulário de Inscrição , os nomes dos demais coautores. No caso destes, no ato da inscrição como apresentadores de trabalho, deverão indicar que são coautores (e não autor principal), identificando o título do trabalho.

14 – Professores orientadores poderão ser mencionados no Formulário de Inscrição e terão os nomes alocados no Caderno de Resumos. Todavia, para serem integrados aos Certificados de Apresentação de Trabalho e aos Anais Eletrônicos deverão estar inscritos no evento.

15 – Dúvidas poderão ser encaminhadas para o e-mail: encontroanpuhrn2018@gmail.com